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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Porco 'sorri' ao ser salvo de enchente na China

 Uma cena inusitada, ocorrida em região rural de Yibin (China), e replicada inúmeras vezes no Weibo (equivalente chinês ao Twitter) tem despertado a atenção de muita gente. Na foto, um porco é salvo por uma equipe de resgate de um área alagada. O animal reagiu ao salvamento com um "sorriso".
Porco 'sorri' ao ser salvo de enchente
De acordo com o "Metro", o suíno havia sido deixado para trás por uma família que fugia da inundação. Mais de 130 casas foram esvaziadas.
A imagem viralizou e os memes pipocaram, como este me referência ao presidente americano, Donald Trump:
Meme transforma porco em Trump

O Ressurgimento do Setor Siderúrgico de Açailândia-MA, Com novas contratações de Mão de Obra aquecerão a economia local.


Cleones Oliveira, Sandro Raposo, Jarlis Adelino e Cristina

O Vereador Jarlis Adelino acompanhado do Secretário de Indústria e Comércio Sr. Cleones Oliveira estiveram reunidos na tarde dessa segunda-feira 28, com o Superintendente da AVB AÇO VERDE DO BRASIL, Sr. Sandro Raposo e Cristina do Setor de Relacionamento Pessoal da Empresa. A reunião teve o intuito de acompanhar de perto a programação da AVB para sua reabertura de produção de tarugos de aço, a informação oficial é que as atividades produtivas terão inicio na primeira semana de setembro de 2017, segundo o diretor da AVB Sandro Raposo a previsão de inauguração oficial da Aciaria com fabricação de tarugos de aço e laminados está previsto para o fim do mês de dezembro de 2017, a fabrica de laminados da AVB está em fase terminal de montagem, e segue firme no cronograma para sua inauguração.
A GUSA confirmou que o setor siderúrgico em Açailândia passou a reagir de forma favorável nos últimos dias; o Aquecimento do setor já proporcionou a contratação aproximadamente de 100 novas vagas de emprego só na AVB neste mês de agosto, é tem expectativa de abrir novas vagas de emprego ainda em 2017, novas oportunidades de emprego serão ofertadas pelas  Siderúrgicas, o setor industrial siderúrgico está gradativamente aumentando a produção de Ferro Gusa, está previsto também a inauguração de um novo forno siderúrgico que está integrado junto a AVB para a produção de ferro gusa liquido, a demanda mundial de ferro gusa tem melhorado inclusive, o preço da tonelada de gusa reagiu e tem contribuído para esse aquecimento no setor.
 O Secretário Cleones Oliveira formalizou parceria entre a Gusa Nordeste e SINE - O Sistema Nacional de Emprego (SINE) com o objetivo de fazer a intermediação de mão de obra através da agência no município. Açailândia está com SINE em plena atividade, a parceria servirá para fortalecer a indústria e o município através de pesquisas e seleção de novos pretendentes a emprego no setor siderúrgico em Açailandia, assim garantiremos a mão de obra local.  Afirmou o Sec. Cleones Oliveira.
Estamos trabalhando forte na recuperação dos setores industrial e comercial de Açailândia, foram varias intervenções políticas que realizamos em todo o Brasil, na tentativa de fortalecermos o município economicamente proporcionando novos investimentos e resgatando a empregabilidade do nosso povo, a nossa luta pelo Brasil em defesa de Açailândia iniciou com a luta para a liberação de linha de credito do BNB Banco do Nordeste do Brasil para a AVB, buscamos intervenções políticas municipal, estadual e federal para fortalecer e idealizar a nossa luta contra o desemprego em Açailândia, procuramos parcerias com entidades de representações do setor industrial e comercial no município, provamos que a união vem dando certo, a prova é o que vemos hoje o setor siderúrgico retomando o crescimento e logo logo, também veremos esse crescimento no comercio local, além dessa informação obtida através da AVB, outra siderúrgica se prepara para ativar mais um Alto Forno para produção de ferro gusa tipo exportação, a VIENA SIDERURGICA está se programando para ampliar sua produção ainda em 2017, são ótimas noticias para o povo açailandense, novas oportunidades de emprego surgem e com ela novas esperanças também disse o Vereador Jarlis Adelino.
ASCOM/Ver. Jarlis Adelino

domingo, 27 de agosto de 2017

TCU recomenda melhorias em aquisição de produtos da Agricultura Familiar

TCU recomenda melhorias em aquisição de produtos da Agricultura Familiar – O Tribunal de Contas da União – TCU realizou auditoria para avaliar a aderência das normas de comercialização da Política de Garantia de Preços Mínimos gerenciados pela Companhia Nacional de Abastecimento – Conab. Foi avaliado também as atividades desempenhadas pela Superintendência Regional da Conab em Mato Grosso, em especial a Aquisição do Governo Federal – AGF, Aquisição do Governo Federal para Agricultura Familiar – AGF-AF, Prêmio Equalizador Pago ao Produtor – Pepro e Contrato de Opção de Venda – COV.
TCU recomenda melhorias em aquisição de produtos da Agricultura Familiar – Como resultado, os ministros registraram o Acórdão nº 1.631/2017 – Plenário, em que encaminharam uma série de recomendações à Conab para a melhoria do processo de gerenciamento dos produtos adquiridos. Inicialmente, foi recomendado que a Companhia avaliasse a conveniência de reformar seus normativos, especialmente o Manual de Operações e as Normas de Organização, para passar a exigir que sejam juntados ao processo certificado, extrato, certidão ou mesmo tela de impressão que assegure que o interessado. É necessário comprovar que o participante do leilão se encontra em situação regular em todas as bases cadastrais obrigatórias, para impedir dúvidas sobre a regularidade cadastral dos beneficiários dos instrumentos, especialmente após a conclusão do processo.
TCU recomenda melhorias em aquisição de produtos da Agricultura Familiar – Percebe-se a preocupação da Corte de Contas em estabelecer mecanismos mais objetivos de aferição da regularidade dos participantes.
TCU recomenda melhorias em aquisição de produtos da Agricultura Familiar – O TCU recomenda, ainda, que a Conab passe a incluir em seus normativos algum tipo de restrição ao pagamento de prêmio do instrumento Pepro ao produtor que vende sua produção para empresa que tenha como sócia pessoa com grau próximo de parentesco.
TCU recomenda melhorias em aquisição de produtos da Agricultura Familiar – O Pepro é uma subvenção econômica concedida ao produtor rural ou sua cooperativa que se disponha a vender seu produto pela diferença entre o Valor de Referência estabelecido pelo Governo Federal e o valor do Prêmio Equalizador arrematado em leilão.
TCU recomenda melhorias em aquisição de produtos da Agricultura Familiar – Ao final, o TCU recomenda que a empresa pública aprimore a ação institucional educativa a fim de divulgar os instrumentos de Política de Garantia de Preços Mínimos – PGPM para seu público-alvo, especialmente instruindo-os sobre o seu funcionamento.

O que é a Conab?

A Companhia Nacional de Abastecimento – Conab é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que, entre diversas atribuições, realiza estudos e estatística dos preços. A companha também realiza os levantamentos de custos de produção da agropecuária, a expectativa de plantio e de colheita de grãos, além do volume e localização de estoques públicos e privados de uma gama de produtos.
A Conab é responsável pela execução da Política de Garantia de Preços Mínimos – PGPM, com vistas a diminuir oscilações na renda dos produtores rurais e lhes assegurar uma remuneração mínima pela produção. A PGPM atua como balizadora da oferta de alimentos, incentivando ou desestimulando a produção e garantindo a regularidade do abastecimento nacional.
TCU recomenda melhorias em aquisição de produtos da Agricultura Familiar – Quando os preços de mercado estão abaixo do mínimo, o governo federal pode recorrer a um dos instrumentos operacionais da PGPM a fim de oferecer apoio aos produtores rurais, sendo que para os produtos da sociobiodiversidade ocorre a subvenção direta, com pagamento de valor caso o extrativista efetue a venda de seu produto por preço inferior ao preço mínimo.

Curso de RDC – Regime Diferenciado de Contratação
Curso de RDC – Regime Diferenciado de Contratação

Projetos destinarão 7 milhões de reais para incentivo ao esporte

Projetos destinarão 7 milhões de reais para incentivo ao esporte – A Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) abriu três editais nesta quarta-feira, 23, que apoiam a instituições sociais desenvolverem projetos de iniciação esportiva e paradesportiva. As propostas devem apresentar atendimento de 31 modalidades diferentes.
Segundo a Sudesb, R$ 4,4 milhões serão destinados às instituições. Até o final do mês de agosto, outros editais serão lançados, totalizando um investimento superior a R$7 milhões.
Projetos destinarão 7 milhões de reais para incentivo ao esporte – O edital chamado de “Fomento”, disponibiliza R$ 3,2 milhões para que entidades sociais apresentem propostas para execução de projetos em bairros de Salvador e municípios do interior com elevado índices de crimes violentos letais intencionais (CVLI) e atendidos pelo Programa Pacto pela Vida.  As instituições interessadas devem apresentar suas propostas à Sudesb no dia 25 de setembro. Cada projeto não deve ultrapassar o valor de R$400 mil e o atendimento deve contemplar entre 200 a 400 alunos.
Projetos destinarão 7 milhões de reais para incentivo ao esporte – Outro edital aberto pela Sudesb, indica a Praça da Juventude, na Fazenda Grande do Retiro, em Salvador, como local para desenvolvimento de projeto de iniciação esportiva nas modalidades de futsal, karatê, futebol e ginástica para 3ª idade. O valor deste edital é de aproximadamente R$ 430 mil para atendimento a 600 alunos. As instituições interessadas devem entregar os projetos à Superintendência dos Desportos no dia 25 de setembro, e o resultado final será conhecido no dia 17 de outubro.
O terceiro edital define o Centro Pan-Americano de Judô, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), como local de execução de projeto com aulas de capoeira, futsal, basquete e vôlei, para atendimento a 600 crianças e jovens. O investimento previsto é de aproximadamente R$ 450 mil. As entidades devem entregar suas propostas no dia 26 de setembro, e o resultado final está marcado para o dia 17 de outubro.
Projetos destinarão 7 milhões de reais para incentivo ao esporte – De acordo com a Sudesb, a expectativa é de que outros cinco editais sejam lançados com foco nos bairros de Nordeste de Amaralina, Bairro da Paz, Ribeira, Castelo Branco e São Bartolomeu, como áreas a serem atendidas com projetos esportivos.
Além de recursos próprios, a Sudesb tem o apoio financeiro da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), e a ação atende à política de esporte e do Programa Pacto pela Vida, criado como estratégia do governo para combate à violência urbana.

https://www.i9treinamentos.com

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Vale mira pequenas siderúrgicas locais na China

Há pouco mais de dois meses a mineradora estreou no varejo, vendendo o minério de ferro em yuan, a moeda chinesa


Rio – Na briga por mercado na China, principal consumidor global de minério de ferro, a Vale tenta se aproximar de novos clientes locais. Há pouco mais de dois meses a mineradora estreou no varejo, vendendo a commodity em yuan, a moeda chinesa. A intenção é atrair pequenas siderúrgicas. Tradicionalmente, a negociação é feita em dólar, em grandes contratos de longo prazo.
A iniciativa será combinada à estratégia de misturar minérios mais ricos em ferro com os de menor qualidade, processo chamado no jargão do setor de blendagem. A Vale aposta ainda em investimentos em automação, que podem gerar uma economia de US$ 2 bilhões.
O racional da blendagem é reduzir a necessidade de investimentos na reposição de capacidades de minas que estão se exaurindo, como as do Sistema Sul da Vale, em Minas Gerais. Ao misturar minérios fracos com outros como o de Carajás (PA), de altíssimo teor de ferro, a Vale melhora seus preços recebidos. Além disso, presta um serviço ao cliente e facilita sua distribuição.
Hoje a mistura é feita na Malásia, Omã e na própria China, em mais de dez portos. Até o fim do ano o volume usado nesse processo será de 70 milhões de toneladas, o equivalente a quase 20% da produção de minério projetada pela empresa. Em 2018, o total saltará a 100 milhões.
Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o diretor executivo de Ferrosos da Vale, Peter Poppinga, contou que a companhia está fazendo parcerias com ferrovias e operadoras de barcaças para conseguir levar seu principal produto até o interior da China. A ideia é se aproximar de siderúrgicas de menor porte, sem acesso a financiamento e interessadas em comprar lotes menores por questões de logística interna.
“É um passo importante para ganhar mercado. Nos primeiros 60 dias foram quase 20 clientes novos, que antes compravam no mercado doméstico”, diz.
As vendas no varejo poderão somar 20 milhões de toneladas até 2019, quando a Vale terá uma produção anual de 400 milhões de toneladas de minério. O modelo começou a ser replicado na Índia, de forma embrionária.
Competitividade
Maior produtora global de minério de ferro, a Vale quer reduzir o custo de produção de seu produto entregue na China em US$ 5 por tonelada, ao câmbio atual, para um patamar de US$ 30 por tonelada. A expectativa é que isso ocorra em três anos. Na prática, isso significará uma economia anual de US$ 2 bilhões.
Para isso, a empresa entrou no que chama de segunda onda de competitividade. Nela, o foco será investir em automação e tecnologia operacional. A primeira onda de competitividade ocorreu entre 2014 e 2016, período em que a mineradora cortou custos e renegociou contratos. O preço do minério colocado na China, incluídos custos de manutenção, saiu de US$ 65 por tonelada para cerca de US$ 35 por tonelada nesse período.
Um dos pilares do aumento da eficiência na cadeia de produção de minério será o Centro de Operações Integradas (COI), em construção em Belo Horizonte, Minas Gerais. A partir do fim do ano, uma equipe de 50 pessoas vai monitorar dia e noite a operação da Vale, no Brasil e no exterior. Na gestão de Fabio Schvartsman, novo presidente da Vale, a diretoria de ferrosos voltou a concentrar também a logística da Vale, antes separada.
Outra frente para atingir a redução de custos é a negociação de contratos de afretamento de longo prazo para uma nova frota de navios. Armadores chineses e de outros países vão construir navios VLOC (Very Large Ore Carriers), de 350 mil toneladas, tendo como contrapartida contratos de 30 anos com a Vale. A Vale já tem contratos de longo prazo para 66 navios Valemax, de 400 mil toneladas.
A nova frota estará pronta em três anos. Segundo Poppinga, a Vale conseguiu fechar contratos a um preço bem abaixo do spot (à vista). Hoje em US$ 14 por tonelada, ele já teve picos de US$ 18 por tonelada em 2017.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 

Indústria da siderurgia promove encontro em Brasília para cobrar políticos


Trabalhador na usina siderúrgica de Volta Redonda, no Rio de Janeiro (Foto: Juca Martins/Tyba, Claudio Rossi/Ed. Globo)


Após uma longa temporada realizando encontros em São Paulo, o Instituto Aço Brasil, que reúne as indústrias siderúrgicas, decidiu promover o evento do setor neste ano em Brasília. Começou nesta terça-feira (22) e terminou na quarta-feira (24). Motivo: pressionar o governo a encontrar soluções para o setor, cuja capacidade ociosa chega a 40%. O presidente do instituto, Marco Polo de Mello Lopes, afirma que os bons ventos na economia apregoados pelo governo ainda não chegaram ao setor. "A demanda doméstica está desaquecida. Precisamos encontrar uma saída, que pode ser por meio das exportações", diz. No entanto, as empresas afirmam necessitar do governo para atingir os mercados externos.  
O presidente Michel Temer e quatro ministros, entre eles Henrique Meirelles (Fazenda), estiveram presentes no evento.

Usiminas diz que acordo de minério de ferro é diferente de assinado por ex-presidente

A Usiminas informou nesta sexta-feira que um acordo de fornecimento de minério de ferro divulgado na véspera é diferente do que foi acertado pelo ex-presidente Rômel de Souza, ao não exigir que a siderúrgica reembolse sua mineradora pela redução do volume contratado. 
Na noite da véspera, a Usiminas enviou comunicado curto ao mercado afirmando que assinou um acordo vinculante que reduz de 4 milhões para 2,3 milhões de toneladas o volume anual de minério de ferro que é obrigada a adquirir da Mineração Usiminas (Musa).
Os volumes são próximos aos definidos em um memorando de entendimento assinado por Souza em 2016. O documento acabou sendo pivô do afastamento do executivo da Usiminas em março deste ano, sob acusação de que o conselho de administração da empresa não foi devidamente informado antes de sua assinatura.
Ao ser procurada pela Reuters nesta sexta-feira sobre mais detalhes do acordo divulgado na véspera, a Usiminas emitiu um novo comunicado afirmando que os novos termos de fornecimento "em nada se assemelham ao memorando de entendimento assinado pelo ex-diretor-presidente da companhia".
Segundo a siderúrgica, o novo acordo com a Mineração Usiminas não cobra "qualquer tipo de contrapartida por parte da siderúrgica", enquanto o memorando de entendimento assinado em 2016 garantia um pagamento fixo à mineradora equivalente ao lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) que a Musa deixaria de obter com a redução da venda para a Usiminas.
A siderúrgica decidiu em outubro de 2015 paralisar a produção de aço bruto de sua usina em Cubatão (SP) em decorrência da forte queda na demanda brasileira, o que forçou a companhia a rediscutir os termos do contrato de fornecimento de minério de ferro da Musa.
Representantes da empresa não deram nesta sexta-feira mais detalhes sobre o novo acerto com a mineradora, mas uma fonte próxima das discussões afirmou que o contrato agora prevê rediscussões anuais dos termos, com uma renegociação já marcada para 2021.
Às 15:18, as ações da Usiminas exibiam queda de 1,8 por cento, enquanto o Ibovespa mostrava recuo de 0,2 por cento.

Coreia do Norte disparou três mísseis balísticos de curto alcance

A Coreia do Norte disparou três mísseis balísticos de curto alcance, dos quais dois falharam em pleno voo e o terceiro explodiu "quase imediatamente", informou nesta sexta-feira o Exército dos Estados Unidos.
Um porta-voz do Comando dos Estados Unidos no Pacífico informou que nenhum dos mísseis constituía uma ameaça nem para a América do Norte, nem para o território americano de Guam.
"O primeiro e o terceiro míssil (...) falharam no ar. O segundo míssil parece ter explodido quase imediatamente", disse o comandante Dave Benham, afirmando que os lançamentos ocorreram em um período de 30 minutos.
O ministério da Defesa da Coreia do Sul tinha informado no sábado que Pyongyang tinha lançado um projétil não identificado para o mar do Japão.
O "projétil não identificado" foi lançado às 06H49 locais de sábado (18H49 de sexta, horário de Brasília) e voou 250 quilômetros, segundo dados do ministério.
As agências de Inteligência dos Estados Unidos e da Coreia do Sul estavam analisando os dados sobre a trajetória e outros parâmetros para poder identificar o tipo de projétil.
O lançamento foi informado imediatamente ao presidente Moon Jae-in.
"Os militares mantêm uma vigilância muito estreita do Norte para responder a qualquer provocação potencial", acrescentou o ministério.
Esta semana, a Coreia do Sul e os Estados Unidos iniciaram exercícios militares anuais conjuntos, em um contexto de alta tensão e de guerra retórica entre Washington e Pyongyang.
Os dois aliados apresentam estas operações como defensivas, mas para Pyongyang representam uma repetição provocadora da invasão de seu território. A cada ano, a Coreia do Norte ameaça com represálias militares.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

FIEMA Confirma Construção do SESI em Açailândia e SIFEMA Confirma Inauguração da Aciaria em Dezembro Durante Reunião Com o Vereador Jarlis Adelino em São Luís-MA.


Ver. Jarlis Adelino, Edilson Baldez e Claudio Azevedo

O Vereador Jarlis Adelino (PMN) Esteve reunido com os Presidentes da FIEMA Federação das Indústrias do Estado do Maranhão Sr. Edilson Baldez e com o Presidente do SIFEMA Sidicato das Indústrias de Ferro Gusa do Estado do Maranhão Sr. Claudio Azevedo na sede da FIEMA em São Luís-MA na tarde dessa quarta-feira 23. O parlamentar provocou a reunião com as entidades para tratar de assuntos de interesse do povo açailandense, em pauta a construção do novo SESI – Serviço Social da Indústria, a construção do SESI em Açailândia nesse momento chegaria em boas horas, além de ser um empreendimento importante para o setor industrial que tem o papel fundamental no sentido de desenvolver ações  sociais aos trabalhadores gerará mão de obra local durante sua construção. O Presidente da FIEMA apresentou ao parlamentar a ordem de licitação da construção, o Presidente Edilson Baldez confirmou ao Vereador Jarlis Adelino que o novo SESI que será construído ao lado do SENAI está orçado em mais de 8 milhões de Reais, a nova estrutura do SESI contará com Ginásio e Piscina com dimensões olímpicas e salas equipadas com tecnologia adequadas e atualizadas para o setor industrial. A modernização do SESI é uma luta do Vereador Jarlis Adelino na época de presidente do STIMA, essa luta já faz alguns anos que batalhamos para que essa modernização fosse investida no município de Açailândia e agora confirmada pela FIEMA. Durante a Reunião o Vereador teve a confirmação do Presidente do SIFEMA Sr. Claudio Azevedo do reaquecimento do setor siderúrgico em Açailândia, o SIFEMA confirmou a reativação da ACIARIA GUSA NORDESTE AVB no dia 01 de setembro de 2017, data que a ACIARIA voltará a produzir tarugos de Aço e que está previsto a inauguração total da ACIARIA com fabricação de tarugos e laminados até o fim de dezembro de 2017, além dessa boa noticia a GUSA Nordeste também está próximo de inaugurar novos fornos de ferro gusa que estão sendo construídos de forma integrada dentro das dependências da AVB que promoverá novas contratações de mão de obras. O vereador Jarlis Adelino tratou de estratégias políticas para ser apresentadas junto a CNI – Confederação Nacional da Indústria durante reunião que acontecerá em Brasília ainda esse mês em relação à potencialidade industrial do município de Açailândia.

O município de Açailândia já sinaliza a saída da crise que vem afetando não apenas as indústrias mais também o nosso comercio, a Aciaria voltando a produzir tarugos de aço com projeção em curto prazo e agregados a produção de laminados fortalecerá o setor siderúrgico e sem duvida ajudará a aquecer o comercio, através de novas contratações de trabalhadores, a produção de aço laminado gerara também arrecadação de impostos para o município de Açailândia ofertando condições para investimentos do setor publico no município disse o Vereador Jarlis Adelino.
Fonte: ASCOM/Jarlis Adelino

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Vereador Jarlis Adelino Participa de Reunião na Capital Maranhense em Busca de Empregabilidade Para o Povo Açailandense

Diretores da VALE Alex e Dorgival(no centro da foto o Vereador Jarlis Adelino

Hoje 22, o Vereador Jarlis Adelino participará de reunião com o Presidente da FIEMA Sr. Edilson Baldes na sede da entidade em São Luis-MA, para Apresentar plano de fortalecimento Industrial de Açailândia, já que o parlamentar tem reunião pré agendada em São Paulo para o próximo dia 29 com os Diretores da Confederação Nacional da Indústria CNI, em pauta a EMPREGABILIDADE do povo açailandense.Agenda está foi construida com apoio do Deputado Federal Aluisio Mandes.
A FIEMA é sem dúvida um ator importante nessa reunião, o setor Industrial já começa a sentir reflexos da luta do vereador Jarlis Adelino (PMN) e das entidades envolvidas de forma direta, o setor vem aos poucos retomando o crescimento com novas contratações e projeções favoráveis de produção de Ferro Gusa e Aço, a prova disso são as novas contratações que o setor vem fazendo nos últimos dias, consequentemente o Comércio local também será favorecido pelo aquecimento econômico em curto prazo. 
Ontem à tarde 21, em São Luís-MA, o vereador esteve reunido com diretores da MINERADORA VALE, e saiu satisfeito da reunião, após posicionamento da empresa que se demonstrou preocupada com o setor industrial e se colocou a disposição para buscar alternativas possíveis para contribuir através de parcerias com as siderúrgicas para que seja refletido ao povo açailandense no sentido de revitalizar o polo siderúrgico de Açailândia.
A VALE tem ciência da importância do setor siderúrgico para o desenvolvimento da região, durante a reunião a VALE apresentou outras frentes de exploração mineral que podem ser fornecidos em potencial pela MINERADORA como o níquel e o Cobre para beneficiamento industrial, São novas oportunidades que surgem nesse momento, cabe agora canalizar essas oportunidades e transformar isso em riqueza econômica e social, durante a nossa reunião que irá acontecer em São Paulo na Sede da Confederação Nacional da Indústria, iremos apresentar essas novas oportunidades de investimentos para empresários do Brasil, teremos a oportunidade de mostrar o potencial logístico e Industrial que Açailândia já possuí, as Entidades STIMA, ACIA, SICA e CDL e o SICAM por meio de suas diretorias tem sido parceiros o SICAM sendo o setor com mais demissões vem com atuações itinerantes sempre no intuito de contribuir com recuperação econômica e social da região, essa união e dedicação, vem fazendo a diferença, quero aqui agradecer a confiança dos colegas vereadores que vem nós dando apoio uma vez que fui indicado pelos vereadores a ser o presidente da comissão permanente da Indústria e comércio da Câmara Municipal de Vereadores de Açailândia-MA, bem como o Prefeito Juscelino Oliveira que tem se posicionado de forma atuante e parceiro nessa luta tão importante para o nosso povo.
Disse o Vereador Jarlis Adelino.

Fonte: ASCOM/Jarlis Adelino

sábado, 19 de agosto de 2017

TCHAU TCHAU ACIARIA CEVITAL NO ESTADO DO PARÁ

 TCHAU TCHAU CEVITAL! Estado e Vale dão ultimato à empresa Argelina

Nos últimos meses o Parlamentar Jarlis Adelino e Entidades lutavam junto a Mineradora VALE para que as condições econômicas propagadas pelo Governo do Estado do Pará fossem aplicadas para as Indústrias Siderúrgicas Maranhenses, uma vez que o Governo do Estado do Pará publicou em seu site oficial  que a Mineradora VALE estaria disposta a fornecer Logística e minério de ferro a custos de produção, essa atitude se fosse tomada, provavelmente seria o ultimato para o fechamento das indústrias siderúrgicas ainda em operação no estado do Maranhão, sendo o município de Açailândia no estado o mais afetado por esse acordo.
Uma frente tarefa foi montada pelo STIMA, SICAM, ACIA, SICA e CDL e CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE AÇAILÂNDIA, para o enfrentamento da problemática sobre a eminencia do acordo entre Governo do Estado do Pará, VALE e CEVITAL. 
denuncias foram feitas em órgãos Municipais, Estaduais e Federais bem como a união das entidades de classe, agora chega a confirmação dada pelo Jornal Correios de Carajás, jornal "paraense".
A Denuncia causou repercussão nacional, politicos do estado do Maranhão se manifestaram sobre o assunto, entidades se uniram e agora chega o resultado dos trabalhos.

Não tínhamos e não temos a intenção de prejudicar o Estado do Pará nem muito menos nem município do Estado, à receber investimentos, o que procurávamos era a igualdade no tratamento econômico propagado pelo " Acordo" entre a CEVITAL e a VALE, acordo defendido pelo Estado do Pará. As Indústrias Siderúrgicas do Estado do Maranhão em especial as de Açailândia fazem parte do Projeto Grande Carajás, um corredor de desenvolvimento e devem ser tratadas por igual todas as empresas que compõem esse projeto, as indústrias do Maranhão muito menos as de Açailândia não suportariam a coocorrência no mercado devido a disparidade de preços oferecidos pela VALE para a CEVITAL, não poderíamos ter ficado de braços cruzados e fomos a luta, em busca da defesa do povo maranhense e dos açailandenses os resultados começam a aparecer, o setor siderúrgico começou a reagir nos últimos dias, o setor econômico de Açailândia dará sinais de recuperação ainda em 2017  disse o Vereador Jarlis Adelino.
FONTE: Assessoria Vereador Jarlis Adelino            

confira a matéria vinculada no jornal na integra.
     

Projeto da Cevital, assim como da Alpa, não saiu do Plano 3D. Agora, estão elaborando uma nova “Alpinha”

Demoraram cerca de dois anos o namoro e o noivado entre o governo do Estado/Vale com a empresa argelina Cevital, que se mostrou interessada em implantar uma siderúrgica em Marabá, no local que estava reservado para a Alpa (Aços Laminados do Pará). Os três estão fazendo uma DR (Discussão da Relação) que começou entre quatro paredes há alguns meses e agora se tornou pública.

O próprio Adnan Demachki, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, que conduz o processo de negociação com a Cevital e Vale desde o início, esmoreceu e já fala publicamente que as chances de o negócio “miar” são grandes. Isso porque os argelinos da Cevital insistem em implantar a siderúrgica em Barcarena, onde há porto e o negócio é mais rentável, e não em Marabá.

Ontem, quinta-feira, 18 de agosto, durante audiência pública em Marabá para discutir a Ferrovia Paraense – outro sonho alto do governo do Estado – ele mesmo tocou no assunto em tom melancólico e disse que os argumentos da Cevital são justificáveis do ponto de vista econômico, mas que o governo do Pará retiraria os incentivos fiscais que prometeu e a Vale alegou que não venderia mais minério de ferro a preço abaixo do mercado.

É que tanto o governo do Estado quanto a Vale têm dívida com a região sudeste do Pará. O primeiro porque não investe nem 5% do Orçamento do Estado nesta região e a mineradora porque prometeu implantar a Alpa, abandonou o projeto e agora quer encontrar uma saída para a falsa expectativa que criou na população de Marabá e região.

Demachki disse que aceitou a sugestão da vereadora Irismar Melo, de Marabá, que havia proposto que o Estado buscasse outras alternativas de investidores para o setor de siderurgia e ocupar o terreno da extinta Alpa. “Naquele momento eu respondi que não poderia atropelar a negociação que estava em curso e que precisávamos esperar a decisão dela (Cevital). Mas agora é outro momento e como criamos uma modelagem, as coisas ficarão mais fáceis. As empresas terão preços mais competitivos, haverá ZPE, incentivos fiscais do Estado, terreno de graça. Como os argelinos disseram que querem ir para Barcarena, não estamos mais fazendo reserva para eles”, disse.

UM NOVO PROJETO

Segundo Adnan, depois que o negócio com a Cevital “esfriou”, a Vale está trabalhando com bastante dedicação em busca de um parceiro que queira implantar uma siderúrgica em Marabá e que possa produzir cerca de 1 milhão de toneladas de aço. O foco seria diferente, porque a Cevital planejava produzir 3 milhões de toneladas de aço para exportação, enquanto a nova proposta que estão sendo articulada, toda a produção seria para abastecer o mercado interno. “Quero dizer que a Cevital ainda está analisando o projeto, não está descartado. Só que agora temos essa outra possibilidade”, disse.

As reuniões neste sentido iniciaram há cerca de três semanas, segundo o secretário de Estado, com a participação do presidente da ACIM (Associação Comercial e Industrial de Marabá) Ítalo Ipojucan Costa. Disse que a Vale resgatou o projeto original da Alpa e contratou uma empresa para fazer novos estudos, com no mínimo 700 mil toneladas por ano, podendo chegar a 1 milhão de toneladas. “Estamos convencendo a Vale para que ela seja uma das parceiras desse projeto. Inicialmente, o governo estava buscando empreendedores, agora é a Vale quem está nesta função. No momento em que a Vale viabilizar a siderúrgica para Marabá, ela volta a receber incentivos fiscais”, argumenta Adan.

O secretário de Estado disse que espera que em poucos meses traga representantes da própria Vale em Marabá para alinhar com a empresa o projeto da siderúrgica “que nós desenterramos”.

MENOS EMPOLGADO

O prefeito Tião Miranda, no mesmo evento desta quinta-feira, também se mostrou cético em relação à vinda da Cevital para Marabá. Disse que todo empreendedor quer tudo para fazer investimento e fazer uma siderúrgica perto do porto, que fica mais fácil para importar e exportar. “Já estive mais empolgado com a Cevital, e hoje não estou mais. É hora de nos unirmos para cobrar da Vale. Ela não tem expertise em siderúrgica e nunca teve interesse em desenvolver o Pará. A Vale se beneficia com a Lei Kandir, que a isentou de imposto para poder exportar. Mas, ao mesmo tempo, pode ser parceira com investimento em outra siderúrgica em Marabá”, pondera o prefeito. (Ulisses Pompeu)

Fonte: https://www.correiodecarajas.com.br/post/tchau-cevital-estado-e-vale-dao-ultimato-a-empresa.