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segunda-feira, 16 de julho de 2018

CSN anuncia aumento do preço do aço em 12,25%

CSN
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) anunciou um reajuste de 12,25% para os preços de aço laminado para as redes de distribuição, segundo reportagem do jornal Estadão, publicada nesta segunda-feira (16). Já para o material zincado, o aumento será de 10,75%. Os reajustes serão implementados a partir do dia 27 de junho.
Segundo a corretora Coinvalores, esse movimento reflete principalmente a desvalorização do câmbio no último trimestre e a contínua alta na cotação de suas principais matérias-primas. “A companhia não se manifestou a respeito, todavia, ainda assim, seus papéis devem responder de forma positiva no pregão de hoje”, destaca.

Empreendedorismo de impacto social cresce no Brasil

(Kdu dos Anjos/Facebook)
Empreender para promover cidadania e resolver um problema social e ambiental. Este propósito tem motivado o surgimento de várias organizações e startups, empresa de inovação e base tecnológica, que conjugam os resultados financeiros à geração de benefícios para uma comunidade carente de serviços básicos, como educação, saúde, moradia, emprego e outros.
O foco deste tipo de empreendimento, conhecido como negócio de impacto, está na base da pirâmide social brasileira, composta, principalmente, por classes menos favorecidas. No Brasil, cerca de 168 milhões de pessoas integram as camadas com faixas de renda mais baixas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Foi com o olhar nesta população que Kdu dos Anjos iniciou o projeto “Lá da Favelinha”, no Aglomerado da Serra, maior comunidade de Belo Horizonte (MG), com 150 mil habitantes. Apaixonado por livros, o ator de teatro e cantor de rap montou inicialmente uma biblioteca popular em um pequeno espaço, que acabou se transformando num ponto de formação educacional, cultural e gerador de renda para as famílias da comunidade.
No ritmo do passinho e com as rimas do rap, a organização cresceu promovendo eventos, oficinas, apresentação de artistas locais, palestras e vendendo roupas produzidas na região. Atualmente, cerca de 70 famílias têm renda a partir das atividades realizadas pela Favelinha, que também serve de apoio para encaminhar jovens para o mercado de trabalho formal.
“Por que investir na periferia? Hoje, 65% das crianças estão na periferia. Os resultados estão incríveis, desde o resultado social, do amor, da criança que já reprovou três vezes e hoje em dia é a melhor aluna da escola. Foi toda uma questão de empoderamento e várias famílias estão gerando renda, gente que só tinha o tráfico ou o subemprego como destino”, relata Kdu dos Anjos.

Panorama

O Brasil tem 17 milhões de pequenos negócios, que representam 99% do total de empresas do país, 52% dos postos de trabalho e contabilizam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Dentro deste universo, houve crescimento, nos últimos dez anos, do número de negócios de impacto no Brasil e no mundo.
Levantamento do Sebrae em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) identificou mais de 800 negócios de impacto social em todo o país. Boa parte dos novos negócios que prestam serviços sociais e geram desenvolvimento econômico é startups.
“Você pode ter um negócio que já existe há anos, que tem um modelo de gestão tradicional, mas que ao mesmo tempo gera um impacto. Agora, os que estão surgindo hoje, a grande maioria são startups, são jovens que começam a olhar para a base da pirâmide como uma oportunidade pra também atender um anseio de contribuir pra uma causa”, explica Célio Cabral Sousa Júnior, gerente nacional de Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade do Sebrae
Os negócios de impacto social tem movimentado cerca de US$ 60 bilhões em nível global e registrado aumento aproximado de 7% ao ano, segundo levantamento da Ande Brasil (Aspen Network of Development Entrepreneurs), uma rede de empreendedores de países em desenvolvimento.
Ainda de acordo com a entidade, em outra pesquisa feita com a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), foram alocados US$ 1,3 bilhão em investimentos de impacto na América Latina em 2014 e 2015. O Brasil foi o segundo maior mercado da região.

Desafios

Com a premissa de gerar lucro e melhorar a qualidade de vida da população, os negócios de impacto tem crescido no Brasil sob vários desafios. Os principais problemas enfrentados pelos empreendedores sociais foram debatidos durante o Startup Summit, primeiro evento nacional sobre empreendedorismo de inovação e tecnologia realizado em Florianópolis, nos dias 12 e 13 de julho.
A definição de um modelo de negócio, a falta de um marco legal específico para o negócio de impacto social e a forma de atração e captação de recursos foram os principais pontos levantados pelos especialistas e empreendedores sociais.
“Esta é uma agenda nova, mas a gente quer muito mais empreendedores de impacto social no Brasil, seja pelos problemas que a gente visualiza todo dia, mas principalmente pra pensar como é que vocês podem trazer soluções inovadoras para resolver os problemas sociais no Brasil”, disse Célia Cruz, economista e diretora do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), organização que articula empresários e investidores em torno de inovações sociais.
A especialista apontou que os principais atores da oferta de capital do país atuam por meio de doações ou investimentos diretos e defendeu que o movimento deve crescer com a lógica de um negócio que gere impacto de forma inovadora e ao mesmo tempo tenha performance e sustentabilidade financeira.
Célia destacou ainda a importância de atrair a população-alvo para o desenho dos negócios e de mensurar por meio de indicadores o impacto real do investimento. A organização atua ainda no fortalecimento de intermediários, que podem ser fundos de investimentos ou universidades.“A gente acredita muito no papel da universidade para formar talentos que já nascem com essa cabeça de impacto e performance financeira”, afirmou.
O ICE formou recentemente a Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto, que gerou 15 recomendações para o Brasil avançar no apoio ao empreendimento social. A Aliança é a representante brasileira na rede global formada por 18 países que também estão atuando por políticas de desenvolvimento do setor.

Educação política

Outra organização que tem se destacado no empreendedorismo social no Brasil é a “Politize”, que incentiva ações de educação e cultura política. Idealizada por Diego Calegari, que se envolve com causas sociais desde os 17 anos de idade, a Politize atua desde 2014 com o objetivo de gerar conhecimento sobre política de uma forma fácil em diferentes canais.
“Sempre quis trabalhar com atividades que me conectassem com um propósito, que de alguma maneira me fizesse sentir que meu tempo, minha energia, minha história estavam sendo usados para uma causa maior. E escolhi uma causa que é pouco comum, a política, uma área bastante árida, que desperta sentimentos negativos na maioria das pessoas”, conta Diego.
Depois de três anos no mercado, a Politize tem 14 milhões de usuários, uma média de 2,8 milhões de acessos por mês e disponibiliza mais de 1,3 mil conteúdos educativos em podcasts, vídeos, infográficos, textos e cursos, entre outro recursos. A organização desenvolve também uma estratégia offline, por meio da atuação de mais de 80 embaixadores que visitam escolas, comunidades, universidades para falar sobre política e democracia de forma descontraída e didática.
“A reação é muito interessante, porque não é só uma transformação de conquista do conhecimento formal, mas de como a gente emocionalmente se conecta com política, deixando de ser algo feio, ruim, que se associa à corrupção, pra algo extremamente necessário pra vida de cada um de nós”, explica.
O empreendedor se queixa que no Brasil ainda há confusão deste tipo de negócio com filantropia e que o retorno social ainda é pouco vista como uma oportunidade de negócio. Ele também critica a questão jurídica de definição das empresas que atuam nesta área e a falta de profissionalismo do setor, que carece muitas vezes de metas, estratégias de gestão e condições para capacitar e remunerar a equipe.
“A gente vê um setor social muito informal ainda, muito na base da ajuda. Trabalho voluntário é sensacional, importante, mas existe um limite do que dá pra fazer como voluntário. As pessoas que estão se dedicando à causa também precisam viver. Esperar que todo o trabalho social seja feito somente por voluntariado é um equívoco e limita muito o impacto de organizações que tem um trabalho muito legal”, analisa Diego.

Estratégia Nacional

Os principais atores do novo mercado se aproximaram do governo federal para conseguir apoio para o setor e criaram um grupo de trabalho composto por representantes de sete ministérios, entre eles o de Desenvolvimento Social (MDS), da Indústria (MDIC), do Planejamento, além de organizações como PNUD, Sebrae e potenciais financiadores como o BNDES, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Caixa Econômica, Banco do Brasil, entre outros.
O grupo elaborou a Estratégia Nacional de Investimentos e Negócios de Impacto Social (Enimpacto), que pretende em 10 anos melhorar o ambiente de desenvolvimento das soluções sociais e promover iniciativas de inclusão deste tipo de negócio na cadeia de valor das empresas.
Além de participar desta estratégia, o Sebrae desenvolve projetos em oito estados do país. A instituição oferece apoio aos empreendedores desde a concepção da ideia do empreendimento até a estruturação, validação do modelo de negócio e no processo de busca por investidor que possar dar o suporte necessário não só financeiro, mas também na gestão empresarial.
“Se a gente compara o Brasil com outros países, o nível de investimento que a gente tem em negócios de impacto é muito aquém do potencial que a gente teria. Um Brasil com 200 milhões de habitantes, com uma base da pirâmide formada sobretudo por comunidades de baixa renda, temos um volume enorme de pessoas que podem ser beneficiar disso, ou seja, o mercado é enorme e tem muito a avançar”, afirmou Célio.
Segundo o gerente, o Sebrae tem um orçamento de R$ 45 milhões para aplicar em fundos de investimentos em startups. A expectativa é que parte desses recursos sejam alocados diretamente nos negócios de impacto social e ambiental. O gerente afirmou também que vários fundos privados de investimentos tem demonstrado interesse na área e tem desenvolvido linhas direcionadas para empresas com objetivo social.

Gol aumenta pedido de Boeing 737 MAX para 135 aviões

Gol (GOLL4) e a Boeing (BOEI34) assinaram um contrato para aquisição adicional de 15 aeronaves do modelo 737 MAX 8, além de convertendo o pedido de 30 pedidos atuais de MAX 8 para MAX 10.
A renovação da frota da Gol começou efetivamente com a entrega do primeiro 737 MAX 8 no mês passado, e deve continuar até 2028.
O 737 MAX 10 permitirá tem capacidade para até 186 passageiros na configuração atual da companhia (30 assentos a mais que o MAX 8).
“Este novo pedido reforça a estratégia de reduzir custos operacionais operando uma frota padronizada e uma
malha integrada, permitindo que a Gol continue a reduzir as tarifas nas rotas atendidas pela companhia e
também adicionar novos destinos. Estamos confiantes de que o 737 MAX 10 oferecerá vantagens competitivas
significativas em rotas de alta densidade e em aeroportos com restrições de slots”, disse Paulo Kakinoff,
presidente da Gol. “Estamos animados para voar o MAX, aproveitar a sua eficiência e oferecer mais conforto
aos nossos passageiros”.

Embraer vê demanda de 10.550 jatos comerciais de até 150 assentos em 20 anos

Embraer (EMBR3) avalia que o mercado de aeronaves comerciais com até 150 assentos irá demandar até 10.550 unidades nos próximos 20 anos, estima a empresa em um estudo sobre as perspectivas entre 2018 e 2037 divulgado neste domingo (15). A fabricante brasileira calcula um valor de US$ 600 bilhões para todo o mercado em uma frota que saltaria de nove mil aviões para 16 mil. Cerca de 65% da demanda será atendida por novas unidades.
“O desempenho passado não é garantia de resultados no futuro. Apesar do crescimento da indústria ter superado todas as expectativas nos últimos anos, estamos nos preparando para um período de aumento de custos, com contínua pressão por aumento da rentabilidade. Os lucros estão caindo e os ganhos desaparecendo com o aumento de custos”, disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial.
A avaliação revela que o desempenho econômico da indústria de transporte aéreo vai depender principalmente de como aumentarão os custos e até que ponto a indústria sustentará um ambiente de receita vigorosa. Neste sentido, as aeronaves de até 150 assentos estão mais bem posicionadas para combinar eficiência de custo com maior receita unitária.
A Embraer explica que a nova linha de produtos do segmento desafia o “paradigma” de que aeronaves menores necessariamente têm custo por assento maior, aproximando a eficiência operacional por assento de grandes aeronaves de corredor único, com um custo por viagem aproximadamente 20% menor.
Segundo a brasileira, os E-Jets E2 são a família de aeronaves de corredor único mais eficiente da atualidade e estão posicionados para consolidar a Embraer como líder de mercado neste segmento e maximizar a lucratividade de companhias aéreas e empresas de leasing.

domingo, 15 de julho de 2018

COMO SERIA O ULTIMO GOL DE PELE

Ronaldinho Gaúcho rouba a cena na festa de encerramento da Copa



Bruxo apareceu tocando um atabaque durante um canto lírico antes de França e Croácia e internautas destacaram a aparição do craque


Ronaldinho Gaúcho é o Brasil na final da Copa do Mundo! O craque apareceu na cerimônia de encerramento da competição tocando um 'tamborzão' (atabaque) e a aparição surpresa e aleatória do Bruxo teve grande repercussão na web. No Twitter, o nome dele chegou ao segundo lugar dos assuntos mais falados no Brasil

Moscou – A festa de encerramento da Copa do Mundo de 2018 começou pontualmente 30 minutos antes da bola rolar para a decisão entre França e Croácia, no estádio Luzhniki, em Moscou. Com muita tecnologia e dançarinos, a festa contou com uma apresentação do rapper Nicky Jam, do ator Will Smith e da cantora Era Istrefi e de ninguém menos do que o astro brasileiro Ronaldinho Gaúcho.
A apresentação começou com uma contagem regressiva tecnológica e contou com dançarinos segurando placas de painéis de led. O palco foi rapidamente montado para a apresentação de Nick Jam, que conseguiu empolgar os quase 80 mil torcedores no estádio. A partir daí, os dançarinos se juntaram e as placas de led se transformaram em um grande telão, onde os grandes momentos do Mundial da Rússia foram repassados, tudo isso durante a apresentação do rapper norte-americano.

sábado, 14 de julho de 2018

Empregabilidade Atual em Açailândia-MA Por: Vereador Jarlis Adelino


Empregabilidade em Açailândia, política de mão de obra em ações voltadas ao aumento dos grupos socialmente desfavorecidos, desempregados em dificuldades no município.


Tratando-se de empregabilidade, temos o conceito que se compreende no mercado a Lei da procura e oferta que  estão  relacionados às oportunidades que surgem no mercado em que se encontram as empresas e prestadores de serviços, que por sua vez estão em constantes transformações,   logo, é necessário manter-se sempre atualizado para estar ativo e preparado para o mercado.
 Açailândia atualmente passa por uma transformação econômica significativa, durante décadas o município cresceu e se desenvolveu entorno das siderúrgicas que proporcionaram forte avanço econômico em todas as classes sociais, atraindo investimentos inclusive do poder publico motivado principalmente pelo crescimento da população habitacional.
A empregabilidade é relacionada e influenciada por vários fatores, tais como:  maior exigência das empresas que  procuram por  melhor qualificação e aperfeiçoamento profissional, em que os profissionais  necessitam dessas  qualidades para que assim possam buscar pelo seu sucesso empresarial.

2008 Crise econômica Mundial.


O Cenário mantido até 2008, ano de forte crise mundial afetou economicamente todo o mundo, Açailândia desde 2008 passa por mudanças econômicas radicais, cidade forte produtora de ferro gusa matéria prima para fabricação de aço, que tinha sua produtividade 100% destinada à exportação, o município tinha 15 (quinze) altos fornos onde empregávamos cerca de 6.000 (seis mil) trabalhadores de forma direta, hoje com apenas um terço desses altos fornos em atividades e pouco mais de 2 (dois) mil trabalhadores ativos, surge uma mudança fortemente notável que é a implantação de uma Aciaria que agrega valor ao produto (ferro gusa passa a ser transformado em aço laminado), essa mudança produtiva tem potencial para mudar de forma definitiva a cadeia produtiva de ferro gusa no município, onde passará a ser uma grande fabricante de laminados nacional, oportunidade de revitalização econômica e crescimento social do município e região.
Aciaria traz novas oportunidades de empreendimentos, surge com essa nova linha de produção no cenário moderno com possibilidade real de novos investimentos em linha de produção similar.
Açailândia necessita conscientizar-se de investir em novas carreiras profissionais, buscando qualificar-se constantemente, pois cada indivíduo é responsável pela sua ascensão no mercado. Tende-se que o profissional não trabalhe somente para a empresa, mas que busquem identificar essas novas oportunidades que chegarão ao município.
Com o tempo mudanças em relação às oportunidades de trabalho vem ocorrendo, porém se os trabalhadores estiverem atentos às transformações do mercado, administrando sempre a sua carreira profissional, podem mudar e resgatar a empregabilidade dentro de um curto prazo de tempo.
As mudanças, na qual as empresas visam e buscam por profissionais com maior nível de instrução, educação, conhecimento teórico e prático, para que assim possam buscar pelo seu sucesso empresarial e profissional. Atualmente para que um profissional se mantenha no mercado de trabalho, este deverá buscar por aprimoramento contínuo em novas tecnologias e habilidades devem ser continuamente aperfeiçoadas. Satisfazer a essas exigências podem sem duvida ser o fator primordial para o retorno do profissional ao posto de trabalho, mantendo-se sempre atualizado, lendo notícias, documentários, revistas, periódicos, em busca de obtenção de cultura em geral.
Sendo assim, basta ver o novo perfil de vagas de trabalho oferecido pelas empresas e organizações que investem na qualificação profissional para seus colaboradores, mediante  a palestra e  cursos profissionalizantes que abordam de maneira direta:  a superação, criatividade, inovação, habilidade, talento,  tendências  de mercado, controle de estresse  e qualidade de vida.  Também há uma abordagem de outros assuntos relevantes ao profissional que busca por uma vaga de emprego  no mercado de trabalho e para aquele profissional que quer se manter  qualificado e atualizado  diante de um cenário competitivo que necessita de mão de obra específica para o crescimento da empregabilidade.

Crescimento Industrial



A Revolução Industrial em Açailândia é atualmente favorável tanto para o crescimento econômico como no segmento da empregabilidade e no comercio de forma geral, com o advento do sistema capitalista as indústrias começaram a investir em novas linhas produtivas, buscando novas alternativas agregadas à produção de ferro gusa, entre elas Energia Elétrica, Gazes, Cimento e Laminados derivados do Aço, reaproveitamento de materiais antes descartados como escoria e granulado fino de carvão vegetal (muinha de carvão).
A laminação de aço em quantidade e qualidade pode ofertar novas oportunidades de empregos no município.
Na década de 80 as siderúrgicas estavam focadas apenas em produção de Ferro gusa para exportação, visão revista pelos empresários nos dias atuais, mudanças de conceito, marcadas por inúmeras transformações comerciais fizeram com quê as siderúrgicas buscassem novas alternativas. Dessa forma, as siderúrgicas buscaram nos últimos anos outras linhas produtivas agregadas à produção de ferro gusa. Buscaram inovações tecnológicas, estabelecendo prioridades para uma maior eficiência e eficácia em busca de obter os melhores rendimentos que proporcionasse um custo baixo na linha de produção. Com a crise econômica de 2008 houve diminuição considerável do ritmo de crescimento econômico e de investimentos em Açailândia.
As empresas instaladas no polo industrial de Açailândia, juntamente com os prestadores de serviços e comercio de forma geral, se motivam com a inauguração da Aciaria Gusa Nordeste, está que deve ser o novo marco econômico no município.

A Nova linha produtiva do setor siderúrgico passa de ferro gusa para aços laminados, ofertando maiores oportunidades em investimentos no setor, através de novas empresas que utilizam o aço como matéria prima.
Esses investimentos podem ser em curto prazo, o resurgimento do setor econômico e social no município está próximo,.
O novo ciclo produtivo do setor siderúrgico mudará radicalmente a nossa economia, precisamos está preparados profissionalmente para preencher esses novos postos de trabalho que a indústria possivelmente exigirá.
 
A historia empregatícia de Açailândia mostra que sempre superamos todas as mudanças econômicas que surgiram, passamos por importantes transformações na década de 1980, especialmente em função da nova constituição de 1988, que desencadeou a ‘Guerra Fiscal’ entre os Estados da Federação”, Açailândia é beneficiada geograficamente por está no eixo do Maranhão, com o fim do beneficiamento de madeira surgiu o ciclo produtivo de ferro gusa, com a chegada das empresas siderúrgicas no fim da década 80, se destacamos nacionalmente devido a grande produção de ferro gusa. Açailândia obteve-se um crescimento nos setores de educação através da qualificação profissional no setor econômico. A partir de 2008, mesmo com toda crise econômica e fechamento de algumas siderúrgicas, investimentos foram feitos no setor siderúrgicos, visto que se obteve considerável  baixa de sua produtividade, pois obteve uma queda aproximadamente em 50% da produção de ferro gusa e uma baixa de 70% no número de vagas de trabalho.

Atualmente as empresas vêm buscando fatores que supram suas necessidades, ou seja, a busca pela sua eficiência, atrativos fiscais e sua localização, destaca-se, como os principais fatores, proximidade com os mercados consumidores, logística, qualidade de vida e serviços, materiais e fornecedores, serviços públicos e facilidades na isenção de taxas e impostos. Pode-se notar que Açailândia possui fatores os quais contribuem para o crescimento industrial, consequência disto deve-se aos novos investimentos realizados dentro do setor siderúrgico, agropecuário e agrícola fortalecendo também toda região.

Entre 2008 e 2018 só no setor siderúrgico Açailândia perdeu mais de 4 mil vagas de empregos e centenas de postos de trabalho, o poder publico estará buscando parcerias com a área privada em relação a qualificação de mão de obra, estabilizar tributariamente os setores produtivos e prestadores de serviços, oferecer estrutura para escoação de produção em áreas rurais e promover benefícios, incentivos fiscais para ampliar e atrair industrias e empresas para o município, buscando sempre aumentar a nossa empregabilidade num processo continuo de geração de emprego e renda para todos nós.

Por: Vereador Jarlis Adelino

Malafaia defende Marcelo Crivella

Malafaia diz que Crivella “errou”, mas caso não era para impeachment; Vereadores recusaram pedido TIAGO CHAGAS20 HORAS AGO0  0  0 SHARES 0    Marcelo Crivella (PRB) ganhou um aliado em sua luta contra a tentativa de impeachment que os opositores a seu mandato vêm costurando na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. O pastor Silas Malafaia, apesar de considerar um erro a fala do prefeito na reunião com pastores, afirmou que o caso não justifica a cassação do mandato.  “Para que chamar exclusivamente um grupo de pastores evangélicos? Faltou um pouquinho de inteligência. Faltou fazer política. Mas ele roubou? Comprou com corrupção? Não é um erro dessa magnitude”, disse Malafaia sobre a situação, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.     Na reunião, o prefeito afirmou que os pastores poderiam atuar na divulgação de uma campanha de cirurgias de cataratas que a prefeitura está promovendo, além de dialogar sobre questões da organização da cidade, como mudanças de pontos de ônibus para próximo dos templos, ou questões como a cobrança de IPTU (que a Constituição Federal isenta, mas em alguns casos acaba sendo cobrado indevidamente).  “O grupo de trabalho dele precisa melhorar muito ainda”, disse Malafaia, estendendo suas críticas à forma como a cidade vem sendo administrada.  Crise “O prefeito Marcelo Crivella criou uma crise institucional. Não se pode usar a máquina pública para beneficiar um grupo privado”, disse a vereadora Teresa Berger (PSDB), fazendo coro ao colega de Câmara, Átila Nunes (MDB), que protocolou um pedido de impeachment de Crivella.     “Como é possível um prefeito prometer para os integrantes da sua igreja passar à frente na fila de cirurgias? Isso é a corrupção do sistema de saúde do Rio em favor de um grupo religioso”, afirmou o vereador Paulo Pinheiro (PSOL), outro opositor.  A Câmara interrompeu o recesso para discutir o pedido de impeachment de Crivella. Em sessão extraordinária na última quinta-feira, 12 de julho, os vereadores rejeitaram levar adiante os pedidos de cassação do mandato do prefeito, segundo informações do G1.  Para Crivella, tudo não passou de factoides criados por seus adversários: “Existe, sim, por parte da Globo [uma campanha contra ele], que infiltrou um jornalista e que inventou que era uma reunião secreta. Não era uma reunião secreta, com 170 pessoas e anunciada no WhatsApp, não tem nada de secreto nisso”, disse o prefeito, em entrevista ao SBT.  “Mas existe, sim, uma, vamos dizer assim, controvérsia. Todo mundo sabe, eu digo e declaro isso, aqui, que a Globo é inimiga jurada dos evangélicos. A Globo é contra a família, a Globo é a favor do aborto, ela tem toda uma agenda que contraria os princípios cristãos, católicos e evangélicos”, acrescentou o prefeito.        TAGS ÁTILA NUNES BISPO MARCELO CRIVELLA CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO FOLHA DE S. PAULO IMPEACHMENT IPTU MARCELO CRIVELLA PASTOR SILAS MALAFAIA SHARE THIS 0   PREVIOUS ARTICLE "Seu Barriga", do seriado Chaves, ensina que é preciso ler a Bíblia para mudar de vida NEXT ARTICLE Militância LGBT impede divulgação de cruzada evangelística com o pastor Franklin Graham COMMENTS (0) LEAVE A REPLY Your email address will not be published. Required fields are marked *  YOUR COMMENT  NAME *  EMAIL *  WEBSITE

Marcelo Crivella (PRB) ganhou um aliado em sua luta contra a tentativa de impeachment que os opositores a seu mandato vêm costurando na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. O pastor Silas Malafaia, apesar de considerar um erro a fala do prefeito na reunião com pastores, afirmou que o caso não justifica a cassação do mandato.
“Para que chamar exclusivamente um grupo de pastores evangélicos? Faltou um pouquinho de inteligência. Faltou fazer política. Mas ele roubou? Comprou com corrupção? Não é um erro dessa magnitude”, disse Malafaia sobre a situação, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
Na reunião, o prefeito afirmou que os pastores poderiam atuar na divulgação de uma campanha de cirurgias de cataratas que a prefeitura está promovendo, além de dialogar sobre questões da organização da cidade, como mudanças de pontos de ônibus para próximo dos templos, ou questões como a cobrança de IPTU (que a Constituição Federal isenta, mas em alguns casos acaba sendo cobrado indevidamente).
“O grupo de trabalho dele precisa melhorar muito ainda”, disse Malafaia, estendendo suas críticas à forma como a cidade vem sendo administrada.

Crise

“O prefeito Marcelo Crivella criou uma crise institucional. Não se pode usar a máquina pública para beneficiar um grupo privado”, disse a vereadora Teresa Berger (PSDB), fazendo coro ao colega de Câmara, Átila Nunes (MDB), que protocolou um pedido de impeachment de Crivella.
“Como é possível um prefeito prometer para os integrantes da sua igreja passar à frente na fila de cirurgias? Isso é a corrupção do sistema de saúde do Rio em favor de um grupo religioso”, afirmou o vereador Paulo Pinheiro (PSOL), outro opositor.
A Câmara interrompeu o recesso para discutir o pedido de impeachment de Crivella. Em sessão extraordinária na última quinta-feira, 12 de julho, os vereadores rejeitaram levar adiante os pedidos de cassação do mandato do prefeito, segundo informações do G1.
Para Crivella, tudo não passou de factoides criados por seus adversários: “Existe, sim, por parte da Globo [uma campanha contra ele], que infiltrou um jornalista e que inventou que era uma reunião secreta. Não era uma reunião secreta, com 170 pessoas e anunciada no WhatsApp, não tem nada de secreto nisso”, disse o prefeito, em entrevista ao SBT.
“Mas existe, sim, uma, vamos dizer assim, controvérsia. Todo mundo sabe, eu digo e declaro isso, aqui, que a Globo é inimiga jurada dos evangélicos. A Globo é contra a família, a Globo é a favor do aborto, ela tem toda uma agenda que contraria os princípios cristãos, católicos e evangélicos”, acrescentou o prefeito.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Produção industrial cai em 14 de 15 locais pesquisados pelo IBGE

A produção industrial caiu em 14 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na passagem de abril para maio deste ano. Segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados hoje (11), apenas o Pará teve alta na produção no período, de 9,2%, depois de uma queda de 8,5% em abril.
Segundo o IBGE, a queda foi motivada principalmente pela paralisação dos caminhoneiros no final de maio, que afetou o processo de produção em várias unidades industriais do país.
Seis estados tiveram quedas superiores à média nacional, de 10,9%, no período: Mato Grosso (-24,1%), Paraná (-18,4%), Bahia (-15%), Santa Catarina (-15%), São Paulo (-11,4%) e Rio Grande do Sul (-11%).
Os outros estados com queda na produção foram Goiás (-10,9%), Minas Gerais (-10,2%), Pernambuco (-8,1%), Rio de Janeiro (-7%), Ceará (-4,9%), Amazonas (-4,1%) e Espírito Santo (-2,3%). Além de analisar separadamente os desempenhos de Ceará, Pernambuco e Bahia, o IBGE também analisa o comportamento conjunto dos nove estados da Região Nordeste, que tiveram queda de 10% na produção.

Comparação

Na comparação com maio do ano passado, a produção recuou em 12 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Goiás (-15,7%). Tiveram alta apenas os estados do Pará (6%), Amazonas (4,5%) e Rio de Janeiro (0,9%).
No acumulado do ano, no entanto, a indústria teve desempenho positivo em oito locais. A principal alta foi observada no Amazonas (17,9%). Sete locais tiveram queda, sendo o Espírito Santo o estado com maior recuo (-5,1%).
Já no acumulado de 12 meses, o desempenho da indústria se mostra melhor, ao registrar alta em dez dos 15 locais, com destaque, mais uma vez, para o Amazonas (10,4%). Dos cinco locais em queda, Espírito Santo também obteve o pior resultado (-1,9%).

PIS/Pasep: saiba como consultar o saldo com reajuste dos fundos pela internet

Sites do Banco do Brasil e da Caixa disponibilizam consultas às cotas em 12 e 16 de julho, respectivamente; durante este mês, saldos serão corrigidos em 8,97%

Cotistas do PIS/Pasep que não fizeram o saque deste ano até junho poderão sacar o recurso a partir do dia 14 de agosto, quando começa a segunda etapa do cronograma de liberações. Os valores serão repassados com correção de 8,97%. Correntistas do Banco do Brasil e da Caixa receberão o saldo com antecedência, no dia 8 de agosto.

A partir do dia 14, empregados de quaisquer idades poderão solicitar suas cotas. A suspensão durante o mês de julho foi utilizada para o cálculo do rendimento do exercício 2017-2018, que ficou em 8,97%.
O cronograma prevê saques até 28 de setembro.
Como conferir o saldo
- Funcionários públicos podem conferir se têm cota a receber a partir desta quinta-feira, 12 de julho, no site do Banco do Brasil. O banco também permitirá consultas em terminais de autoatendimento a partir desta data.
- No caso do Pasep, por sigilo bancário, é possível apenas consultar se há saldo disponível, não se permite verificar o valor da cota. Segundo o banco, apenas correntistas do BB com saldo de cota podem consultar o valor disponível na internet e nos terminais de autoatendimento através da conta corrente e senha acessando a seguinte opção: Extratos - Extratos diversos - Agenda financeira.
- O pessoal da iniciativa privada poderá consultar o saldo reajustado a partir da próxima segunda-feira, dia 16 de julho, no site da Caixa.
- A Caixa também disponibiliza consulta por meio do APP Caixa Trabalhador, do telefone 0800-7620207 e de máquinas de autoatendimento.
- Para realizar as consultas, basta ter em mãos o número do PIS , no caso de servidores do setor privado, ou do Pasep, para funcionários públicos, ou o CPF e data de nascimento do cotista.
Período de saque
- O pagamento para todas as idades ocorrerá entre 14 de agosto e 28 de setembro. Para quem tem conta na Caixa ou no Banco do Brasil, o depósito sairá automaticamente no dia 8 de agosto para qualquer idade.
- Correntistas do Banco do Brasil que não desejarem receber o crédito no dia 8 de agosto, devem procurar uma agência do BB e manifestar sua intenção, no que serão prontamente atendidos, segundo o banco.
O que acontece com cotas não sacadas?
Os recursos não sacados continuam aplicados e serão corrigidos anualmente, de acordo com a legislação vigente. A partir de 1º de outubro, os saques poderão ser realizados pelos participantes com idade igual ou superior a 60 anos, aposentados, portadores do HIV, neoplasias malignas, militar reformado ou da reserva etc.
Quem tem direito ao saque?
Têm direito à cota trabalhadores que tenham contribuído entre 1971 e 1988 e que ainda não sacaram o saldo de cotas na conta individual de participação. Cada trabalhador tem direito a apenas uma cota.
As Cotas são o resultado dos créditos depositados pelo empregador no Fundo PIS/Pasep, entre os anos de 1971 a 04/10/1988.
A Medida Provisória 813/2017 alterou as regras de pagamentos das cotas do Fundo PIS-Pasep, permitindo o saque pelos cotistas com idade a partir de 60 anos de forma automática. A MP foi convertida em Lei, pelo Congresso Nacional, com emenda que possibilita o pagamento para todos os participantes do fundo até 29 de junho de 2018, independentemente da idade. Decreto do Presidente da República estendeu o prazo de pagamento para até 28 de setembro de 2018.
Herdeiros também têm direito
Herdeiros de cotistas que morreram podem sacar o benefício em qualquer data, sem necessidade de seguir o calendário. No caso do Pasep o beneficiário deve consultar o saldo disponível em www.bb.com.br/pasep. Para isso, é preciso ter número do CPF e data de nascimento do cotista ou inscrição no Pasep.
Para sacar o dinheiro, os herdeiros devem comparecer a uma agência do BB munidos de certidão de óbito, certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte do INSS ou d empregador, onde conste nome completo do dependente, data de nascimento e grau de parentesco ou dependência com o falecido.
Para liberar o PIS, é preciso comparecer a uma agência da Caixa e apresentar identidade, o número de inscrição no programa e documento que comprove relação de vínculo com o titular.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Siderurgia: Ex Siderúrgica Maragusa de Marabá volta a funcionar, agora administrada por empresa mineira

A Âncora Siderúrgica empresa do Estado de Minas Gerais, que arrendou toda a estrutura da Maragusa – Marabá Gusa Siderúrgica Ltda. –, voltou a operar no Distrito Industrial de Marabá.
A boa notícia foi confirmada pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Estado do Pará (Sindiferpa), Zeferino Abreu Neto. O grupo que chega a Marabá vai gerar 300 empregos diretos.
“De imediato a siderúrgica vai empregar 300 funcionários. Depois vai aumentando, de acordo com o aumento dos trabalhos”, confirmou Zeferino Abreu.
Segundo ele, a religação do alto-forno é interessante, porque faz com que outras siderúrgicas “já comecem a se mexer”, porque o comércio está bom, apesar da discussão sobre o preço do minério. “Infelizmente nenhum dos políticos nossos se interessaram em lutar pelo setor para buscar um preço do minério diferenciado para viabilizar o setor, que hoje é um dificultador grande que faz com que atrapalhe outras siderúrgicas voltarem a operar”.
Sobre a mão-de-obra que será empregada na Âncora Siderúrgica, Zeferino informou que os currículos para a parte operacional estão sendo analisados. “O que me informaram é que os currículos analisados são de pessoas para trabalharem no alto-forno, que já tem experiência na área. A parte administrativa é tudo da empresa, que arrendou da gente e não está tendo vaga”, disse
Nos anos 2000, foi o auge do projeto de gusa no pólo Carajás. Onze guseiras funcionavam no Distrito Industrial de Marabá, gerando 8.600 postos de trabalho. No efeito dominó que iniciou em 2008, o DIM viu suas empresas fecharem em função da crise mundial que fez despencar o preço do minério de ferro e também do gusa.
DIM
Atualmente, está em operação no DIM apenas a Siderúrgica Norte Brasil (SINOBRAS). Sua produção estimada hoje é de 300 mil toneladas aço laminado por ano e é voltada para o mercado interno, principalmente construção civil.

Soja: Mercado já conhece últimas informações da disputa comercial e se ajusta antes do USDA

Segue a cautela no mercado internacional da soja no pregão desta terça-feira (26). Por volta de 12h40 (horário de Brasília), as cotações trabalhavam com oscilações de 0,25 a 1,25 ponto, com algumas, inclusive, sem apresentar variação, com o mercado ainda não tentativa de se ajustar após a intensa baixa da sessão anterior. Assim, o julho/18 valia US$ 8,74 por bushel, enquanto o setembro tinha US$ 8,84. 
Mais cedo, os futuros da oleaginosa chegaram até mesmo a registrar alguns ganhos, na tentativa, como explica o analista de mercado Bryce Knorr, do portal internacional Farm Futures, de amenizar as últimas perdas e consolidar uma recuperação. O movimento, no entanto, teve vida curta. 
As preocupações com a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos ainda não se dissiparam, porém, o mercado e os traders buscam retomar seu fôlego para as novas informações que estão por vir. Além disso, essa é semana de novos boletins do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e os traders procuram ainda estar bem posicionados antes da divulgação dos novos números. 
Ao mesmo tempo, o que também segue como um limitante para uma recuperação mais expressiva das cotações é a questão climática nos Estados Unidos. Quase todo o Meio-Oeste americano conta com boas condições e um desenvolvimento satisfatório das lavouras 2018/19. 
De acordo com o reporte de acompanhamento de safras trazido pelo USDA no fim da tarde de ontem, são 73% dos campos de soja em boas ou excelentes condições. Há ainda 95% das lavouras em fase de germinação e 12% em fase de florescimento. 
"O fim de semana aqui no Cinturão Agrícola americano trouxe chuvas amplamente dispersas e, em algumas localidades, com totais pluviométricos expressivos. No atual momento, os níveis de umidade do solo da região são adequados para proporcionar o bom desenvolvimento vegetal", diz o boletim diário da AgResource Mercosul.
E para os próximos dias, as previsões continuam mostrando que as chuvas seguirão chegando em bons volumes e abrangência para manter, até este momento, a sanidade das lavouras norte-americanas.

Suzano vai emitir R$ 4,68 bi em debêntures para pagar aquisição da Fibria

Na segunda-feira, 26, a Coluna do Broadcast antecipou que a Suzano fez uma sondagem com grandes bancos brasileiros para uma linha de crédito de R$ 6 bilhões a R$ 8 bilhões, com prazo de oito anos, no âmbito do pagamento da aquisição da Fibria. Bradesco e Banco do Brasil fizeram propostas, conforme fontes.
A aquisição da Fibria pela Suzano Papel e Celulose movimentou R$ 47,7 bilhões

Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa detalha que as debêntures terão prazo de oito anos e remuneração de 112,50% do CDI.
A empresa informa ainda que já contratou o respectivo hedge para todo volume objeto da emissão de debêntures informada, com custo de 5,74% ao ano em dólares.
"A utilização de outras formas de financiamento, alternativamente aos compromissos firmes anteriormente mencionados em março, está em linha com a estratégia da companhia de busca constante por oportunidades com estruturas e custos mais aderentes e condizentes com a gestão de seu endividamento e com seu posicionamento de mercado e fortalece a posição da companhia com relação a sua capacidade de realizar o pagamento da Parcela em Dinheiro da Operação", diz a empresa.
Segundo a Suzano, a consumação da operação está sujeita, ainda, ao cumprimento de outras condições precedentes usuais para este tipo de operação, incluindo a aprovação por determinadas autoridades da concorrência no Brasil e no exterior. "Até a data da consumação da operação, as companhias não sofrerão qualquer alteração na condução de seus negócios e permanecerão operando de forma independente"