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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Secretaria Municipal de Saúde de Açailândia irá realizar entrega mensal de próteses dentárias.

O Brasil Sorridente - Política Nacional de Saúde Bucal - é o programa do governo federal que tem mudado a Atenção da Saúde Bucal no Brasil. De modo a garantir ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal da população brasileira, o Brasil Sorridente reúne uma série de ações para ampliação do acesso ao tratamento odontológico gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Todos os meses serão entregues 120 próteses dentárias em nosso município cadastro pode ser realizado na própria secretaria de saúde no setor de atenção básica. 

Todo cidadão pode solicitar a prótese dentária, basta apenas se cadastrar no horário das 08h00 as 13h00 de segunda a sexta-feira. O atendimento odontológico para tirar as medidas é realizado no CRAI-Centro de Referência de atenção ao Idoso, no Bairro Jardim de Alah. São ações como essa que já fazem parte do programa e cronograma do Ministério da Saúde, porém não haviam sido ainda implantadas e disponibilizadas para a nossa população. 

Essa é mais uma maneira simples de demonstrar atitude, interesse e responsabilidade no tocante aos problemas de saúde, pois é fato que os mesmos estão sendo resolvidos e beneficiando os nossos maiores interessados, a população!

ASCOM PMA

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Crise no Setor Siderurgico Com demissões na Usiminas, Cubatão teme queda de receita é Pode Ter Crise Com Efeito Domino

Desligamentos e intenção das empresas de não pagar o IPTU à vista podem tornar quadro econômico ainda mais delicado

O primeiro sinal da crise econômica que se agravou no polo com as demissões na Usiminas é a queda na receita orçamentária da Prefeitura. “A cidade de Cubatão fecha”, prevê a prefeita Márcia Rosa diante das dificuldades que já começa a experimentar neste mês.
As indústrias que possuem extensas áreas de terras na cidade, como a Usiminas e a Petrobras, dão sinais de que não vão pagar o IPTU à vista, como aconteceu no passado. Só a Usiminas paga cerca de R$ 24 milhões de IPTU anuais (segundo informações extra-oficiais). 
A soma de débitos de outros contribuintes de IPTU semelhantes duplica esse valor, pois a estimativa orçamentária da municipalidade para este ano é de arrecadar R$ 32 milhões de Imposto Predial e R$ 67 milhões de Territorial.
Pagar salários
Sem receber esses recursos de uma única vez como ocorria no passado, já que as empresas diante da crise vão parcelar mensalmente os débitos, a prefeita não sabe o que fazer para pagar os salários de cerca de 4 mil servidores em janeiro. E por isso teme pelo futuro da cidade. Não serão apenas trabalhadores diretos e indiretos (de empreiteiras que prestavam serviços à Usiminas) os afetados: os servidores públicos, o comércio, e a população que deixará de contar com serviços de atendimento médico, social e educacional. 
Ela espera até dia 25, limite do pagamento do IPTU com descontos, para juntar dinheiro. “Nós demos o desconto do IPTU de 5% para o pagamento à vista, mais 10% do projeto Bom Empreendedor. Hoje é o último dia do pagamento à vista. As empresas sempre pagaram a vista. Liguei pra empresa A, vamos pagar parcelado, As empresas B e C também”, explica a prefeita.
Na última quinta-feira, ao participar do Fórum Cresce Baixada Santista no Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Márcia Rosa contou que telefonou para a diretoria do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp): “Perguntei: ‘É um conluio das empresas?’ Pedi para o diretor do Ciesp, que também representa a Vale Fertilizantes, para liberar o IPTU integral, porque nós não temos dinheiro para pagar professor, médico, funcionário público, nem o hospital. Não temos dinheiro para pagar nada!”.

Tradicionalmente, o mês de janeiro é, segundo a prefeita, “o que entra a gordura orçamentária de Cubatão. E a maior gordura é o IPTU das indústrias. E o maior deles é a Usiminas, que também falou que vai parcelar. Eles disseram que tinham dinheiro para demitir, indenizar, mas saem de Cubatão desempregando a Cidade”. 
Cidade será afetada em várias áreas 
Esse quadro crítico estenderá o processo de demissões na Usiminas a outros setores da cidade, explica a prefeita. “Por exemplo, a parcela do hospital municipal, que é mantido pela Prefeitura, será prejudicada. Não pagamos ainda o hospital. Isso significa que os médicos vão parar, pois já fizeram várias ameaças. Já tivemos um período que pararam a UTI neonatal. Por isso, a situação da Cidade é: está fechada”.
Além da queda da parcela prevista do IPTU para janeiro, Cubatão teme a redução das parcelas que recebe do ICMS recolhido pelo Estado. Para este ano, a previsão é de receber R$ 380 milhões (menos R$ 76 milhões de dedução do Fundeb). E, como as empreiteiras que prestam serviços ao polo e à Usiminas estão tendo contratos cancelados, dificilmente receberá a parcela do Imposto Sobre Serviços (ISS) estimada em R$ 200 milhões.
Resultado: a Prefeitura não dispõe de recursos orçamentários para quitar os salários de funcionários neste mês. Vai ter que fazer remanejamentos de recursos orçamentários para saldar os débitos.
E serão automaticamente atingidos também funcionários do Hospital Municipal, CMT, Caixa de Previdência e entidades assistenciais que prestam serviços subsidiados e terceirizados. 
Demitir
“Só o pagamento da Vale não salda 1/3 da folha dos servidores, sem contar os serviços essenciais (lixo, saúde, educação, transporte). Se no dia 25 as empresas depositarem o IPTU podemos ainda ter uma expectativa de tocar a cidade. Mas só no mês de janeiro. E depois? O ISS? O comércio está falido. Já é pequeno porque não tem condições de competir com os shoppings nas outras cidades e estamos a dez minutos de carro das outras cidades”.
Nesse quadro, Marcia Rosa não vê saída. “Vamos ter que demitir funcionários da ativa concursados, porque já estamos no limite de 54% da folha. Se cair mais, tem que demitir até porque comissionados não tenho. Para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Tem que fazer escolhas num cenário nebuloso, sem perspectiva”, lamenta.

Governo deve anunciar injeção de R$ 50 bilhões no crédito

Marcos Santos/USP Imagens
Moedas e notas de reais
Injeção de R$50 bilhões: o valor será liberado através de linhas de crédito do Banco do Brasil, BNDES e Caixa (incluindo recursos do FGTS)
Adriana Fernandes e Murilo Rodrigues Alves, do Estadão Conteúdo
com colaboração de Lorenna Rodrigues, do Estadão Conteúdo
Brasília - O governo deve liberar cerca de R$ 50 bilhões em linhas de crédito do Banco do Brasil, BNDES e Caixa (incluindo recursos do FGTS) no esforço para a retomada dos investimentos e do crescimento da economia, segundo apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
O anúncio será feito pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, na reunião de reabertura do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, marcada para esta quinta-feira, dia 28.
O governo anunciará também a ampliação de linhas do BNDES para financiar o "pré-embarque" dos exportadores, que são linhas que apoiam a produção de bens e serviços destinados à exportação.
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A presidente Dilma Rousseff quer que o comércio exterior seja um dos caminhos apontados para reativar a economia.
Embora a intenção da equipe econômica não seja anunciar um pacote de medidas, o reforço no crédito será o principal resultado prático da reunião, que é vista como um marco importante para sinalizar os principais compromissos do governo e a estratégia de recuperação econômica.
O crédito é peça fundamental na política que será adotada. A equipe econômica avalia que há demanda para os empréstimos, apesar do ceticismo de economistas do mercado financeiro.
O volume e o detalhamento das linhas de financiamento, que terão taxas mais baixas que as de mercado, ainda estão sendo fechados pelo Ministério da Fazenda. Esse incremento no caixa dos bancos públicos e do FGTS tem como origem o pagamento, pelo governo, de R$ 72,4 bilhões das pedaladas no fim de 2015.
As pedaladas eram dívidas com os bancos públicos e com o FGTS represadas pelo Tesouro para melhorar artificialmente as contas do governo, que o Tribunal de Contas da União (TCU) mandou quitar.
O pagamento foi feito no fim do ano passado, permitindo que os bancos e o fundo tivessem reforço no caixa, o que abrirá espaço para a oferta das novas linhas.
Subsídio
Não estão previstos, porém, subsídios adicionais a serem pagos pelo Tesouro Nacional nas linhas que serão abertas. "Não terá impacto fiscal", assegurou uma fonte da área econômica.
Os desembolsos do FGTS devem servir para impulsionar o setor da construção civil, que tem respostas rápidas. O fundo deve "socorrer" mais uma vez o Minha Casa Minha Vida, em especial nas faixas 1 e 1,5, para famílias de baixa renda.
Também estão sendo estudadas formas de fazer com que esses recursos substituam, em parte, o peso da poupança como principal fonte dos financiamentos imobiliários. Ainda não está decidido se será permitido o uso de parte da multa do FGTS como garantia para os empréstimos consignados.
No discurso na reunião do Conselhão, o ministro da Fazenda vai reforçar que o principal problema da economia é o fiscal e que é preciso fazer a reforma da Previdência. Barbosa, porém, não vai apresentar as linhas gerais do modelo de reforma que o governo estuda.
O discurso do ministro deve apontar também para a expectativa do governo de que uma reversão do quadro de recessão ocorrerá a partir do quarto trimestre.
Além de Barbosa, os ministros Armando Monteiro (Desenvolvimento), Kátia Abreu (Agricultura), Valdir Simão (Planejamento) e Alexandre Tombini (BC) também devem falar.
Dúvidas
Economistas do setor privado têm dúvidas do alcance do incremento de recursos para o crédito como mola para reverter a recessão econômica. Fontes do governo garantem, no entanto, que há setores que querem os recursos para investir e dar fôlego aos caixas das empresas neste momento de crise econômica.
"O problema não é de oferta; é de demanda", resumiu Cláudio Frischtak, presidente da consultoria Inter B. "As pessoas não querem tomar crédito neste momento, diante das incertezas da economia. Pelo contrário, querem redução das dívidas", completou.
O pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, Régis Bonelli, tem a mesma opinião de que famílias e empresas não querem se endividar neste momento, mas acredita que a disponibilidade maior para os exportadores pode surtir efeito, porque o real desvalorizado frente ao dólar está empurrando a produção brasileira para o exterior neste momento em que há retração doméstica.
O economista, porém, afirma que é preciso calibrar a linha para as empresas que têm mais dificuldade de acesso aos financiamentos.
Mais concessões
O governo deveria apostar numa força-tarefa, segundo Bonelli, para deslanchar de vez as concessões, com a ampliação do financiamento à infraestrutura. Ele sugeriu a criação de um órgão supraministerial que tivesse autoridade e competência para passar por cima de ideologias e fazer um programa expressivo.
Para Frischtak, o movimento da equipe econômica de aproveitar a retomado do Conselhão para anunciar as novas medidas faz lembrar a gestão da presidente Dilma entre 2012 e 2014, quando anunciou uma série de pacotes para reanimar a economia.
"É muito mais uma resposta de caráter político às pressões da base do governo para ampliar o crédito, inclusive as do ex-presidente Lula", afirmou.
O economista diz que o risco dessa atitude é complicar ainda mais a situação fiscal brasileira. "Nossa emergência fiscal é a mãe de todas as crises", disse.
Executivos dos bancos oficiais dizem, sob condição de anonimato, que há espaço para aumentar os financiamentos em alguns setores. Para eles, é preciso direcionar esses recursos para setores que estão tendo dificuldades de tomar empréstimos.
O desafio, porém, é deixar as operações vantajosas aos clientes sem aumentar o custo da contrapartida dos subsídios para o Tesouro Nacional. 

Financiamento imobiliário no Brasil cai 33% em 2015

O volume de empréstimos imobiliários no Brasil com recursos da poupança caiu 33 por cento em 2015 e deve voltar a cair em 2016, além de ficar mais caro, previu nesta terça-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abec

Casa e horizonte, imóveis
O volume de empréstimos imobiliários no Brasil com recursos da poupança caiu 33 por cento em 2015 e deve voltar a cair em 2016, além de ficar mais caro, previu nesta terça-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), refletindo a recessão do país e escassez de recursos baratos, que estão pesando sobre construtoras e potenciais mutuários.

egundo a entidade, o volume financiado pelo setor no ano passado somou 75,6 bilhões de reais, ante 112,9 bilhões de reais em 2013. Em dezembro, foram liberados 4,8 bilhões de reais, 55,2 por cento a menos que um ano antes.

Para 2016, os financiamentos do setor devem cair mais 20,6 por cento, a 60 bilhões de reais, previu o presidente da Abecip, Gilberto Duarte de Abreu Filho, ressaltando que o cenário econômico impôs uma forte correção no setor, após vários anos de expansão acelerada apoiada em juros baixos e incentivos governamentais.

Segundo o executivo, a queda de 8,4 por cento do PIB da construção civil em 2015 até setembro, mais que o dobro da queda do PIB brasileiro no período, reflete o peso maior do cenário econômico adverso sobre a confiança de consumidores e empresários do setor, dado o perfil de longo prazo.

Com a expectativa de aumento do desemprego, juros elevados e volume menor de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), além da maior prudência dos bancos na concessão de recursos, o mercado imobiliário todo deve gradualmente se ajustar a patamares inferiores, disse ele.

"Estávamos no mesmo ritmo de produção dos Estados Unidos em seu melhores anos", disse Abreu Filho. "O mercado continuará passado por ajustes nos próximos anos."

Após ter crescido quase 800 por cento em nove anos até 2014, quando o número de imóveis financiados pelo SBPE chegou a 538 mil unidades, no ano passado este número caiu para 342 mil, movimento pontuado por menores vendas e lançamentos.

Um dos responsáveis por esse revés foi a saída líquida em 2015 de 50 bilhões de reais da caderneta de poupança, maior fonte de financiamento imobiliário do país.

Com isso, o estoque de financiamentos, que vinha subindo sem parar desde 2002, teve no ano passado uma queda de 2,5 por cento, a 509 bilhões de reais.

A saída de recursos da poupança aconteceu paralelamente ao ciclo de aumento da taxa de juros no país, hoje em 14,25 por cento. A poupança rende 6 por cento anuais, mais TR.

Diante desse cenário, os bancos seguirão seletivos na concessão de empréstimos em 2016, e exigindo uma entrada maior do tomador, disse Abreu Filho.

Para não depender exclusivamente da poupança, os bancos devem buscar recursos no mercado por meio de instrumentos como Letra de Crédito Imobiliário (LCI).

"Ou o mercado vai se submeter aos recursos da poupança ou terá que mesclar a fonte de financiamento com recursos do mercado", disse o presidente da Abecip.

"Nesse caso, o resultado deve ser o encarecimento do crédito para o tomador." Outro desdobramento desse quadro deve ser o aumento do desemprego no setor.

A Abecip diz que os prédios residenciais têm um período médio de três anos para serem concluídos.

"O setor teve queda de mais de 30 por cento no volume de construção em 2015. Se esse patamar for mantido, a tendência é que a redução de mão de obra seja equivalente", disse.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na semana passada, o setor de construção civil teve perda líquida de 416.959 postos de trabalho em 2015.

Novo índice

Um dos desdobramentos desse processo deve ser a pressão sobre os preços dos imóveis, especialmente os usados, modalidade cujo financiamento teve queda mais acentuada em 2015, de 50 por cento.

Para acompanhar a evolução dos preços no setor, a Abecip vai lançar em 2016 um novo índice, que considerará o valor da venda de imóveis. Atualmente há diversos indicadores públicos que se baseiam no preço ofertado.

Toyota é a fabricante que mais vendeu veículos em 2015

A fabricante de veículos Toyota foi em 2015, pelo quarto ano consecutivo, a empresa que mais comercializou veículos entre janeiro e dezembro, ao vender 10.151.000 unidades no mundo todo.
A empresa japonesa explicou nesta quarta-feira em comunicado que o número de vendas corresponde a suas três marcas (Toyota, Daihatsu e Hino) e representa uma queda de 0,8% em relação ao volume de vendas de 2014.
Mesmo assim, este número está acima dos 9,8 milhões de unidades da americana General Motors, que teve um incremento de 0,2% nas vendas, e dos 9,93 milhões do grupo alemão Volkswagen, que teve uma queda de 2% este ano devido ao escândalo de manipulação de níveis de emissões.
Depois que os efeitos do tsunami no Japão e as inundações na Tailândia tiraram a Toyota do topo das vendas em 2011, quando a empresa japonesa foi superada pela General Motors, o grupo com sede em Aichi, no centro do Japão, voltou a liderar ininterruptamente desde 2012 a lista dos maiores vendedores de automóveis.
Em seu relatório, a companhia também detalhou que em 2015 fabricou 10.083.783 unidades de suas três marcas, um número 2% menor que no ano anterior.

Governo dará salário para bebês com microcefalia

O último boletim do Ministério da Saúde, com dados até 16 de janeiro, relata a existência de 3.893 casos suspeitos de microcefalia no País

LíBIA FLORENTINO/LEIAJÁIMAGENS/ESTADÃO CONTEÚDO
Bebês diagnosticados com microcefalia em todo o País vão ter direito a receber um salário mínimo por mês, uma espécie de aposentadoria, desde que pertençam a famílias com renda mensal de até R$ 220 (um quarto do salário mínimo) por pessoa. A medida deve ser anunciada nos próximos dias pelo governo como forma de proteção às famílias pobres com crianças portadoras da má-formação.
A reportagem apurou que o Ministério da Saúde já repassou a lista com os municípios onde foram registrados casos de microcefalia para que o MDS (Ministério do Desenvolvimento Social) faça um cruzamento com o cadastro único do governo de benefícios sociais. Em nota, o MDS confirmou que está em diálogo com os técnicos do Ministério da Saúde.
 
O BPC (Benefício de Proteção Continuada), instituído pela Constituição de 1998 e regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), garante 1 salário mínimo mensal a idosos com mais de 65 anos e a pessoas com deficiência que não tenham meios para se sustentar nem podem ser sustentadas pela família, independentemente da idade. Atualmente, 4,2 milhões de pessoas são beneficiadas. O orçamento deste ano, sem incluir os casos de microcefalia, estima pagamentos de R$ 48,3 bilhões.

Pais

Para o advogado especialista em Direito previdenciário Rômulo Saraiva, além das consequências da microcefalia, para a concessão do benefício deve ser acrescentado o impacto da doença na vida dos pais. "Essas crianças precisam de cuidados especiais e do tempo deles, que, muitas vezes, têm de abdicar do emprego", afirmou.

O último boletim do Ministério da Saúde, com dados até 16 de janeiro, relata a existência de 3.893 casos suspeitos de microcefalia no País. Para pedir o benefício, é preciso agendar uma perícia no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelo telefone 135. A reportagem do Estado ligou para a central de atendimento, que informou ser preciso o número da identidade e do CPF da criança para fazer o agendamento. Para a concessão do benefício, a criança passará por avaliação médica e social.

Por causa do represamento de perícias, motivado por uma greve no INSS, os agendamentos são feitos para até abril e maio. No entanto, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, é assegurada a oferta prioritária dessa avaliação para os beneficiários e famílias do Benefício de Proteção Continuada.

Saraiva explicou que, caso o pedido seja negado ou demore mais de dois meses, as famílias podem recorrer à Justiça.

Obama pede agilidade em pesquisas de vacina e tratamentos para o zika

Da Reuters
Obama chega a Washington depois de visitar hospital militar em Maryland (Foto: Joshua Roberts/Reuters)Obama chega a Washington depois de visitar hospital militar em Maryland (Foto: Joshua Roberts/Reuters)
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta terça-feira (26) o rápido desenvolvimento de testes, vacinas e tratamentos para combater o vírus zika, que tem sido associado a casos de microcefalia em recém-nascidos e poderia se espalhar pelos Estados Unidos nos meses de calor.
Obama foi informado sobre o vírus em reunião com o diretor dos CDC (Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA), Thomas Frieden; o diretor do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas e Alergias, Anthony Fauci; e a Secretária de Saúde e Serviços Sociais dos EUA, Sylvia Mathews Burwell.
“O presidente enfatizou a necessidade de acelerar os esforços de pesquisa para tornar disponível teste de diagnóstico melhores, para desenvolver vacinas e terapias e para assegurar que todos os americanos tenham informação sobre o vírus Zika”, disse a Casa Branca em um comunicado.
As autoridades de saúde dos EUA estão intensificando os esforços para estudar a ligação entre infecções pelo vírus zika e casos de má formação de bebês, em meio a temores levantados por um estudo recente estimando que o vírus pode atingir regiões onde moram 60% da população po país.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o vírus, que foi ligado a casos de danos aos cérebros de bebês no Brasil, vai se espalhar para a maior parte dos países americanos, incluindo os Estados Unidos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

No Congresso Nacional, há 10 projetos que atacam direitos e a democracia

Câmara e Senado iniciam atividades legislativos tendo na pauta com um pacote de 'maldades' que pode transformar 2016 em um ano de avanço do conservadorismo.

Deputados federais e senadores retomam os trabalhos no Congresso Nacional em fevereiro, logo após o Carnaval, e terão na agenda um pacote com ao menos 10 projetos muito polêmicos. A lista faz de 2016 um ano essencial para a atuação dos movimentos sindical e sociais em defesa da democracia, da manutenção de direitos e contra o conservadorismo.
O primeiro passo anunciado pela CUT é uma manifestação marcada para março, em que os movimentos marcharão a Brasília para pressionar os parlamentares contra qualquer tipo de retrocesso.
Em entrevista, o analista político do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) Antônio Augusto Queiroz, o Toninho, avaliou que a temática trabalhista deve tomar o lugar dos temas ditos sociais na agenda do parlamento, especialmente se o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não deixar a Casa.
Isso, porém, não significa que assuntos como a lei antiterrorismo, o Estatuto do Desarmamento e a privatização das estatais saiam de cena. A depender da pressão que sofrerá, Cunha pode jogar no quanto pior melhor, ao lado da oposição, que busca desgastar o governo federal com uma agenda negativa.
A pedido da CUT, Toninho avaliou as perspectivas para cada um desses textos e reforçou que o sucesso ou fracasso de cada um dos pontos passa diretamente pela capacidade de mobilização da classe trabalhadora.
Estatuto da Família (PL 6583/2013)
Autor: deputado Anderson Ferreira (PR-PE)
Resumo: determina que a família é formada exclusivamente por homens e mulheres e exclui, portanto, casais LGBTs desse conceito
Situação: aprovado por comissões, aguarda a resposta ao recurso do PT, que é contra o texto ser incluído na pauta da Câmara.
Perspectiva: desde que se readotou o poder terminativo para aprovação projetos, foram apresentados centenas de recursos e poucos foram apreciados. Não faria sentido votar esse texto furando a fila em detrimento dos demais. Mas, se for votado, tem a tendência de ser aprovado.
Maioridade Penal (PEC 171/1993)
Autor: deputado Benedito Domingos (PP-DF)
Resumo: reduz a maioridade penal para 16 anos
Situação: aprovado na Câmara, está agora no Senado.
Perspectiva: o Senado não aprova e vai optar por modificar o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), aumentando o tempo de reclusão e, eventualmente, retirando a condição de primário do até então menor de idade.
Lei Antiterrorismo (PL 2016/2015)
Autor: Poder Executivo
Resumo: altera a lei para reformular o conceito de organização terrorista
Situação: aprovado na Câmara, já foi modificado pelo Senado e volta à Câmara.
Perspectiva: da forma como está redigido, pode permitir que manifestações de trabalhadores possam ser entendidas como um atentado à estabilidade democrática. O movimento sindical precisa pressionar o governo para que imponha vetos a artigos com o objetivo de impedir que a definição de terrorismo alcance manifestações populares. A tendência é que seja aprovado como está.
Criminalização da vítima de violência sexual (PL 5069/2013)
Autores: deputado Eduardo Cunha e outros
Resumo: abre brechas para punir qualquer pessoa que oriente o uso de método contraceptivo e preste orientações sobre o aborto legal definido pela Constituição
Situação: Aguarda inclusão na pauta da Câmara. Esse projeto deve perder densidade, caso Cunha seja afastado. Não tem apoio político suficiente para, sem ele, ser pautado. Depende de alguém muito conservador, mas a tendência é que não passe pelo colégio de líderes da Câmara.
Terceirização (PLC 30/2015)
Autor: eputado Sandro Mabel
Resumo: permite a terceirização sem limites
Situação: o projeto é a continuidade do PL 4330, aprovado na Câmara, e aguarda votação no Senado
Perspectiva: tinha a tendência de ser rejeitado pelo relator, senador Paulo Paim (PT-RS). Mas começa a haver sinalização de que o Renan Calheiros (presidente do Senado) não vai mais dar o tempo que se imaginava para discuti-lo. Senado deve retirar a atividade-fim e aprová-lo, independente do parecer do Paim. O risco é o texto voltar à Câmara, onde há muitos parlamentares eleitos com recursos de empresários que pressionam pela aprovação da matéria.
Altera a participação da Petrobras na exploração do pré-sal (PLS 131/2015)
Autor: senador José Serra (PSDB-SP)
Resumo: retira a obrigatoriedade da Petrobrás como exploradora exclusiva do pré-sal
Situação: aguarda votação no Senado
Perspectiva: a tendência é que seja aprovado, ainda que possa haver mudança no seu conteúdo para que a condição da Petrobrás, como operadora única, seja facultativa e não mais obrigatória.
Estatuto do desarmamento (PL 3722/2012)
Autor: deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC)
Resumo: facilita a aquisição e o porte de armas de fogo
Situação: aguarda inclusão na pauta da Câmara
Perspectiva: tema deve ser de votação muito apertada na Câmara. Mas, no Senado, a tendência é que esse projeto mude radicalmente para que o desarmamento geral seja impedido. O estatuto foi ideia do Renan Calheiros, ele liderou o processo. O problema é que a matéria volta à Câmara, se houver alteração, onde a bancada da bala é muito forte. Após isso, só restará o veto da presidenta.
Privatização das Estatais (PLS 555/2015)
Autor: substitutivo aos projetos de lei do Senado 167/2015, dos senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE), e 343/2015, de Aécio Neves (PSDB-MG); e do anteprojeto apresentado por Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
Resumo: permite a venda e particpação do capital privado em empresas estatais como Correios e Caixa Econômica
Situação: aguarda apreciação do Senado
Perspectiva: como parte da Agenda Brasil, proposta pelo Senado, tem altíssima chance de aprovação já que, segundo o Jereissati, conta com apoio do atual ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Com neutralidade do governo, apoio do poder econômico para terceirizar e o líder do PSDB comandando, é o que conta com maior chance de aprovação dessa lista.
Flexibilização do Conceito do Trabalho Escravo (PLS 432/13)
Autor: Romero Jucá (PMDB-RR)
Resumo: desconfigura e ameniza o conceito de trabalho escravo
Situação: retirado da pauta do Senado após pressão dos movimentos sociais, passará por todas as comissões do Senado
Perspectiva: há várias iniciativas na Câmara e no Senado para modificar o Código Civil e dar conteúdo semelhante ao que a OIT (Organização Internacional do Trabalho) prevê e que é mais brando do que a legislação brasileira. Tema tem apelo popular contrário e pode cair, mas dependente também da sinalização do governo, que ainda não se manifestou.
Redução da idade de trabalho (PEC 18/2011)
Autor: Dilceu Sperafico (PP-PR)
Resumo: autoriza o trabalho de regime parcial a partir dos 14 anos
Situação: está na CCJ (Comissão de Constituição Justiça e Cidadania da Câmara) e aguarda aprovação
Perspectiva: A PEC exige 308 votos, fórum qualificado. Não é um assunto que mobilize todas as bancadas conservadoras e não deve ir a plenário, porque depende da constituição de uma comissão especial, que consumiria 40 sessões. Não é uma das maiores ameaças.

(Fonte: Luiz Carvalho - CUT Nacional)

Contra o PLS 555 que privatiza as estatais

Comitê em Defesa das Estatais chama para seminário nesta quarta (27), em Brasília

O pacote de retrocessos que passou pelo Congresso Nacional em 2015 voltará à agenda em 2016. Entre eles, o PLS 555/15, conhecido como “Estatuto das Estatais”, representa uma ameaça a empresas públicas, como a Caixa Econômica, Petrobrás, BNDES e Correios.
O Estatuto das Estatais reúne um substitutivo ao PL 167/2015, do senador Tasso Jereissati (PSDB), e uma referência ao PLS 343/2015, do também senador Aécio Neves (PSDB).
Com o argumento de que o projeto preza pela “transparência” nas gestões, os tucanos determinam no texto que as “empresas públicas e sociedade de economia mista serão constituídas sob a forma de sociedade anônima”. O Estatuto das Estatais, portanto, respeita a tradição privatista do PSDB, que durante os anos 90 entregaram o País à iniciativa privada.
Consequências
O PLS 555, caso seja aprovado, vai estabelecer um estatuto padrão para todas as empresas públicas, sejam elas municipais, estaduais ou federais. O projeto não leva em consideração o fato de que as gestões e estruturas dessas estatais são distintas.
O projeto prevê que o Conselho Administrativo das estatais deve ter a presença de 20% de conselheiros “independentes”. Porém, o texto não explica de quem o conselheiro deve ser independente, oferecendo uma margem generosa para interpretações. Dessa forma, o caminho ficaria aberto para, por exemplo, se inserir nas estatais profissionais das empresas interessadas em operar no setor.
Protesto
Com a possibilidade de ser votado já no dia 02 de fevereiro, quando os parlamentares retornam do recesso, o Comitê em Defesa das Estatais anunciou seminário sobre o PLS 555.
O seminário ocorrerá no Hotel San Marco, em Brasília, na próxima quarta-feira (27), das 9h30 às 17h. O evento contará com o apoio da CUT e outras centrais sindicais.

 
*Essa matéria integra uma série sobre os projetos que representam um retrocesso ao País e que estarão na agenda do Congresso Nacional em 2016

 

Conta de luz vai baixar a partir de fevereiro, anuncia Aneel

Aneel disse que a situação dos reservatórios melhorou. Por isso decidiu reduzir as tarifas das bandeiras amarela e vermelha. 

A conta de luz vai baixar a partir de fevereiro. A Agência Nacional de Energia Elétrica criou uma faixa mais barata pra bandeira vermelha, a taxa que os consumidores pagam quando as usinas térmicas estão ligadas. Faz um ano que a bandeira vermelha entrou em vigor. Até novembro, ela produziu uma arrecadação de mais de R$ 13 bilhões.

A Mônica não sabe mais o que fazer para economizar. Roupa pra passar? Olha aí, tudo acumulado. Só passa uma vez por mês. Lavar, começa sempre pelo tanquinho que é mais econômico. Micro-ondas, exaustor, tudo desligado. E as lâmpadas? Ai do filho que pensar em deixar alguma acesa.
Tanto esforço, mas as contas não diminuem. Com a decisão desta terça-feira (26) ela está um pouco mais animada.
“Vai ajudar. Pelo menos pra mim, sim vai ajudar muito”, diz.
Vai ajudar sim. Mas é bom continuar economizando. Porque vamos continuar com a bandeira vermelha, e todo mundo já sabe, bandeira vermelha, conta mais cara. No sistema de bandeiras tarifárias, há um ano nas contas, as cores são fixadas de acordo com o custo da geração de energia. As hidrelétricas produzem energia mais barata. As termelétricas, mais cara. Pra sair do vermelho, só com muita chuva, com os reservatórios cheios. 
Nesta terça-feira (26), a Agência Nacional de Energia Elétrica disse que com as últimas chuvas, a situação melhorou, principalmente no Sudeste e algumas termelétricas já foram desligadas e por isso decidiu reduzir as tarifas das bandeiras amarela e vermelha.  
“Nós ainda estamos no período úmido, que se encerra em abril, mas começa a dar acenos de que ele está muito mais favorável do que a gente identificou de 2010 até 2015 e isso nos permite tomar uma decisão com segurança, diminuindo o valor da bandeira tarifária. Entretanto, a cor ainda é vermelha”, explica André Pepitoni, diretor da Aneel.
Com a cor verde, não mudou nada. Se ela for adotada um dia, a tarifa não vai ter nenhum acréscimo. Já amarela caiu. De R$ 2,50 para R$ 1,50 para cada cem quilowats consumidos. 
E a bandeira vermelha, a única que tivemos até agora e que cobrava R$ 4,50, passa a ter duas faixas, dois patamares. O primeiro, mais baixo: R$ 3. O segundo, os mesmos R$ 4,50 de hoje.
A partir de primeiro de fevereiro, a bandeira vai continuar vermelha, mas com a tarifa menor, de R$ 3. 
O especialista Fernando Umbria diz que a conta continua cara: o governo baixou por decreto em 2013, depois teve que subir porque criou problemas no caixa das empresas. Veio a crise hídrica e a conta disparou, 51% no ano passado, segundo o IBGE.
“Nós temos encargos que precisaram ser repassados pro setor elétrico e que permanecem ao longo dos próximos quatro ou cinco anos. Não há uma expectativa de reduções importantes nesse período. Se formos pensar em alguma coisa, já temos que pensar do médio prazo pra frente”, aponta o consultor da LPS Energética.

 

Número de crianças obesas dispara em todo o mundo

O número de crianças que estão acima do peso tem aumentado nos últimos anos. A mudança nos hábitos de vida e na alimentação fez com que a taxa de obesidade infantil em todo o mundo disparasse, principalmente nos países em desenvolvimento.

Um relatório divulgado pela OMS, a Organização Mundial da Saúde, aponta que, de 1990 até 2014, o número de crianças obesas, de zero a cinco anos de idade, aumentou em 10 milhões, chegando a 41 milhões de casos registrados, o equivalente a 6% da população mundial nessa faixa etária.

Nos países em desenvolvimento, o número de meninos e meninas acima do peso dobrou: de 7,5 milhões para 15,5 milhões.

As principais ocorrências são na Ásia, que concentra quase metade de todas as crianças obesas, e na África, com índice de 25%, mesmo sendo o continente com maior incidência de má nutrição.

No Brasil, de acordo com o IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, uma em cada três crianças, de cinco a nove anos, está acima do peso recomendado pela OMS.
De acordo com a médica pediatra Natasha Slessarenko, especialista em patologia clínica, a idade crítica para o combate à obesidade é até os dois anos.

Segundo o relatório da OMS, as propagandas de refrigerantes e outros alimentos que fazem mal à saúde são as principais responsáveis pelo aumento do número de crianças obesas. Para a Pediatra Natasha Slessarenko, a grande responsável pela educação alimentar é a família.

A secretária Ruanita Sousa, que tem um filho de 4 meses, garante que já se preocupa com a alimentação que vai dar a ele.

Para reverter o quadro da obesidade, a OMS recomenda que os países tomem medidas como o aumento de impostos para refrigerantes, controle da publicidade de alimentos não-saudáveis e combate ao sedentarismo, com a implementação de atividades físicas nas escolas.

No Distrito Federal, entrou em vigor, no ano passado, uma lei que regulamenta a atividade das cantinas comerciais de escolas públicas.

Elas passaram a ter que promover hábitos saudáveis de alimentação, como vender aos alunos, diariamente, pelo menos duas frutas frescas.

Quatro cenários de 'fim do mundo' previstos por Stephen Hawking

A humanidade corre o risco de ser extinta graças a perigos criados por ela mesma, segundo o físico britânico Stephen Hawking.
Hawking foi o convidado deste ano das chamadas Reith Lectures – evento que desde 1948 convida pessoas de projeção pública para uma série anual de palestras transmitida pela emissora de rádio BBC Radio 4.
Segundo o cientista, existem quatro cenários possíveis para um fim do mundo criado pela própria humanidade. E o progresso na ciência e tecnologia criará "novas formas de as coisas darem errado".
"Apesar de serem baixas as possibilidades de um desastre no planeta Terra em um ano qualquer, isso vai se acumulando com o tempo e se transforma em uma quase certeza para os próximos mil ou dez mil anos", disse Hawking.
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Image caption O clássico de Kubrick, '2001: Uma Odisseia no Espaço' já previa um computador com inteligência artificial que saía de controle (Foto: Moviestore/Rex/Shutterstock)
Stephen Hawking acredita que os esforços para criar máquinas que pensem sozinhas são uma ameaça à nossa existência.
"O desenvolvimento de uma inteligência artificial total (AI) pode levar ao fim da raça humana", disse o físico à BBC em 2014.
Segundo ele, as formas primitivas de inteligência artificial desenvolvidas até o momento já provaram ser úteis, mas Hawking teme as consequências de se criar algo que possa se igualar ou até superar os humanos.
"(As máquinas) iriam evoluir sozinhas, refazer o próprio projeto a uma velocidade cada vez maior. Humanos, que são limitados por uma evolução biológica lenta, não poderiam competir e seriam substituídos."
Hawking não é o único que teme a inteligência artificial. O cinema americano já tratou a questão como uma ameaça em vários filmes como 2001: Uma Odisseia no Espaço (de 1968), Bladerunner (de 1982), a série de filmes O Exterminador do Futuro, entre outros.
2) Guerra nuclear
Image caption O poder das armas nucleares aumentou muito desde os primeiros testes na década de 1950 (Foto: Nasa)
Se as máquinas não nos matarem, nós poderemos fazer isso por conta própria.
"O fracasso humano que eu mais gostaria de corrigir é a agressão", disse Hawking em uma palestra no Museu da Ciência de Londres, em 2015.
"Pode ter sido uma vantagem para a sobrevivência na época dos homens das cavernas, para conseguir mais comida, território ou parceiros para reprodução, mas agora é uma ameaça que pode destruir todos nós."
As armas de destruição em massa atuais são capazes de acabar com a vida na Terra, e a proliferação dos arsenais nucleares é uma grande preocupação mundial.
"Uma grande guerra mundial significaria o fim da civilização e talvez o fim da raça humana", disse Hawking.

3) Vírus criado por engenharia genética

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Image caption Segundo Hawking, vírus criados em pequenos laboratórios podem dar grande dor de cabeça futura à humanidade (AP/Arquivo)
E as armas nucleares podem não ser a pior ameaça entre as invenções da humanidade.
Em 2001, Hawking disse ao jornal britânico Daily Telegraph que a raça humana enfrenta a perspectiva de ser exterminada por um vírus criado por ela mesma.
"No longo prazo, fico mais preocupado com a biologia. Armas nucleares precisam de instalações grandes, mas engenharia genética pode ser feita em um pequeno laboratório. Você não consegue regulamentar cada laboratório do mundo. O perigo é que, seja por um acidente ou algo planejado, criemos um vírus que possa nos destruir", disse o cientista ao jornal.
"Não acho que a raça humana vai sobreviver aos próximos mil anos, a não ser que nos espalhemos pelo espaço. Há muitos acidentes que podem afetar a vida em um único planeta."
Novamente, temores como esse já foram retratados por Hollywood. Filmes como 12 Macacos, Eu Sou A Lenda e a série Resident Evil são apenas alguns dos que mostram um cenário no qual vírus feitos pelos homens destroem a sociedade.

4) Aquecimento global

Image caption Para o cientista, se aquecimento global continuar, a Terra corre o risco de ficar parecida com Vênus (Foto: Nasa)
Stephen Hawking descreveu um cenário futurístico apocalíptico no documentário A Última Hora, de 2007.
"Uma das consequências mais graves de nossas ações é o aquecimento global, causado pela emissão de crescentes níveis de dióxido de carbono resultantes da queima de combustíveis fósseis. O perigo é que o aumento da temperatura se transforme em (um processo) autossustentável, se é que já não está assim."
"Secas e devastação de florestas estão reduzindo a quantidade de CO2 que é reciclada na atmosfera", afirmou.
"Além disso, o derretimento das calotas polares vai reduzir a quantidade de energia solar refletida de volta para o espaço e assim aumentar ainda mais a temperatura. Não sabemos se o aquecimento global vai parar, mas o pior cenário possível é que a Terra se transforme em um planeta como Vênus, com uma temperatura de 250 graus na superfície e chuvas de ácido sulfúrico."
"A raça humana não pode sobreviver nestas condições", acrescentou.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Açailândia, Vereador Jarlis Adelino Acompanha Entrega de Veículo 0 km Para Secretaria de Ação Social

Vereador Jarlis Adelino e Fátima Camelo Secretaria de Ação Social

O prefeito de Açailandia Juscelino Oliveira (PCdoB) realizou na manhã desta quinta-feira (21), a entrega de uma caminhonete Hilux zero km para a Secretaria de Assistência Social, que está aos cuidados da Sra. Fátima Camelo.
O veiculo adquirido com recursos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, contribuirá consideravelmente com o trabalho da secretária e sua equipe, que tem uma grande demanda a ser atendida.
Após o ato do qual participou grande parte dos servidores da pasta (Assistência Social), secretários, vereadores e pessoas da comunidade, foi oferecido um coquetel aos convidados.
Ensejando o momento, o prefeito Juscelino Oliveira concedeu entrevista à imprensa local e na oportunidade anunciou mais benefícios para população.

Matéria: amarcosnoticias, Fotos jarlisadelino.blogspot 

Prefeito Juscelino Oliveira com secretária e servidores da Assistência Social

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Prefeito Juscelino Oliveira se encontra com Ministro da Saúde e busca recursos e benefícios para Açailândia

Do Maranhão em Foco/ Maicon Sousa
Entre os benefícios solicitados estar a construção da sede própria do SAMU e duas novas ambulâncias para o serviço, um Centro especializado de reabilitação e uma Oficina Ortopédica

ARTICULAÇÃO
O prefeito Juscelino Oliveira ao lado do Ministro 
da Saúde, Marcelo Castro e do Deputado Federal 
Waldir Maranhão/ Foto / Maranhão em Foco
O Prefeito Municipal de Açailândia, Juscelino Oliveira, esteve reunido nesta terça feira (19) com o Ministro da Saúde, Marcelo Castro, também esteve presente na reunião o vice-presidente da Câmara Federal, Deputado Waldir Maranhão. O encontro ocorreu em Brasília e na pauta estava a busca de recursos e benefícios por parte do gestor para a saúde do município. 

Desde que assumiu o Governo, Juscelino Oliveira tem buscado junto a sua equipe alcançar metas traçadas com objetivo de melhorar a qualidade de vida da população, a começar pela saúde, uma das áreas mais problemáticas em todo o Brasil e que requer total atenção por parte dos administradores.

Juscelino Oliveira apresentou ao Ministro Marcelo Castro um estudo produzido pela Secretaria Municipal de Saúde que visa ampliar o teto financeiro do Hospital Municipal de Açailândia, que atualmente é de R$ 539.000.00 reais por mês. 

O estudo foi para demonstrar que tal montante não é suficiente para garantir que o HMA preste atendimento aos municípios vizinhos da região, o objetivo é ampliar o teto de média complexidade para R$ 1.200.000.00 (um milhão e duzentos mil reais). O Ministro acolheu a demanda e se comprometeu a entregar o estudo aos técnicos do Ministério da Saúde para que seja analisado.

O gestor municipal solicitou a renovação da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, Açailândia foi contemplada com uma ambulância no ano passado, mas as outras duas ambulâncias são antigas, o Ministro afirmou que encaminhará dois novos veículos para o SAMU.

Também foi solicitado ao Ministério da Saúde que encaminhe a verba de R$ 300.000.00 (trezentos mil reais) para construção da sede própria do SAMU, que será localizada próxima a Unidade de Pronto Atendimento – UPA, que já se encontra em fase final de conclusão e deve ser entregue no inicio do próximo mês, por isto Juscelino Oliveira também apresentou requerimento de R$ 800.000.00 (oitocentos mil reais) para compra de equipamentos da UPA.

O prefeito também solicitou que seja construído em Açailândia um Centro especializado em reabilitação - porte 3, que visa atender os portadores de necessidades especiais, e prestar atendimento a pessoas com microcefalia o que sofreu algum trauma em acidente e precisa passar pelo processo de reabilitação.

Além disto, foi solicitado do Ministro Marcelo Castro a implantação da Oficina Ortopédica para fabricação de próteses ortopédicas para pessoas que perderem algum membro. Por meio do convênio será possível fabricar no município as peças similares aos membros perdidos. O Centro contará com a verba de R$ 250.000.00 (duzentos e cinquenta mil) para fabricação e manutenção das peças. De posse das requisições o Ministro se comprometeu a viabilizar os recursos e benefícios.

Para o Secretário de Saúde Municipal, Marco Aurélio, tal empenho em busca de recursos mostra a preocupação do gestor com a Saúde Pública. "O prefeito Juscelino Oliveira traçou metas para alcançar um padrão de qualidade em todas as áreas do município, e uma das principais foi a saúde, estamos em busca de alcançar estas metas e o prefeito tem dado total apoio para que isto se torne realidade. Melhoras já podem ser vistas no dia a dia, fruto de um trabalho de dedicação ao povo", concluiu.

Açailândia: Após Décadas o Parque Novo Horizonte Terá água potável Afirma o SAAE após requerimento dos Vereadores Jarlis Adelino e Professor Pedro


Após duas décadas de sua existência o Bairro Parque Novo Horizonte em Açailândia localizado entre os Bairros Parque das Nações e Plano da Serra, (A traz do Posto da Policia Rodoviária Federal) na BR 222  terá água potável.
O Bairro conta com aproximadamente 300 residências e 800 habitantes.   
Vereadores Prof. Pedro e Jarlis Adelino
A Reivindicação é antiga dos moradores do Bairro, após requerimento dos Vereadores Jarlis Adelino e Professor Pedro o Prefeito Juscelino Oliveira determinou que o SAAE - Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Açailândia providencie em caráter de urgência a implantação da rede de distribuição de água e a perfuração do poço para que a comunidade seja atendida.
Na ultima segunda-feira dia 18, o SAAE representado pelo Diretor Sr. Lauro e equipe estiveram no Bairro para viabilizar o projeto, com a escolha do local onde será perfurado o poço, os Vereadores Jarlis Adelino, Professor Pedro e a Vereadora Diomar estiveram presentes no Bairro para acompanhar todos os trabalhos do SAAE.



Diretor do SAAE Lauro


O Diretor do SAAE Lauro, disse para a comunidade durante a reunião que aconteceu as 17 horas, que a Prefeitura através do Prefeito Juscelino Oliveira determinou urgência na implantação do sistema de água do Parque Novo Horizonte, com isso o SAAE irá promover seus trabalhos dentro da necessidade apresentada junto ao departamento.



O Vereador Professor Pedro, lembrou que o requerimento foi apresentado em 2013 e é de sua autoria, a gestora anterior não deu importância para o problema da água no bairro e seu requerimento na oportunidade não foi atendido, falou ainda que o Parque Novo Horizonte precisa urgentemente de água a população não aguenta mais essa situação de descaso com o povo, disse o Ver. Pedro.
Vereadora Diomar

A Vereadora Diomar, agradeceu aos vereadores e ao diretor do SAAE pela responsabilidade assumida com a comunidade, sabemos que o SAAE tem competência para viabilizar o projeto com agilidade e qualidade, os moradores deste bairro merecem uma melhor atenção, o Prefeito Juscelino Oliveira determinou que o poço do Parque Novo Horizonte seja Independente exclusivo do Bairro, ou seja, auto suficiente para atender toda a comunidade disse Ver. Diomar.



Vereador Jarlis Adelino

O Vereador Jarlis Adelino agradeceu o Vereador Pedro por atender a solicitação quando o mesmo pediu para retornar com o requerimento de 2013 em junho de 2015, o requerimento foi reapresentado a Câmara Municipal de forma conjunta, solicitando ao Prefeito Juscelino Oliveira o abastecimento de água potável para o Bairro Parque Novo Horizonte, Jarlis Lembrou da luta da associação dos moradores do bairro que nunca desistiu em buscar a tão sonhada água para todos finalizou o Vereador Jarlis Adelino.


Presidenta da Associação dos Moradores Irmã Irazilda
A Presidenta da Associação dos Moradores do Bairro Novo Horizonte Irmão Irazilda em seu discurso agradeceu o Prefeito Juscelino Oliveira em ouvir o Pedido dos Vereadores, esse pedido na verdade é um pedido da comunidade a pelo menos 20 anos, a presidenta ainda lembrou que o SAAE já esteve no bairro em outras três oportunidades mais que dessa vez é diferente, o SAAE chega com uma demanda real de trabalho, a presidenta Irazilda agradeceu a presença da Vereadora Diomar que também luta pela causa do Parque Novo Horizonte, os trabalhos são necessários já sofremos muito sem água finalizou a Presidenta Irazilda.
O Diretor do SAAE Lauro e sua equipe técnica visitaram pelo menos dois locais possíveis para a perfuração do poço, os trabalhos práticos se iniciarão assim que a equipe definir o local do poço disse Lauro.
 Fonte: Assessoria Vereador Jarlis Adelino