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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Índice de pessoas com carteira assinada aumenta de 45,3% para 56%

 
Os sucessivos períodos de crescimento econômico na década de 2000 levaram à expansão da formalidade no mercado de trabalho. A proporção de pessoas de 16 anos ou mais no trabalho formal aumentou “significativamente” passando de 45,3% para 56%, entre 2001 e 2011 – um aumento de 10,7 pontos percentuais. Entre as mulheres esse aumento foi ainda maior: 11,6 pontos percentuais, passando de 43,3% em 2001 para 54,8%, em 2011.
Os dados fazem parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais: Uma Análise das Condições de Vida da População Brasileira 2012, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje (28).

O estudo indica que, em 2011, foram gerados 1,94 milhão de empregos com carteira de trabalho assinada. Segundo o levantamento, o aumento de 10,7 pontos percentuais no número de pessoas com emprego formal se concentrou, principalmente, na segunda metade do período (2006 a 2011), com 8,6 pontos percentuais. Ainda levando em consideração o período 2006 a 2011, o aumento da formalidade do emprego entre as mulheres também foi maior: 9,9 pontos percentuais.

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri, disse que os dados ratificam o que ele considera as duas principais características da década: a redução da desigualdade e o aumento da formalidade, do emprego com carteira assinada.

“Os dados do Caged [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e do Emprego] já indicavam um crescimento contínuo do emprego formal, que vem acumulando saldo positivo desde 2003, variando de 700 mil a 1,5 milhão de novos empregos formais por ano.”

Para Neri, o crescimento do emprego formal e a segurança de ter a carteira de trabalho assinada é, sem dúvida, o principal símbolo da nova classe média. “E ela [a carteira de trabalho] é também o símbolo do produtor, do trabalho, do consumo. É o que está transformando essa classe média em um bom consumidor: o fato de que não só está crescendo a geração de renda, mas a geração de renda advinda do emprego formal – que garante estabilidade, seguro desemprego, FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço].”

Do ponto de vista regional, o maior percentual de empregados com carteira de trabalho assinada encontra-se na Região Sudeste (52,1% no caso da população ocupada masculina e 42,9% para a feminina), sendo o valor mais elevado observado na Região Metropolitana de São Paulo (57,8% e 51,7%, para homens e mulheres, respectivamente).

Apesar dos avanços, o país ainda continua registrando, segundo o IBGE, “um contingente expressivo de sua mão de obra (masculina e feminina) na informalidade: 44,2 milhões de pessoas.”

A expansão da formalidade indica que, no caso da população masculina, o percentual de empregados com carteira de trabalho assinada chegava a 33,7% em 2001, avançou 2,3 pontos percentuais em 2006 e, em 2011, já correspondia a 42,5%.

Para a população ocupada feminina, o percentual de trabalhadoras nesta categoria é um pouco menor, 35,1%, contudo, houve um aumento de 1,8 ponto percentual na primeira metade do período considerado (2001 a 2006) e de 7,5 pontos percentuais na segunda, 2006 a 2011.

Fonte: Agência Brasil

Taxa de desemprego cai para 10,5% em outubro, segundo Seade/Dieese

 
A taxa de desemprego caiu para 10,5% em outubro, ante 10,9% em setembro, segundo dados da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), apurada em sete regiões metropolitanas, divulgados nesta quarta-feira.

De acordo com o Seade/Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), responsáveis pela pesquisa, a variação ocorreu no desemprego aberto --caiu de 8,4% para 8%.

O desemprego aberto mede a parcela da população que busca uma colocação no mercado e não exerce nenhum tipo de atividade remunerada, nem mesmo os bicos.

Não houve variação no desemprego oculto pelo trabalho precário (quando o desempregado faz bicos) ou pelo desalento (quando o desiste de buscar uma colocação), que se manteve em 2,5%.

No mês, o nível de ocupação no país subiu 0,4% nas sete regiões metropolitanas pesquisadas no levantamento.

O total de ocupados foi estimado em 20,15 milhões, para uma PEA (População Economicamente Ativa) de 22,52 milhões. Em termos absolutos, a redução no número de desempregados foi de 80 mil pessoas.

REGIÕES

A taxa de desemprego recuou nas regiões metropolitanas do Distrito Federal --passou de 11,9% em setembro para 11,4% em outubro--, de Fortaleza --de 8,7% para 7,9%--, de Recife --de 12,6% para 12,2%--, de Salvador --de 19% para 18,6%-- e de São Paulo --de 11,3% para 10,9%.

Na região metropolitana de Porto Alegre, houve leve crescimento de 6,9% para 7%. A taxa ficou estável na região de Belo Horizonte, em 5,1%.

ATIVIDADES

Na divisão por atividades, o nível de ocupação subiu no setor de indústria de transformação --alta de 2,5%-- e em comércio e reparação de veículos -alta de 1,1%. Houve leve queda em serviços (-0,2%) e na construção (-0,1%).

Fonte: Folha de S. Paulo

Em 2012, produção brasileira de aço vai registrar 1ª queda em 4 anos

Para o ano que vem, Instituto Aço Brasil ainda enxerga um cenário incerto

 
A produção brasileira de aço vai registrar em 2012 sua primeira queda desde 2008, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Aço Brasil (IABr). Para o ano que vem, a entidade ainda enxerga um cenário incerto. Por isso, optou por não fazer previsões para a produção nacional.
O presidente do conselho do IABr, Albano Chagas Vieira, acredita que a expectativa é de melhores resultados em 2013. Entretanto, lembra que a recuperação esperada para este ano não se confirmou.
O executivo pondera que conta a favor do setor siderúrgico a perspectiva de queda na tarifa de energia, a alta do dólar e a possibilidade de o governo ampliar a taxação sobre a importação de produtos siderúrgicos. Além disso, o fim da guerra fiscal nos portos brasileiros a partir de janeiro também deve beneficiar o segmento, avaliou.

Inadimplência das empresas sobe 13,8% em outubro, maior alta do ano

Elevação, contudo, foi influenciada pelo número de dias úteis, diz Serasa.
No acumulado deste ano até outubro, a elevação é de 12,8%.

 
A inadimplência das empresas cresceu 13,8% em outubro sobre setembro, revela nesta quarta-feira (28) o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas. É a maior alta mensal do ano, diz a empresa de análise de crédito.

A mesma alta foi verificada na comparação anual, ou seja, sobre outubro de 2011. No acumulado deste ano até outubro, a elevação é de 12,8% com relação ao mesmo período do ano passado.

“A maior alta mensal do ano na inadimplência das empresas, na comparação de outubro frente a setembro, foi influenciada pelo efeito-calendário, em razão do maior número de dias úteis no décimo mês. O impacto foi sobre os protestos e os cheques sem fundos, que são registrados em dias úteis. Deve-se considerar também que a alta de outubro ocorreu sobre uma base fraca, de setembro, o que reduz a relevância dessa elevação”, salientam, contudo, os economistas da Serasa, em nota.

Os economistas ressaltam, ainda, que, apesar da alta, não houve deterioração do cenário de inadimplência das empresas, em decorrência do aumento de encomendas para o final de ano e da maior geração de caixa.

Valor das dívidasNos dez primeiros meses de 2012, as dívidas não bancárias (fornecedores, cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) apresentaram um valor médio de R$ 763,89, crescimento de 3% sobre o mesmo período do ano passado.

As dívidas com bancos registram um valor médio de R$ 5.270, alta de 1,7% na relação com os dez primeiros meses de 2011.

Os títulos protestados têm o valor médio de R$ 1.955,71 no período, elevação de 10,4%.
Os cheques sem fundos apontam um valor médio de R$ 2.271,06, aumento de 9% em comparação com o acumulado de janeiro a outubro de 2011.

domingo, 25 de novembro de 2012

INSS começa a pagar dia 26 a 2ª parcela do décimo terceiro salário

 
A Previdência começa a fazer os depósitos da segunda parcela do décimo terceiro salário a partir da próxima segunda-feira (26) para quem ganha até um salário mínimo (R$ 622) e cujo número de inscrição no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) termina em 1. Para quem recebe acima do mínimo, os pagamentos começarão a ser feitos uma semana depois, na segunda-feira seguinte (3).

O crédito a todos os contribuintes será feito até 7 de dezembro. No total, serão pagas parcelas para cerca de 25,8 milhões de beneficiários. Estima-se que o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro injete cerca de R$ 11,7 bilhões na economia.

“Chamo a atenção para o que isso representa para a economia do país, sobretudo dos estados e dos municípios. O repasse da Previdência para os municípios é superior ao repasse do Fundo de Participação [dos Municípios]. É importante que se saliente não só o aspecto da proteção social, mas também o aspecto econômico”, diz, em nota, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho.

O estado onde haverá mais impacto econômico com a entrada da segunda parcela do décimo terceiro será São Paulo, com R$ 3,3 bilhões pagos a mais de 6 milhões de pessoas. Em seguida, vem o Rio de Janeiro, com cerca de R$ 1,2 bilhão. O estado com menos injeção de recursos será Roraima, com R$ 8,7 milhões.

A primeira parcela do décimo terceiro deve ser depositada até o dia 30 de novembro. Aposentados e pensionistas do INSS receberam o primeiro pagamento em agosto. Tanto a primeira quanto a segunda parcelas do décimo terceiro têm o Imposto de Renda (IR) retido na fonte. Para saber o valor exato do décimo terceiro, acesse o extrato de pagamentos da Previdência na internet.

Pessoas que recebem amparo previdenciário do trabalhador rural, renda mensal vitalícia, amparo assistencial ao idoso e ao deficiente, auxílio suplementar por acidente de trabalho, pensão mensal vitalícia, abono de permanência em serviço, vantagem do servidor aposentado pela autarquia empregadora e salário-família não têm direito a décimo terceiro derivados desses benefícios.

Fonte: Agência Brasil

Gol anuncia fim da Webjet e demissão de 850 empregados


 
A Gol Linhas Aéreas anunciou nesta sexta-feira (23) o fim das atividades da Webjet, comprada pela empresa em julho de 2011. A Gol também disse que vai cortar mais 850 empregados entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.

A Gol concluiu a compra da WebJet em outubro de 2011, por R$ 70 milhões, além de ter assumido dívidas de cerca de R$ 200 milhões. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a fusão das duas empresas em outubro.

"Modelo de passagens baratas deixou de ser competitivo"

Em nota, a Gol afirma que o modelo de negócios da Webjet, de passagens baratas, deixou de ser competitivo com os novos patamares de custo do setor no país.

"A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Esse modelo deixou de ser competitivo", disse a Gol em fato relevante.

Clientes da Webjet serão atendidos pela Gol; lanche será cobrado

Ainda segundo a Gol, "os clientes e passageiros da Webjet serão integralmente assistidos pela empresa, e terão seus voos garantidos".

Uma das medidas que deve ser implementada em todos os voos da Gol é a venda de lanches a bordo. Atualmente, o serviço está disponível apenas em alguns voos da companhia.

Cerca de 3 mil pessoas foram demitidas em 2012

Após o corte de quase 3 mil funcionários desde o início do processo de fusão entre as duas empresas, a Gol não prevê novas demissões. Além dos 850 funcionários anunciados nesta sexta-feira, outros 2 mil já tinham sido desligados da empresa neste ano.

"Agora, com a nova estrutura, incluindo desligamento desses 850 colaboradores, nossa estrutura ficará estável em torno de 17 mil colaboradores", afirmou o diretor-presidente da empresa, Paulo Kakinoff, em teleconferência.

Gol irá devolver aeronaves; empresa quer mais eficiência

A Gol irá devolver as 20 aeronaves Boeing 737-300 da Webjet até o final do primeiro semestre de 2013.

A aérea informou ainda que estima um aumento pontual de custos no 4º trimestre deste ano. Em 2013, a empresa prevê redução na oferta doméstica de assentos de 5% a 8%.

Fonte: UOL

Mantega vê crescimento de 4% em 2013, mesmo com crise internacional

 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (23), durante a 32ª Reunião do Fórum Nacional da Indústria que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano deve ficar em torno de 4% ainda que a situação econômica mundial não melhore em 2013. "Infelizmente temos de contar com esse cenário desfavorável", disse ele, em evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).


De acordo com ele será possível um crescimento mais robusto ainda com o cenário internacional seja desfavorável. O ministro aposta em um crescimento da economia americana, que pode estimular a economia internacional. Em relação à Europa, sua avaliação é mais pessimista. "A economia europeia entrou em recessão com dois trimestres consecutivos. Não vejo perspectivas de melhoras. Esse mercado estará fechado para nós", disse ele.


Para o Brasil, ele diz que o segundo semestre de 2012 já mostra sinais de recuperação em relação ao primeiro semestre, que foi "fraco". "Vamos começar 2013 com um crescimento de pelo menos 1,7%, que é o mínimo. Trabalhamos com um crescimento mínimo de 4% para o ano".


De acordo com Mantega, o governo tem tomado várias medidas de estímulo, com uma nova política macroeconômica. "Temos uma política monetária mais eficiente, com juros mais baixos. O câmbio está em uma posição razoável, não ainda satisfatória. Já dá sinais de melhora. As importações diminuíram e a de manufaturados começam a melhorar, ainda que o cenário internacional seja desfavorável", disse ele.


Segundo Mantega, a prioridade para o ano que vem é o estímulo ao investimento. "Ele é o que mais sofre diante de um cenário de crise. Será o carro chefe dessa expansão da economia. Se o PIB cresce 4%, o investimento deve crescer o dobro, 8%".

Ele disse ainda que a redução no custo da energia será benéfica para o País. "Não podemos sacrificar o Brasil, a estrutura produtiva, em favor de uma meia dúzia que querem ter lucros altos. É muito importante essa redução no custo da energia. O consumidor vai ter mais sobra de renda para comprar produtos", afirmou.


Mantega afirmou que é necessária uma reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). "Temos problemas de acúmulo de créditos que não são reembolsados e por conta da guerra fiscal provoca uma insegurança jurídica".


O ministro vê condições para o que o problema seja resolvido. "O fruto está maduro. Não é fácil resolver um problema federativo, que envolve os 27 Estados. A proposta é que a alíquota interestadual seja reduzida para 4%. Será cobrado no destino e não na origem", afirmou.

Fonte: Terra

OIT alerta para consequências da crise mundial sobre os trabalhadores

 
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) encerrou na última sexta-feira (16) a terceira reunião anual do Conselho de Administração divulgando declaração em que alerta para os riscos de a economia mundial entrar em um período prolongado de crescimento baixo, ou mesmo negativo. Segundo a organização, o cenário pode resultar em “consequências sociais terríveis aos trabalhadores e crise para os empregadores”.

De acordo com o comunicado conjunto dos participantes do encontro, o diálogo social é indispensável para que haja uma resposta efetiva à crise, para a manutenção dos direitos dos trabalhadores no ambiente de trabalho e para a recuperação da economia mundial.

O Conselho de Administração da OIT - que tem participação de trabalhadores, empregadores e governos - se reúne três vezes ao ano, em março, junho e novembro, para definir as políticas da organização, debater a agenda das conferências internacionais do trabalho, adotar rascunhos de programas e orçamentos e eleger novos diretores-gerais.

A estimativa do colegiado, que esteve reunido nas últimas duas semanas em Genebra, na Suíça, é que pelo menos 203 milhões de pessoas estejam desempregadas no mundo em 2013. O Brasil foi representado na reunião pelo coordenador de Assuntos Internacionais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Sérgio Paixão.

A organização também ressaltou a importância da adesão dos governos à Declaração da OIT sobre Justiça Social para uma Globalização Justa e ao Pacto Global para o Emprego, como forma de alcançar a recuperação econômica sustentável e o crescimento.

Os representantes ainda pediram ao diretor-geral da OIT, Guy Ryder, que as futuras reuniões da OIT sejam aproveitadas para debater a crise, promover ações coordenadas e avançar em soluções.

Fazem parte do documento outras propostas, como a inclusão do trabalho decente e emprego no rol dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas, depois do período de implementação da agenda, que se encerra em 2015; e que esforços da OIT promovam a coerência entre as políticas de trabalho e emprego nos países que têm papel mais relevante e influência no contexto internacional.

Fonte: Agência Brasil

FIMETAL e CNM debateram contrato coletivo com metalúrgicos do Nordeste

 
A FIMETAL - Federação Interestadual dos Metalúrgicos da CUT do Nordeste reuniu os sindicatos filiados neste final de semana 24 e 25 em plenária de planejamento das atividades para o próximo ano.
 
A plenária aconteceu em Fortaleza-CE e também contou com a presença do presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, Paulo Cayres, o Paulão. Segundo ele, um dos temas mais importantes do encontro foi a união proposta pelos sindicatos de Natal-RN, Mossoró-RN, Fortaleza-CE, Campina Grande_PB, Feira de Santana-BA, Imperatriz-MA e Açailândia-MA, além da oposição cutista de Camaçari-BA. Essa unificação traz ganhos incalculaveis para a região.
Foram tratados inúmeros assuntos pertinentes a categoria e a Propriá Federação,  outro ponto importante foi o plano de luta da Federação em 2013 aprovado durante o encontro diretivo da Federação, ouve intendimento na discursão com os dirigentes metalúrgicos do Nordeste sobre o Contrato Coletivo Nacional de Trabalho da categoria.
“Foi um momento privilegiado, porque estavam presentes dirigentes dos oito sindicatos de metalúrgicos cutistas da região e porque tivemos oportunidade de debater as estratégias para que a pauta do CCT desses sindicatos estejam comungadas com as propostas inclusa pela CNM/CUT para um nivel nacional – CCT/NACIONAL aprovada na conferência nacional que fizemos no início do mês – seja incorporada nas campanhas salariais e nas negociações que os sindicatos conduzirão com as emrpesas a partir do ano que vem”, destacou Paulão.
A Federação Interestadual foi criada em 2008 para unificar as lutas da categoria no Nordeste. Os sindicatos de metalúrgicos cutistas na região são: Feira de Santana (BA), Recife-PE, Campina Grande (PB), Natal (RN), Mossoró (RN), Fortaleza (CE), Imperatriz e Açailândia (MA).

Planos de saúde terão que oferecer atendimento em tempo integral

 
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que edite uma norma obrigando as operadoras de planos de saúde a prestar atendimento 24 horas por dia, de segunda-feira a domingo, inclusive nos feriados, para a autorização dos procedimentos de urgência necessários. O prazo para que a norma seja elaborada é de 30 dias. Procurada, a ANS informou que está analisando a questão e que se pronunciará hoje.
O MPF argumenta que os clientes ficam desamparados quando precisam de atendimento urgente nos fins de semana e nos feriados. Sem conseguir a autorização para a realização de algum procedimento coberto pelo plano de saúde, muitas vezes, o beneficiário é obrigado a pagar do próprio bolso ou apresentar cheque-caução, apesar de esta exigência ser considerada crime conforme a Lei nº 12.653, de maio deste ano. Mesmo quando o hospital não condiciona o socorro à emissão da garantia, a fatura é cobrada posteriormente do doente ou de sua família, caso o plano se recuse posteriormente a honrar todos os trâmites realizados.

Publicada lei que dá prazo para tratamento do câncer

 
A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que fixa o prazo de até 60 dias para o início do tratamento de câncer maligno pelo Sistema Único de Saúde, contado a partir do diagnóstico da doença. De acordo com a Lei 12.732, publicada sem vetos no Diário Oficial da União desta sexta (23), o primeiro tratamento no SUS será considerado efetiva mediante a realização de quimioterapia, radioterapia ou cirurgia, conforme a necessidade do paciente, atestada na prescrição do médico.
A lei entra vigor em 180 dias, período em que os estados deverão elaborar planos regionais para o aprimoramento da assistência oncológica à população. Contudo, desde o ano passado, o Sistema Único de Saúde já vem implementando medidas coordenadas pelo Ministério da Saúde, voltadas à ampliação do acesso e da qualidade do atendimento a pacientes com câncer. “As ações têm o objetivo de incentivar os estados e municípios a modernizarem e integrarem a rede de atendimento para que a assistência ao paciente oncológico comece no menor prazo possível, o que é fundamental para o sucesso do tratamento da doença”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Até o final deste ano, o investimento financeiro do Ministério da Saúde em procedimentos hospitalares, tratamentos e cirurgias na área oncológica deve chegar a R$ 2,4 bilhões – R$ 200 milhões a mais do que foi investido que 2011. Em relação a 2003, os recursos aplicados neste setor mais que dobraram (143% de reajuste).
Só para o atendimento a pacientes com câncer citopatológico e de mama, por exemplo, o SUS conta atualmente com cerca de 300 serviços de saúde. Outros nove hospitais especializados neste segmento estão em processo de estruturação nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. E mais sete estabelecimentos de saúde deverão ser habilitados nos estados de Alagoas, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de mais uma unidade em São Paulo e na Bahia.
Em relação a mamografias realizadas no SUS, só no primeiro semestre deste ano foram contabilizados 2,1 milhões deste tipo de exame de rastreamento. Este quantitativo é 16% maior que o número de mamografias em 2011, ano em que também foram feitas, pelo Sistema Único de Saúde, 94 mil cirurgias oncológicas (40% a mais que em 2003) e 2,4 milhões de quimioterapias (100% a mais que em 2003).
A REDE
Atualmente, os pacientes atendidos pelo SUS contam com 32 serviços de radioterapia, quantidade que chegará a 80 unidades (até 2015). Para isso, o Ministério da Saúde reservou R$ 505 milhões para a ampliação da rede de assistência neste segmento. Os recursos também serão utilizados na aquisição de acelerados lineares, equipamentos usados em radioterapia.
A Lei 12.732 estabelece, ainda, que as terapias oncológicas deverão ser atualizadas, sempre que necessário, com o objetivo de se adequar a assistência no SUS ao conhecimento científico e à disponibilidade de novos tratamentos. Nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde autorizou a incorporação de quatro medicamentos (Nilotinibe, Mesilato de imatinibe, Rituximabe e Trastuzumabe) e três procedimentos oncológicos (Ablação por radiofrequência, Injeção percutânea de etanol e Quimio-embolização) na rede pública de saúde.
A POLÍTICA
Em 2005, o Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Atenção Oncológica, para reforçar ações de controle ao câncer. Desde 2003, também realiza campanhas e ações de conscientização e prevenção dentro do Programa Nacional de Controle do Tabagismo e do Programa Nacional de controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama. E, ano passado, a presidenta Dilma Rousseff lançou o Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a assistência oncológica em todo o país.
No Brasil, o câncer representa a segunda causa de mortes. Até o final deste ano, a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é que serão registrados cerca de 523 mil casos novos da doença. Os tipos de câncer com maior incidência no país são o de pele, próstata, mama e pulmão.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Greve na CSN, com três mortes, será relembrada hoje no Câmera Aberta. Ao vivo!

 
 
Em 7 de novembro de 1988, mais de 18 mil metalúrgicos enfrentaram a direção da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e o Exército, reivindicando melhores condições de trabalho e salários dignos.
A greve durou 17 dias. A direção da CSN se negava a negociar, até que, na madrugada do dia 9 de novembro, o então presidente José Sarney autorizou o Exército a invadir a fábrica. Os soldados dispersaram a manifestação, transformando a Companhia em um verdadeiro campo de batalha. Três operários foram mortos: William Fernandes Leite, de 22 anos; Valmir Freitas Monteiro, de 27 anos; e Carlos Augusto Barroso, de 19 anos; além de centenas de feridos.
Convidados - Para resgatar essa história, que marcou o movimento sindical e o Brasil, o Câmera Aberta Sindical desta quarta (21) convidou dois diretores do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense: Bartolomeu Citeli, diretor de Comunicação, que participou da greve; e Maria Conceição dos Santos, do Departamento Feminino.
Magri - Outro convidado é Antonio Rogério Magri, que esteve à frente das negociações em uma das greves da CSN, quando ministro do Trabalho e Previdência, no governo Collor de Mello. Magri adianta: “Chegou ao governo informação de que queriam explodir os alto-fornos. Isso me fez ligar para o Collor à uma da manhã, alertando o Presidente”. A ameaça não se consumou.

Anac dá autorização prévia para fusão entre as companhias Trip e Azul

Decreto foi publicado no 'Diário Oficial da União' desta quarta-feira (21).
Associação ainda precisa ser aprovada pelo Cade.

 

 
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concedeu autorização prévia para a fusão entre as companhias aéreas Trip e Azul, conforme decreto publicado no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira (21).
"A diretoria da Anac (...) decide conceder autorização prévia para a transferência das ações representativas da totalidade do capital social da Trip Linhas Aéreas para a Azul, nos exatos moldes da operação descrita no processo supra referenciado", afirmou a autarquia na publicação.
A associação entre Azul e Trip, anunciada em 28 de maio, ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade).
Após a aprovação, as empresas passarão a operar sob a holding Azul Trip S/A, resultando em uma companhia aérea com 840 voos diários, 116 aviões e 9 mil funcionários. A nova Azul será responsável por 29% das decolagens realizadas no Brasil.

FIMETAL / EDITAL DE CONVOCAÇÃO


Reunião Ordinária do Conselho Diretivo

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

 
O Presidente da Federação Interestadual dos Metalúrgicos do Nordeste - Fimetal, no uso de suas atribuições legais e em obediência a Decisão da Direção Executiva, amparado no que dispõe o estatuto social, CONVOCA Reunião Ordinária do Conselho Diretivo da Fimetal, que se realizará no Hotel Praia das Fontes, localizado na Cidade de Beberibe – Ceará, nos dias 24 e 25 de novembro de 2012, para discutirem e deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:

 
a)     Discussão e deliberação sobre decisões tomadas em reuniões da Direção Executiva;

b)     Discussão e deliberação de como integrar os STIMs: Ceará, Feira de Santana e Imperatriz as instâncias da Fimetal;

c)     Criação do Fórum dos Presidentes;

d)     Atualização do Plano de Lutas da Fimetal;

e)     Convocação da Segunda Plenária Ordinária da Fimetal.

 
PARTICIPAM DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DIRETIVO:

 
1.   Os membros do Conselho Diretivo da Fimetal;

2.   Os membros da CNM/CUT (Paulo Cayres, João Vicente Cayres, Loricardo de Oliveira e Geordeci Menezes de Souza);

3.   Os presidentes dos sindicatos filiados à Fimetal e mais um diretor indicado pelo respectivo sindicato. 

Mossoró (RN), 21 de setembro de 2012

  

Marcos Paulo Medeiros da Cunha

Presidente da Fimetal

 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

FIMETAL Regional Norte / Açailândia - MA

 
A FIMETAL - Federação Interestadual dos Metalúrgicos do Nordeste filiada a Central Única dos Trabalhadores com sede em Natal-RN, tem uma de suas duas sub-sedes em Açailândia-MA a FIMETAL/REGIÃO NORTE, que funciona em parceria com o STIMA - Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Açailândia e Região. O STIMA possue 04 dirigentes sindicais na direção da FIMETAL, Gibran Vieira, Samuel Carneiro, Pedro Neto e Jarlis Adelino.
Jarlis e o atual Sec. Geral da FIMETAL/NE. Açailândia e a sub-sede norte da federação, a fimetal norte tem como territorio de abrangencia três estados brasileiros: Ceará, Piauí e Maranhão, as sub-sedes foram criadas para decentralizar as atividades da federação na região, as outra sub-sede fica no estado da Bahia; o atual presidente da FIMETAL/NE e o Sr. Marcos Paulo, também presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Mossoró-RN.
Está marcado um encontro dos presidentes dos Sindicatos filiados a FIMETAL em Fortaleza "Beberibe" nos dias 24 e 25 de novembro de 2012, os 04 diretores do STIMA participarão do encontro na capital cearense. O encontro serve para fortalecer o movimento sindical e articalar de forma cojunta com os sindicatos da região buscando sempre beneficiar os trabalhadores, são trocas de esperiencias, onde temos a oportunidade de mostrar e ver o que já e realidade no nosso setor disse Jarlis Adelino Sec. Geral da FIMETAL/NE.
Participarão tambem deste encontro a CNM/CUT - Confederação Nacional dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores.

Transplante de células do focinho faz cães paralisados voltarem a andar

 
Cientistas transplantaram células do sistema olfativo de cães paralisados por graves lesões na medula para fazê-los voltar a andar normalmente. Embora pesquisas anteriores já tivessem demonstrado em laboratório a capacidade destas células em recuperar fibras nervosas, esta é a primeira vez que elas foram usadas para regenerar lesões provocadas naturalmente ou por acidentes, oferecendo uma nova esperança para pessoas que sofrem com ferimentos similares.
 
No experimento, os animais receberam injeções de células especializadas retiradas de seus focinhos e conhecidas pela sigla OEC. Estas células são responsáveis por estimular o crescimento das fibras nervosas que mantêm a ligação entre o sistema olfativo e o cérebro e também estão presentes em seres humanos. Implantadas nas medulas lesionadas dos cachorros, elas se mostraram capazes de formar uma "ponte" entre os nervos partidos, o que permitiu aos cães recuperar o movimento coordenado de suas patas traseiras, que antes estavam completamente paralisadas.
 
- Nossas descobertas são extremamente excitantes porque mostram pela primeira vez que o transplante deste tipo de célula em uma medula com lesões severas pode trazer melhorias significativas - disse Robin Franklin, professor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e coautor de artigo sobre o estudo, publicado na última edição do periódico científico "Brain". - Estamos confiantes que a técnica poderá ser capaz de restaurar pelo menos um pouco dos movimentos em pacientes humanos.
 
Ao todo, 34 animais participaram do experimento, a maioria da raça dachshund, que é particularmente vulnerável a esse tipo de lesão na espinha. Eles foram divididos em dois grupos. O primeiro, com 23 cães, foi tratado com o transplante de células, enquanto o segundo, com 11 cães, recebeu só o líquido inerte usado no procedimento e serviu como grupo de controle. Nem os pesquisadores nem os donos dos cachorros sabiam quais deles receberam qual injeção. Em espaços de um mês, todos os cães passaram por testes em esteiras e os que foram tratados com as células do próprio focinho demonstraram crescente capacidade de movimentar e coordenar as patas traseiras. Segundo os pesquisadores, porém, as novas conexões nervosas se formaram apenas em curtas distâncias, o que limita a eficácia do tratamento.
 
- Ainda há um longo caminho pela frente para dizer que pacientes humanos poderão recuperar todas as funções perdidas - ressalvou Franklin. - O mais provável é que este procedimento um dia seja usado como parte de uma combinação de tratamentos, junto com remédios e fisioterapia, por exemplo.
 
Mas para a britânica May Hay, dona do dascshund Jasper, um dos beneficiados pela nova terapia, a recuperação de seu cachorro não foi nada menos que "mágica":
 
- Antes do teste, o Jasper era totalmente incapaz de andar. Quando o levávamos para passear, usávamos um suporte para suas patas traseiras de forma que ele pudesse exercitar as dianteiras. Era de partir o coração. Mas agora não conseguimos impedir que ele fique correndo pela casa e ele pode até acompanhar os outros dois cães que temos. É absolutamente mágico.

Pesquisa traça o perfil do consumidor inadimplente

Maioria tem restrição por compra realizada com cartão de crédito.
A Boa Vista Serviços, administradora do SCPC, realizou uma pesquisa que traça o perfil do inadimplente observando as causas da inadimplência, as formas de pagamento utilizadas, a intenção de pagamento e o nível de endividamento.
A pesquisa, realizada em setembro de 2012, mostra que 29% das pessoas inadimplentes declaram ter alguma restrição gerada por uma compra realizada com cartão de crédito. Em seguida temos carnê (24%), cheque (17%), empréstimo pessoal (13%), cheque especial (8%) e cartão de loja (8%).
Nas faixas de renda familiar de até três salários mínimos, a porcentagem de consumidores que declaram o cartão de crédito como causador da restrição atinge 30%; nas faixas acima de 10 salários mínimos o número é de 27%, diferença reduzida se comparada ao trimestre anterior, as quais representavam 31% e 23%, respectivamente.
Para 21% dos entrevistados uma das dívidas não pagas originou-se da aquisição de móveis, eletrodomésticos e eletrônicos. 16% citam a compra de produtos ou serviços relacionados à alimentação como os causadores das dívidas, 16% citam a compra de vestuário e calçados e para 11% a origem foi o não pagamento de contas de concessionárias de serviços públicos. Nas faixas de renda acima de 10 salários mínimos a aquisição de móveis, eletro e eletrônicos (17,8%) e a compra de vestuário e calçados (11,8%) lideram as citações, enquanto que para a faixa de renda de até três salários mínimos a aquisição de móveis, eletro e eletrônicos (20,2%) e a compra de produtos ou serviços relacionados a alimentação (18,0%) são as líderes.
O desemprego continua sendo a maior causa da inadimplência, segundo os entrevistados, representando por 33% dos casos. O descontrole financeiro caiu bastante em relação à última pesquisa, de 30% para 23%. Em terceiro lugar temos o empréstimo do nome a terceiros. O desemprego é a causa mais preponderante nas faixas de renda familiar de até 10 salários mínimos. Para as faixas acima de 10 salários mínimos o descontrole financeiro aparece como a principal causa (30%).
Metade dos inadimplentes declara possuir uma conta em atraso que causou a restrição, 27% declaram possuir entre duas ou três contas e 23% possuem quatro contas ou mais. A maioria (31%) das dívidas não pagas está abaixo de R$ 500, mas 18% possuem dívidas abertas acima de R$ 5 mil.
Condições de pagamento e endividamento
9% dos inadimplentes declaram que não terão condições de pagar suas contas em atraso. Dos outros 91% dos consumidores que possuem restrição e esperam ter condições de pagar a dívida, total ou parcialmente, 35% deles pretendem pagar à vista e 65% de maneira parcelada. Destes que esperam negociar as parcelas, 68% pretendem pagar dentro dos próximos 30 dias, 26% entre 30 e 90 dias, 4% entre 90 e 180 dias e 2% negociaram prazos superiores a 180 dias.
Quando perguntados sobre o nível de endividamento e o comprometimento da renda das famílias com o pagamento das dívidas, 22% dos consumidores inadimplentes se declaram muito endividados, 32% acreditam estar mais ou menos endividados e 35% se declaram pouco endividados. Em junho de 2012 eram mais consumidores muito endividados (25%).
Quanto à parcela da renda comprometida com dívidas (somando todas as dívidas, com restrição ou não) 24% declaram que mais da metade da renda familiar mensal está comprometida com o pagamento de dívidas. Esse número era de 27% em junho de 2012.
Situação atual e expectativas
Diminuiu o percentual de inadimplentes que declaram que as dívidas de hoje aumentaram quando comparadas com as do ano anterior. 31% dos entrevistados declaram que as dívidas aumentaram, percentual que era de 38% em junho de 2012. Para 40% diminuíram as dívidas (contra 34% em junho).
Aumentou a proporção de inadimplentes que julga que a sua situação financeira é melhor hoje do que no ano anterior; em junho de 2012 eram 37%, número que chegou a 56% na pesquisa atual. A proporção dos que acreditam que a situação está pior caiu de 21% para 18%.
Também aumentou a porcentagem dos inadimplentes que acredita que a situação financeira estará melhor no próximo ano (90%), contra 73% em junho de 2012, refletindo aumento no otimismo do consumidor.

Lucro da Caixa Econômica sobe 17,7% nos primeiros 9 meses do ano

 
Rio de Janeiro, 19 nov (EFE).- A Caixa Econômica Federal, segundo maior banco estatal do país, obteve nos primeiros nove meses do ano um lucro líquido recorde de R$ 4,1 bilhões, valor 17,7% superior ao do mesmo período de 2011, informou a empresa nesta segunda-feira.
O banco atribuiu o lucro histórico dos três primeiros trimestres do ano a sua decisão de reduzir as taxas de juros para incentivar os créditos.
A redução dos juros permitiu à Caixa elevar sua carta de crédito em setembro para R$ 324,5 bilhões, com um crescimento de 43% frente ao mesmo mês do ano passado.
Da mesma forma, a participação da Caixa Econômica Federal no mercado de crédito subiu 11,8% em setembro de 2011 para 14,5% no mesmo mês deste ano.
Em um ano, os créditos destinados a imóveis subiram 34,9% e somaram R$ 190,6 bilhões em setembro.
Apesar do aumento dos empréstimos, a taxa de inadimplência do banco, que se refere aos créditos vencidos há mais de três meses sem pagamento, permaneceu inalterada, em 2,06%. A taxa é bem inferior à média de falta de pagamento do sistema financeiro brasileiro, que em setembro foi de 3,77%.
A redução das suas taxas de juros sobre empréstimos concedidos pela Caixa atraiu para o banco, em média, 7,6 mil novos clientes por mês em 2012.
"Os números obtidos nos nove meses, incluindo a ampliação da participação no mercado de crédito, a baixa taxa de inadimplência e o forte aumento do número de clientes refletem o resultado de nossa estratégia de oferecer as melhores taxas e tarifas do mercado", assegurou o presidente da Caixa, Jorge Hereda, citado em um comunicado divulgado pelo banco.
O bom desempenho no acumulado do ano, no entanto, foi abalado pelo resultado do terceiro trimestre.
A Caixa obteve entre julho e setembro um lucro líquido de R$ 1,35 bilhão, 4,6% superior ao do mesmo período do ano passado, mas 19,7% inferior ao do segundo trimestre deste ano.
O banco também informou que seu patrimônio líquido em setembro era de R$ 22,5 bilhões e que seus ativos o colocam como o quinto maior banco do país, abaixo do Banco do Brasil, do Itaú, do Bradesco e do Santander.

Governo garante que Brasil vai manter crescimento

 
O governo voltou a afirmar que a economia do Brasil vai manter a taxa de crescimento anual entre 4% e 5%. Dessa vez, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, foi quem garantiu a expansão do PIB brasileiro, nesta segunda-feira (19), durante o 5º balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Segundo Barbosa, os indicadores revelam que a economia voltou a acelerar, cumprindo assim o objetivo do PAC.

— Vamos manter o crescimento na faixa de 4% a 5% com a ajuda de programas estruturais, como o PAC. É perfeitamente possível manter esse crescimento sem gerar pressão inflacionária.

Nelson Barbosa reafirmou que a inflação deve caminhar para o centro da meta no próximo ano, ficando em 4,5%. Segundo ele, é viável manter o crescimento do País sem comprometer a estabilidade macroeconômica.

Segundo as projeções do governo, se o Brasil conseguir manter uma taxa anual de crescimento na faixa de 5%, em 20 anos a renda per capita do brasileiro irá dobrar. Para isso, no entanto, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda reconhece que é necessário aumentar o investimento e reduzir os custos, para sustentar o desenvolvimento.

Nelson Barbosa explicou que foi por esse motivo que o governo adotou medidas como a redução da taxa básica de juros e a desoneração tributária, como a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de alguns produtos.

Barbosa aposta no PAC para manter essas políticas e estimular o crescimento do País.

— O PAC é um instrumento que atua nos dois sentidos, é importante para aumentar o investimento e para reduzir o custo, principalmente de logística. As medidas são complementares e se auto reforçam.

Segundo Nelson Barbosa, foi o PAC que fez a diferença para o crescimento do Brasil nos últimos oito anos e continuará sendo importante para manter as taxas de desenvolvimento.

Norte-americano desfigurado por tiro acidental ganha novo rosto

O homem recebeu novos dentes, mandíbula, parte da língua, nariz e ainda tecido facial e couro cabeludo sete meses atrás, durante a operação realizada no Centro Médico da Universidade de Maryland
Divulgação
Após passar 15 anos dentro de casa e usando uma máscara, Richard Lee Norris, de 37 anos, ganhou um novo rosto. O norte-americano, residente de Hillsville, na Virgínia, passou pelo transplante facial mais completo já registrado, após ser desfigurado por um tiro acidental em 1997.
O homem recebeu novos dentes, mandíbula, parte da língua, nariz e ainda tecido facial e couro cabeludo sete meses atrás, durante a operação realizada no Centro Médico da Universidade de Maryland. De acordo com o paciente, após o transplante, que durou cerca de 36 horas, ele pode sair livremente de casa sem assustar as demais pessoas.
Norris já vem dando sinais de sensibilidade na face, sendo capaz de sorrir e mostrar outras expressões. Segundo os médicos, a função motora do lado direito do rosto é de quase 80%, enquanto que no esquerdo ela chega a 40%, por enquanto. Ele já se alimenta normalmente e é capaz de sentir sabores e cheiros.
O paciente, entretanto, deverá tomar drogas imunosupressoras pelo resto da vida, evitando assim qualquer tipo de rejeição com as partes do rosto doadas. Este foi o 23º transplante facial já realizado na história da medicina. O primeiro, feito há sete anos atrás, teve como paciente uma francesa atacada por um cão.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Desgaste mental do trabalhador abarrota Previdência Social



O jornal Brasil de Fato, edição 506 de 8 a 14 de novembro, traz manchete sobre o mundo do trabalho. O foco é o desgaste mental de trabalhadores, que está pressionando a Previdência: em 2011, foram concedidas 15 mil aposentadorias por invalidez a vítimas de adoecimento mental.
A concessão de auxílio-doença, por causa da depressão, chegou a 82 mil casos. Entre as causas, aponta o jornal, estão a precarização das condições de trabalho, jornada excessiva e assédio moral. 

Mais informações: www.brasildefato.com.br

Regulamentação da profissão de comerciário é aprovada em Comissão



A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou no ultimo dia 14 o Projeto de Lei 3592/12, que regulamenta a profissão de comerciário. O texto, já aprovado no Senado, fixa jornada normal de trabalho dos comerciários em 8 horas diárias e 44 semanais.
Tramitação - O projeto tem caráter conclusivo, mas recebeu uma emenda de redação. A comissão ainda discute se ele voltará para o Senado ou se seguirá para sanção presidencial.
Mais informações:www.camara.gov.br

Desigualdades entre negros e não-negros diminuem




Estudo realizado pela Fundação Seade e o Dieese mostra que, embora ainda importantes, as diferenças na inserção de negros e não-negros no mercado de trabalho da Região Metropolitana de São Paulo foram menores em 2011.
De acordo com o levantamento, os trabalhadores negros ainda têm, na média, salários mais baixos que os da população não-negra. Mas as diferenças, tanto de rendimento quanto de participação no mercado de trabalho, estão diminuindo.
Renda - Em 2011, o rendimento dos negros correspondia a 61% do valor recebido pelos brancos, nos 39 municípios da região. Em 2002, essa proporção era inferior, 54,6%. A diferença entre as taxas de desemprego de negros e não-negros também diminuiu: em 2011 ficou em 12,2% e 9,6%, respectivamente. Essa diferença, de 2,6 pontos percentuais, correspondia a 7,2 em 2002.
Mais informações:www.seade.gov.br

13º dos metalúrgicos da CUT injetará R$ 2,1 bi na economia



O 13º salário que os metalúrgicos da base da CUT receberão este ano irá injetar R$ 2,1 bilhões na economia do País, aponta a Subseção do Dieese na Confederação Nacional dos Metalúrgicos da Central. Esse montante representa 36% do valor referente à categoria em todo o Brasil.
De acordo com o Dieese, o total da categoria no País - formada por 2,4 milhões de metalúrgicos - injetará R$ 6,2 bilhões na economia. Isso representa um aumento de 9,8% em relação ao ano passado e 34% de todo o valor injetado pela indústria.
Mais informações:www.cnmcut.org.br