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domingo, 31 de julho de 2016

Médico da CBF cita lesão anterior de Prass: "Gota d´água que transbordou"


André Pedrinelli médico da seleção brasileira no hotel em Goiânia (Foto: Raphael Zarko/GloboEsporte.com)Médico: "Ele me disse: 'Estou sentindo negócio esquisito" (Foto: Raphael Zarko/GloboEsporte.com)

Goleiro do Palmeiras deve parar por quatro meses após cirurgia e terá de botar enxerto no cotovelo. Para médico, sequelas de 2014 são maior causa da lesão

Um copo de água cheio que transbordou. O corte de Fernando Prass da olimpíada machucou o grupo de jogadores que vão disputar a medalha de ouro, mas é difícil dizer que não poderia ser esperado. O médico da seleção olímpica Andre Pedrinelli, em entrevista ao GloboEsporte.com no hotel da seleção nesta tarde em Goiânia, disse que a lesão de 2014 deixou espécies de sequela no cotovelo direito do jogador do Palmeiras – refratura é o termo médico.
Prass não joga mais este ano. A previsão é de recuperação de quatro meses. Ele deve colocar enxerto no cotovelo e fazer cirurgia ainda mais delicada. Até porque todo cuidado é pouco. Aos 38 anos, o goleiro vai precisar de paciência e dedicação, o que tem de sobra, na recuperação, mas também confiança para jogar após a segunda grave lesão na região. Em 2014, ele colocou pinos no cotovelo e ficou bom tempo usando cotoveleira – proteção para amortecer o impacto.
Neste domingo, estava previsto o primeiro treino de Prass de maior esforço. Mas não foi possível.

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