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domingo, 29 de julho de 2018

AMPAIO CORRÊA, DO CÉU AO INFERNO EM POUCO MAIS DE 2 SEMANAS



Depois da conquista inédita da Copa do Nordeste pelo time maranhense, quando milhares de torcedores foram às ruas comemorar e com todo o mérito o título, era de se esperar uma continuidade equivalente no campeonato brasileiro da série B, que não veio.
O time amarga atualmente a penúltima colocação.
Diante disso ficam as perguntas, qual a diferença da Copa do Nordeste para o Campeonato Brasileiro e do Sampaio campeão do Nordeste e do vice-lanterna da Série B?
São muitas, pra começar a Copa do Nordeste, depois da primeira fase é um torneio de mata-mata onde o time que sabe melhor aproveitar as oportunidades, principalmente em casa passa de fase, vamos levar em consideração, e olha que sou torcedor da Bolívia Querida, o Sampaio venceu o nordeste mas passou longe de ser absoluto e incontestável. Já o brasileiro na sua fórmula de pontos corridos é muito mais competitivos e exige, além de bons jogadores na titularidade, um bom banco de reservas pois se trata de um campeonato longo e o departamento médico, assim como a suspensão por cartões são visitas constantes.
Vale lembrar que o Sampaio teve toda uma pre-temporada pra criar uma grande equipe, o maranhense como muitos torcedores dizem, seria na verdade uma grande treinamento para as competições nacionais, não funcionou.
A direção do Sampaio Corrêa não soube montar um elenco a altura dos campeonatos que disputaria no ano, nem mesmo para a disputa local, quando foi eliminado precocemente. A verdade é que o time teve uma péssima administração no quesito direção de futebol que além de aproveitar jogadores que ficaram no banco durante a Série C ano passado, trouxe jogadores que estavam encostados em outros clubes, não soube suprir a saída de jogadores importante como Marlon, por exemplo.
O que vemos agora é um caos instalados, o desespero do rebaixamento batendo a porta e sem luz alguma no fim do túnel. Não foi por falta de aviso, a torcida desde o começo do ano “canta a bola” para a necessidade de jogadores de qualidade, o presidente Sérgio Frota não ouviu, ao contrário, sempre rebatia o argumento muitas vezes com arrogância.
Qualquer torcedor da Bolivia Querida reconhece os avanços com o atual presidente que deve reconhecer avanços pessoais proporcionados pelo clube, sendo assim uma via de mão dupla, um ajudou o outro.
O que os torcedores querem é, chega de justificar derrotas com o argumento de que “nunca chegamos aqui ou ali”, avanços pedem mais avanços e é hora de abrir o livro das transparências, pois só assim um dia o Sampaio Corrêa Futebol Clube poderá figurar entre os grandes do Brasil.
Parece que finalmente vão colocar um simples asfalto no CT.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Em Defesa da Empregabilidade e Desenvolvimento da Região Tocantina Jarlis Adelino Continua Firme em sua pré Campanha Para Deputado Federal


Eduardo Braide e Jarlis Adelino

Vereador Jarlis Adelino...

Estou consciente da minha missão como pré-candidato a Deputado Federal por Açailândia, SOU CANDIDATO DA TERRA! Tenho experiência sindical e parlamentar, sou político nato! Portanto sei da minha missão e responsabilidade que tenho como político; sempre busquei o melhor para o nosso município e nosso estado, tenho demonstrado no parlamento mirim minha capacidade política em defesa da empregabilidade, fortalecemos a luta junto ao município na tentativa de resgatar nossa mão de obra local. No setor siderúrgico tenho grandes conquistas históricas como sindicalista que ficou marcado não apenas no setor industrial, ficou marcado em todo setor econômico do município, com grandes vitorias em prol dos trabalhadores e toda a sociedade. Tenho apoio importante do meu Partido PMN – Partido da Mobilização Nacional. O atual presidente Estadual Deputado Eduardo Braide, tem me fortalecido na região como pré candidato a Deputado Federal, Eduardo é o principal articulador da minha candidatura no cenário estadual. Em 2017 realizamos o lançamento oficial da minha pré-candidatura, a população de Açailândia demonstrou carinho e me fortaleceu para que eu continuasse essa caminhada. Em 2018 fizemos mais um grande ato político, onde na oportunidade declarei apoio ao pré-candidato a Deputado estadual Leo Cunha, que também declarou apoio ao Vereador Jarlis Adelino, uma aliança política solida e forte, juntamente com alguns vereadores do Município de Açailândia como o presidente Ceará, Evando Gomes, Joilson e o Vereador Caibim, entre outros vereadores..., esses apoios estão sendo fundamentais nessa caminhada. Afirmo a população de Açailândia que a minha pré-candidatura está firme e solida, no sentido de irmos pra luta nós próximos dias. 2018 será um ano de divisor de águas na política de Açailândia, o povo do nosso município sem duvida terá seus representantes na assembleia legislativa e no congresso federal disse Vereador Jarlis Adelino.

Sorteio da Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 72 milhões nesta quarta

concurso 2.062 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 72 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta-feira (25) em Pouso Redondo (SC). O concurso pode pagar o segundo maior prêmio do ano (veja lista completa abaixo).

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
  • R$ 38,51 milhões em 23 de junho
  • R$ 29,066 milhões em 30 de maio
  • R$ 58,932 milhões em 16 de maio
  • R$ 2,77 milhões em 25 de abril
  • R$ 9,34 milhões em 20 de abril
  • R$ 22,122 milhões em 11 de abril
  • R$ 41 milhões em 4 de abril
  • R$ 69,72 milhões em 17 de março
  • R$ 104,54 milhões em 17 de fevereiro
  • R$ 12,28 milhões em 13 de janeiro

Acerto do Corinthians com ex-Real Madrid Por Empréstimo Movimento o Futebol Brasileiro. Veja os detalhes

Informação foi trazida pela Rádio ABC Cardinal, do Paraguai. Atacante chega ao Brasil na quinta para fazer exames médicos


Apesar de ter perdido algumas peças importantes para a sequência da temporada, o Corinthians segue contratando novas peças para o segundo semestre. De acordo com a AM 730 Radio ABC Cardinal, do Paraguai, o Timão acertou o empréstimo de 18 meses do atacante Sergio Díaz. O atleta viaja na quinta-feira de manhã para fazer exames médicos e assinar o contrato.
Díaz está no Real Madrid Castilla e tem apenas 20 anos de idade. O atacante é tido como uma das maiores revelações do futebol paraguaio. Entre 2014 e 2016, vestiu a camisa do Cerro Porteño, time que o revelou ao futebol. Curiosamente, o atacante já marcou contra o Corinthians.

Na edição de 2016 da Libertadores, o atacante anotou um dos gols que deu a vitória do Cerro em cima do Corinthians, por 3 a 2, no Defensores del Chaco, ainda em duelo válido pela primeira fase da competição.

Como será o eclipse lunar mais longo do século

'Lua de sangue' de 27 de julho pode trazer informação sobre o buraco na camada de ozônio.

Eclipse da lua julho 2018
Lua de sangue vista em Wisconsin (EUA), no dia 8 de outubro de 2014.  AP
A Terra se colocará entre o Sol e a Lua na noite de 27 de julho ocasionando o eclipse lunar mais longo do século XXI. A fase total do fenômeno começará às 21h30 (16h30 de Brasília) e terá duração de 102 minutos, já que a lua passará próxima ao centro da sombra terrestre. Durante essa fase, o satélite refletirá uma tonalidade avermelhada que lhe confere popularmente o nome de Lua de Sangue. Ainda que aspecto mais chamativo do fenômeno seja o espetáculo de sua cor, também é útil para que os cientistas possam conhecer melhor o estado da atmosfera terrestre, de acordo com Miquel Serra, astrônomo do Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC).
O lógico, quando a Lua entra na sombra da Terra, seria que o satélite fosse invisível de nosso planeta. “Nós a vemos porque a atmosfera terrestre produz dois efeitos sobre a luz solar”, afirma o especialista do IAC. O primeiro é o fenômeno de refração, uma curvatura dos raios do Sol que rodeiam a Terra até chegar à Lua. O segundo é semelhante ao que acontece durante um entardecer. A atmosfera dispersa as cores mais energéticas da luz solar, como o verde e o azul, de maneira que somente os raios vermelhos chegam à superfície lunar. “O resultado é uma Lua iluminada com tons acobreados, e é o mais espetacular”, diz Serra, que o considera “interessante e bonito porque a intensidade do vermelho não é conhecida até o início do fenômeno e depende do estado da atmosfera terrestre”, afirma.
A cor da Lua pode ser relacionada à poluição atmosférica, mas principalmente “pode nos falar do estado geral da atmosfera em um determinado momento”, afirma Miquel Serra. A razão é que, além das partículas poluidoras, outros fatores intervêm como a presença de nuvens e de emissões vulcânicas em certas regiões do planeta. “As partículas vulcânicas fazem com a tonalidade avermelhada aumente”, diz Antonio Pérez, divulgador científico especializado em astronomia e ciências do espaço. Quantas mais existirem em suspensão na noite do dia 27, portanto, mais vermelha veremos a Lua eclipsada, como acrescenta o especialista. A intensidade da cor vermelha da Lua nos indica o estado da atmosfera.
Além disso, um aspecto muito interessante é que um eclipse lunar pode informar sobre o estado do buraco na camada de ozônio, que “parece estar relacionado a uma variação do tamanho da sombra terrestre”, diz Serra. A equipe do IAC a que o astrônomo pertence irá até a Namíbia, onde o fenômeno poderá ser observado do começo ao fim. Lá calcularão a cor da totalidade e anotarão dados do tamanho da sombra lunar, que “varia de eclipse para eclipse a cada dois anos”, diz Miquel Serra.
O motivo principal que os leva à Namíbia é, entretanto, retransmitir em seu site o eclipse com tecnologia de alta qualidade para que o público possa observar o fenômeno de qualquer parte do mundo. A transmissão será feita em colaboração com a Sky.live.com, uma televisão online especializada na transmissão ao vivo de eventos astronômicos, e também poderá ser visto no site do EL PAÍS.
A África, o Oriente Médio e alguns países da Ásia central são os lugares onde o eclipse será totalmente visível. A Austrália só poderá observar o início e a América do Sul, o final. Em relação à Espanha, poderá ser observado o início da fase total, que coincide com a saída da Lua em Madri, às 21h30, até o final do fenômeno, às 23h13. Seu ponto máximo será às 22h22, hora da Espanha. Como o começo da totalidade coincidirá com o surgimento da Lua na Península Ibérica, o satélite estará eclipsado na maioria das cidades espanholas desde o começo. Por essa razão, “a nível fotográfico, será uma paisagem bem inédita, porque poderemos ver a Lua saindo pelo horizonte completamente eclipsada”, afirma Antonio Pérez.
O fenômeno completo durará 3 horas e 55 minutos se for levado em consideração o tempo de penumbra, ou seja, o momento em que a Lua passa pela área mais clara da sombra terrestre. “Estávamos há mais de dois anos sem um eclipse lunar total visível da Europa e, mesmo não sendo totalmente visível da Espanha, o final do fenômeno poderá ser observado”, diz Miquel Serra. Ou seja, a primeira etapa da penumbra não poderá ser vista na Espanha, com exceção das Ilhas Baleares, que serão as mais favorecidas. As outras fases poderão ser vistas no país e nas Ilhas Canárias, mesmo que a elevação do satélite fique muito baixa. Por isso, Antonio Pérez recomenda que seja observado de lugares que mostrem o horizonte livre, e diz que mesmo sendo visível a olho nu, “binóculos e telescópios podem ajudar a notar certar formas”.
O fenômeno quase coincidirá com a noite mais brilhante do planeta vermelho nos últimos anos, que será a de 28 de julho. “São questões orbitais de Marte que não têm relação com o eclipse lunar”, frisa Antonio Pérez, “mas os dois fenômenos darão ao próximo fim de semana um grande interesse astronômico”, afirma.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Corinthians reencontra vitória no Brasileiro contra Botafogo

Corinthians recomeçou o Campeonato Brasileiro com um triunfo. Vindo de uma série de duas derrotas, para Bahia (1 a 0) e Flamengo (1 a 0), e dois empates, com Vitória (0 a 0) e Santos (1 a 1), antes de a competição entrar no recesso motivado pela Copa do Mundo da Rússia, o time de Osmar Loss reagiu e fez 2 a 0 sobre o Botafogo na noite desta quarta-feira, em Itaquera.
Conquistado com gols do meia Rodriguinho no primeiro tempo e do atacante Romero no segundo, o resultado fez o Corinthians alcançar os 19 pontos ganhos na tabela de classificação. O Botafogo ficou para trás, com 16.Os times alvinegros paulista e carioca terão clássicos pela frente no sábado (21), contra rivais que disputam a liderança do Brasileiro. Enquanto o Corinthians irá ao Morumbi para enfrentar o São Paulo, o Botafogo jogará contra o Flamengo no Maracanã.Time do Corinthians comemora gol
Time do Corinthians 

Toffoli e a ‘água no chope’ dos petistas

Dias Toffoli pode jogar água no chope dos petistas que acreditam que Lula posa ser solto ainda este ano, caso o STF discuta a prisão em segunda instância. O Estadão apurou que, para pessoas próximas, o ministro disse que não deve colocar o tema na pauta, já que o Supremo já se debruçou sobre o assunto em 2018.

Em abril, o plenário manteve, por seis votos a cinco, a possibilidade do início do cumprimento da pena antes de esgotados os recursos, durante julgamento sobre o caso do petista. Pelas contas atuais, a configuração atual da Corte derrubaria a execução provisória da pena após condenação em segunda instância.

Ministra Rosa Weber nega pedido do MBL para declarar Lula inelegível

Só é possível pedir a inelegibilidade de candidato após o início do período eleitoral. Com esse entendimento, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber, negou nesta quarta-feira (18/7) pedido do Movimento Brasil Livre (MBL) para que o ex-presidente Lula já fosse declarado inelegível.
Ministra Rosa Weber defendeu o cumprimento do devido processo legal.
Nelson Jr./SCO/STF
Para a ministra, a ação do grupo de ativistas online é genérica e foi apresentada por coordenadores do movimento antes do início do período de registro de candidatos.
Quanto ao pedido de exclusão de Lula como candidato, Rosa Weber afirmou que foi apresentado por meio de "instrumento procedimental atípico, oriundo de agente falho de legitimação, fora do intervalo temporal especificamente designado pela lei para tanto". De acordo com ela, o MBL não tem poder para apresentar um requerimento desse tipo.
"Não há falar em arguição de inelegibilidade de candidato quando sequer iniciado o período para a realização das convenções partidárias", explicou.
Segundo a ministra, é necessário o cumprimento do devido processo legal, "garantia constitucional cuja observância condiciona a legitimidade jurídica dos atos e decisões do Estado-Juiz, em reverência ao primado da lei, a impor desde logo o juízo de não conhecimento da presente arguição de inelegibilidade".
Caça-likes
Contra a ação do MBL, o advogado Luiz Fernando Pereira encaminhou uma petição na sexta-feira (13/7), em que sustentou que a ação do MBL é "constrangedoramente precoce", apenas para "buscar likes nas redes sociais". 

O advogado argumentou ainda que o TSE "não aceita e nunca aceitou" que a discussão sobre as condições de elegibilidade seja antecipada. Com informações da Assessoria do TSE.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

CSN anuncia aumento do preço do aço em 12,25%

CSN
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) anunciou um reajuste de 12,25% para os preços de aço laminado para as redes de distribuição, segundo reportagem do jornal Estadão, publicada nesta segunda-feira (16). Já para o material zincado, o aumento será de 10,75%. Os reajustes serão implementados a partir do dia 27 de junho.
Segundo a corretora Coinvalores, esse movimento reflete principalmente a desvalorização do câmbio no último trimestre e a contínua alta na cotação de suas principais matérias-primas. “A companhia não se manifestou a respeito, todavia, ainda assim, seus papéis devem responder de forma positiva no pregão de hoje”, destaca.

Empreendedorismo de impacto social cresce no Brasil

(Kdu dos Anjos/Facebook)
Empreender para promover cidadania e resolver um problema social e ambiental. Este propósito tem motivado o surgimento de várias organizações e startups, empresa de inovação e base tecnológica, que conjugam os resultados financeiros à geração de benefícios para uma comunidade carente de serviços básicos, como educação, saúde, moradia, emprego e outros.
O foco deste tipo de empreendimento, conhecido como negócio de impacto, está na base da pirâmide social brasileira, composta, principalmente, por classes menos favorecidas. No Brasil, cerca de 168 milhões de pessoas integram as camadas com faixas de renda mais baixas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Foi com o olhar nesta população que Kdu dos Anjos iniciou o projeto “Lá da Favelinha”, no Aglomerado da Serra, maior comunidade de Belo Horizonte (MG), com 150 mil habitantes. Apaixonado por livros, o ator de teatro e cantor de rap montou inicialmente uma biblioteca popular em um pequeno espaço, que acabou se transformando num ponto de formação educacional, cultural e gerador de renda para as famílias da comunidade.
No ritmo do passinho e com as rimas do rap, a organização cresceu promovendo eventos, oficinas, apresentação de artistas locais, palestras e vendendo roupas produzidas na região. Atualmente, cerca de 70 famílias têm renda a partir das atividades realizadas pela Favelinha, que também serve de apoio para encaminhar jovens para o mercado de trabalho formal.
“Por que investir na periferia? Hoje, 65% das crianças estão na periferia. Os resultados estão incríveis, desde o resultado social, do amor, da criança que já reprovou três vezes e hoje em dia é a melhor aluna da escola. Foi toda uma questão de empoderamento e várias famílias estão gerando renda, gente que só tinha o tráfico ou o subemprego como destino”, relata Kdu dos Anjos.

Panorama

O Brasil tem 17 milhões de pequenos negócios, que representam 99% do total de empresas do país, 52% dos postos de trabalho e contabilizam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Dentro deste universo, houve crescimento, nos últimos dez anos, do número de negócios de impacto no Brasil e no mundo.
Levantamento do Sebrae em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) identificou mais de 800 negócios de impacto social em todo o país. Boa parte dos novos negócios que prestam serviços sociais e geram desenvolvimento econômico é startups.
“Você pode ter um negócio que já existe há anos, que tem um modelo de gestão tradicional, mas que ao mesmo tempo gera um impacto. Agora, os que estão surgindo hoje, a grande maioria são startups, são jovens que começam a olhar para a base da pirâmide como uma oportunidade pra também atender um anseio de contribuir pra uma causa”, explica Célio Cabral Sousa Júnior, gerente nacional de Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade do Sebrae
Os negócios de impacto social tem movimentado cerca de US$ 60 bilhões em nível global e registrado aumento aproximado de 7% ao ano, segundo levantamento da Ande Brasil (Aspen Network of Development Entrepreneurs), uma rede de empreendedores de países em desenvolvimento.
Ainda de acordo com a entidade, em outra pesquisa feita com a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), foram alocados US$ 1,3 bilhão em investimentos de impacto na América Latina em 2014 e 2015. O Brasil foi o segundo maior mercado da região.

Desafios

Com a premissa de gerar lucro e melhorar a qualidade de vida da população, os negócios de impacto tem crescido no Brasil sob vários desafios. Os principais problemas enfrentados pelos empreendedores sociais foram debatidos durante o Startup Summit, primeiro evento nacional sobre empreendedorismo de inovação e tecnologia realizado em Florianópolis, nos dias 12 e 13 de julho.
A definição de um modelo de negócio, a falta de um marco legal específico para o negócio de impacto social e a forma de atração e captação de recursos foram os principais pontos levantados pelos especialistas e empreendedores sociais.
“Esta é uma agenda nova, mas a gente quer muito mais empreendedores de impacto social no Brasil, seja pelos problemas que a gente visualiza todo dia, mas principalmente pra pensar como é que vocês podem trazer soluções inovadoras para resolver os problemas sociais no Brasil”, disse Célia Cruz, economista e diretora do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), organização que articula empresários e investidores em torno de inovações sociais.
A especialista apontou que os principais atores da oferta de capital do país atuam por meio de doações ou investimentos diretos e defendeu que o movimento deve crescer com a lógica de um negócio que gere impacto de forma inovadora e ao mesmo tempo tenha performance e sustentabilidade financeira.
Célia destacou ainda a importância de atrair a população-alvo para o desenho dos negócios e de mensurar por meio de indicadores o impacto real do investimento. A organização atua ainda no fortalecimento de intermediários, que podem ser fundos de investimentos ou universidades.“A gente acredita muito no papel da universidade para formar talentos que já nascem com essa cabeça de impacto e performance financeira”, afirmou.
O ICE formou recentemente a Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto, que gerou 15 recomendações para o Brasil avançar no apoio ao empreendimento social. A Aliança é a representante brasileira na rede global formada por 18 países que também estão atuando por políticas de desenvolvimento do setor.

Educação política

Outra organização que tem se destacado no empreendedorismo social no Brasil é a “Politize”, que incentiva ações de educação e cultura política. Idealizada por Diego Calegari, que se envolve com causas sociais desde os 17 anos de idade, a Politize atua desde 2014 com o objetivo de gerar conhecimento sobre política de uma forma fácil em diferentes canais.
“Sempre quis trabalhar com atividades que me conectassem com um propósito, que de alguma maneira me fizesse sentir que meu tempo, minha energia, minha história estavam sendo usados para uma causa maior. E escolhi uma causa que é pouco comum, a política, uma área bastante árida, que desperta sentimentos negativos na maioria das pessoas”, conta Diego.
Depois de três anos no mercado, a Politize tem 14 milhões de usuários, uma média de 2,8 milhões de acessos por mês e disponibiliza mais de 1,3 mil conteúdos educativos em podcasts, vídeos, infográficos, textos e cursos, entre outro recursos. A organização desenvolve também uma estratégia offline, por meio da atuação de mais de 80 embaixadores que visitam escolas, comunidades, universidades para falar sobre política e democracia de forma descontraída e didática.
“A reação é muito interessante, porque não é só uma transformação de conquista do conhecimento formal, mas de como a gente emocionalmente se conecta com política, deixando de ser algo feio, ruim, que se associa à corrupção, pra algo extremamente necessário pra vida de cada um de nós”, explica.
O empreendedor se queixa que no Brasil ainda há confusão deste tipo de negócio com filantropia e que o retorno social ainda é pouco vista como uma oportunidade de negócio. Ele também critica a questão jurídica de definição das empresas que atuam nesta área e a falta de profissionalismo do setor, que carece muitas vezes de metas, estratégias de gestão e condições para capacitar e remunerar a equipe.
“A gente vê um setor social muito informal ainda, muito na base da ajuda. Trabalho voluntário é sensacional, importante, mas existe um limite do que dá pra fazer como voluntário. As pessoas que estão se dedicando à causa também precisam viver. Esperar que todo o trabalho social seja feito somente por voluntariado é um equívoco e limita muito o impacto de organizações que tem um trabalho muito legal”, analisa Diego.

Estratégia Nacional

Os principais atores do novo mercado se aproximaram do governo federal para conseguir apoio para o setor e criaram um grupo de trabalho composto por representantes de sete ministérios, entre eles o de Desenvolvimento Social (MDS), da Indústria (MDIC), do Planejamento, além de organizações como PNUD, Sebrae e potenciais financiadores como o BNDES, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Caixa Econômica, Banco do Brasil, entre outros.
O grupo elaborou a Estratégia Nacional de Investimentos e Negócios de Impacto Social (Enimpacto), que pretende em 10 anos melhorar o ambiente de desenvolvimento das soluções sociais e promover iniciativas de inclusão deste tipo de negócio na cadeia de valor das empresas.
Além de participar desta estratégia, o Sebrae desenvolve projetos em oito estados do país. A instituição oferece apoio aos empreendedores desde a concepção da ideia do empreendimento até a estruturação, validação do modelo de negócio e no processo de busca por investidor que possar dar o suporte necessário não só financeiro, mas também na gestão empresarial.
“Se a gente compara o Brasil com outros países, o nível de investimento que a gente tem em negócios de impacto é muito aquém do potencial que a gente teria. Um Brasil com 200 milhões de habitantes, com uma base da pirâmide formada sobretudo por comunidades de baixa renda, temos um volume enorme de pessoas que podem ser beneficiar disso, ou seja, o mercado é enorme e tem muito a avançar”, afirmou Célio.
Segundo o gerente, o Sebrae tem um orçamento de R$ 45 milhões para aplicar em fundos de investimentos em startups. A expectativa é que parte desses recursos sejam alocados diretamente nos negócios de impacto social e ambiental. O gerente afirmou também que vários fundos privados de investimentos tem demonstrado interesse na área e tem desenvolvido linhas direcionadas para empresas com objetivo social.

Gol aumenta pedido de Boeing 737 MAX para 135 aviões

Gol (GOLL4) e a Boeing (BOEI34) assinaram um contrato para aquisição adicional de 15 aeronaves do modelo 737 MAX 8, além de convertendo o pedido de 30 pedidos atuais de MAX 8 para MAX 10.
A renovação da frota da Gol começou efetivamente com a entrega do primeiro 737 MAX 8 no mês passado, e deve continuar até 2028.
O 737 MAX 10 permitirá tem capacidade para até 186 passageiros na configuração atual da companhia (30 assentos a mais que o MAX 8).
“Este novo pedido reforça a estratégia de reduzir custos operacionais operando uma frota padronizada e uma
malha integrada, permitindo que a Gol continue a reduzir as tarifas nas rotas atendidas pela companhia e
também adicionar novos destinos. Estamos confiantes de que o 737 MAX 10 oferecerá vantagens competitivas
significativas em rotas de alta densidade e em aeroportos com restrições de slots”, disse Paulo Kakinoff,
presidente da Gol. “Estamos animados para voar o MAX, aproveitar a sua eficiência e oferecer mais conforto
aos nossos passageiros”.

Embraer vê demanda de 10.550 jatos comerciais de até 150 assentos em 20 anos

Embraer (EMBR3) avalia que o mercado de aeronaves comerciais com até 150 assentos irá demandar até 10.550 unidades nos próximos 20 anos, estima a empresa em um estudo sobre as perspectivas entre 2018 e 2037 divulgado neste domingo (15). A fabricante brasileira calcula um valor de US$ 600 bilhões para todo o mercado em uma frota que saltaria de nove mil aviões para 16 mil. Cerca de 65% da demanda será atendida por novas unidades.
“O desempenho passado não é garantia de resultados no futuro. Apesar do crescimento da indústria ter superado todas as expectativas nos últimos anos, estamos nos preparando para um período de aumento de custos, com contínua pressão por aumento da rentabilidade. Os lucros estão caindo e os ganhos desaparecendo com o aumento de custos”, disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial.
A avaliação revela que o desempenho econômico da indústria de transporte aéreo vai depender principalmente de como aumentarão os custos e até que ponto a indústria sustentará um ambiente de receita vigorosa. Neste sentido, as aeronaves de até 150 assentos estão mais bem posicionadas para combinar eficiência de custo com maior receita unitária.
A Embraer explica que a nova linha de produtos do segmento desafia o “paradigma” de que aeronaves menores necessariamente têm custo por assento maior, aproximando a eficiência operacional por assento de grandes aeronaves de corredor único, com um custo por viagem aproximadamente 20% menor.
Segundo a brasileira, os E-Jets E2 são a família de aeronaves de corredor único mais eficiente da atualidade e estão posicionados para consolidar a Embraer como líder de mercado neste segmento e maximizar a lucratividade de companhias aéreas e empresas de leasing.

domingo, 15 de julho de 2018

COMO SERIA O ULTIMO GOL DE PELE

Ronaldinho Gaúcho rouba a cena na festa de encerramento da Copa



Bruxo apareceu tocando um atabaque durante um canto lírico antes de França e Croácia e internautas destacaram a aparição do craque


Ronaldinho Gaúcho é o Brasil na final da Copa do Mundo! O craque apareceu na cerimônia de encerramento da competição tocando um 'tamborzão' (atabaque) e a aparição surpresa e aleatória do Bruxo teve grande repercussão na web. No Twitter, o nome dele chegou ao segundo lugar dos assuntos mais falados no Brasil

Moscou – A festa de encerramento da Copa do Mundo de 2018 começou pontualmente 30 minutos antes da bola rolar para a decisão entre França e Croácia, no estádio Luzhniki, em Moscou. Com muita tecnologia e dançarinos, a festa contou com uma apresentação do rapper Nicky Jam, do ator Will Smith e da cantora Era Istrefi e de ninguém menos do que o astro brasileiro Ronaldinho Gaúcho.
A apresentação começou com uma contagem regressiva tecnológica e contou com dançarinos segurando placas de painéis de led. O palco foi rapidamente montado para a apresentação de Nick Jam, que conseguiu empolgar os quase 80 mil torcedores no estádio. A partir daí, os dançarinos se juntaram e as placas de led se transformaram em um grande telão, onde os grandes momentos do Mundial da Rússia foram repassados, tudo isso durante a apresentação do rapper norte-americano.

sábado, 14 de julho de 2018

Empregabilidade Atual em Açailândia-MA Por: Vereador Jarlis Adelino


Empregabilidade em Açailândia, política de mão de obra em ações voltadas ao aumento dos grupos socialmente desfavorecidos, desempregados em dificuldades no município.


Tratando-se de empregabilidade, temos o conceito que se compreende no mercado a Lei da procura e oferta que  estão  relacionados às oportunidades que surgem no mercado em que se encontram as empresas e prestadores de serviços, que por sua vez estão em constantes transformações,   logo, é necessário manter-se sempre atualizado para estar ativo e preparado para o mercado.
 Açailândia atualmente passa por uma transformação econômica significativa, durante décadas o município cresceu e se desenvolveu entorno das siderúrgicas que proporcionaram forte avanço econômico em todas as classes sociais, atraindo investimentos inclusive do poder publico motivado principalmente pelo crescimento da população habitacional.
A empregabilidade é relacionada e influenciada por vários fatores, tais como:  maior exigência das empresas que  procuram por  melhor qualificação e aperfeiçoamento profissional, em que os profissionais  necessitam dessas  qualidades para que assim possam buscar pelo seu sucesso empresarial.

2008 Crise econômica Mundial.


O Cenário mantido até 2008, ano de forte crise mundial afetou economicamente todo o mundo, Açailândia desde 2008 passa por mudanças econômicas radicais, cidade forte produtora de ferro gusa matéria prima para fabricação de aço, que tinha sua produtividade 100% destinada à exportação, o município tinha 15 (quinze) altos fornos onde empregávamos cerca de 6.000 (seis mil) trabalhadores de forma direta, hoje com apenas um terço desses altos fornos em atividades e pouco mais de 2 (dois) mil trabalhadores ativos, surge uma mudança fortemente notável que é a implantação de uma Aciaria que agrega valor ao produto (ferro gusa passa a ser transformado em aço laminado), essa mudança produtiva tem potencial para mudar de forma definitiva a cadeia produtiva de ferro gusa no município, onde passará a ser uma grande fabricante de laminados nacional, oportunidade de revitalização econômica e crescimento social do município e região.
Aciaria traz novas oportunidades de empreendimentos, surge com essa nova linha de produção no cenário moderno com possibilidade real de novos investimentos em linha de produção similar.
Açailândia necessita conscientizar-se de investir em novas carreiras profissionais, buscando qualificar-se constantemente, pois cada indivíduo é responsável pela sua ascensão no mercado. Tende-se que o profissional não trabalhe somente para a empresa, mas que busquem identificar essas novas oportunidades que chegarão ao município.
Com o tempo mudanças em relação às oportunidades de trabalho vem ocorrendo, porém se os trabalhadores estiverem atentos às transformações do mercado, administrando sempre a sua carreira profissional, podem mudar e resgatar a empregabilidade dentro de um curto prazo de tempo.
As mudanças, na qual as empresas visam e buscam por profissionais com maior nível de instrução, educação, conhecimento teórico e prático, para que assim possam buscar pelo seu sucesso empresarial e profissional. Atualmente para que um profissional se mantenha no mercado de trabalho, este deverá buscar por aprimoramento contínuo em novas tecnologias e habilidades devem ser continuamente aperfeiçoadas. Satisfazer a essas exigências podem sem duvida ser o fator primordial para o retorno do profissional ao posto de trabalho, mantendo-se sempre atualizado, lendo notícias, documentários, revistas, periódicos, em busca de obtenção de cultura em geral.
Sendo assim, basta ver o novo perfil de vagas de trabalho oferecido pelas empresas e organizações que investem na qualificação profissional para seus colaboradores, mediante  a palestra e  cursos profissionalizantes que abordam de maneira direta:  a superação, criatividade, inovação, habilidade, talento,  tendências  de mercado, controle de estresse  e qualidade de vida.  Também há uma abordagem de outros assuntos relevantes ao profissional que busca por uma vaga de emprego  no mercado de trabalho e para aquele profissional que quer se manter  qualificado e atualizado  diante de um cenário competitivo que necessita de mão de obra específica para o crescimento da empregabilidade.

Crescimento Industrial



A Revolução Industrial em Açailândia é atualmente favorável tanto para o crescimento econômico como no segmento da empregabilidade e no comercio de forma geral, com o advento do sistema capitalista as indústrias começaram a investir em novas linhas produtivas, buscando novas alternativas agregadas à produção de ferro gusa, entre elas Energia Elétrica, Gazes, Cimento e Laminados derivados do Aço, reaproveitamento de materiais antes descartados como escoria e granulado fino de carvão vegetal (muinha de carvão).
A laminação de aço em quantidade e qualidade pode ofertar novas oportunidades de empregos no município.
Na década de 80 as siderúrgicas estavam focadas apenas em produção de Ferro gusa para exportação, visão revista pelos empresários nos dias atuais, mudanças de conceito, marcadas por inúmeras transformações comerciais fizeram com quê as siderúrgicas buscassem novas alternativas. Dessa forma, as siderúrgicas buscaram nos últimos anos outras linhas produtivas agregadas à produção de ferro gusa. Buscaram inovações tecnológicas, estabelecendo prioridades para uma maior eficiência e eficácia em busca de obter os melhores rendimentos que proporcionasse um custo baixo na linha de produção. Com a crise econômica de 2008 houve diminuição considerável do ritmo de crescimento econômico e de investimentos em Açailândia.
As empresas instaladas no polo industrial de Açailândia, juntamente com os prestadores de serviços e comercio de forma geral, se motivam com a inauguração da Aciaria Gusa Nordeste, está que deve ser o novo marco econômico no município.

A Nova linha produtiva do setor siderúrgico passa de ferro gusa para aços laminados, ofertando maiores oportunidades em investimentos no setor, através de novas empresas que utilizam o aço como matéria prima.
Esses investimentos podem ser em curto prazo, o resurgimento do setor econômico e social no município está próximo,.
O novo ciclo produtivo do setor siderúrgico mudará radicalmente a nossa economia, precisamos está preparados profissionalmente para preencher esses novos postos de trabalho que a indústria possivelmente exigirá.
 
A historia empregatícia de Açailândia mostra que sempre superamos todas as mudanças econômicas que surgiram, passamos por importantes transformações na década de 1980, especialmente em função da nova constituição de 1988, que desencadeou a ‘Guerra Fiscal’ entre os Estados da Federação”, Açailândia é beneficiada geograficamente por está no eixo do Maranhão, com o fim do beneficiamento de madeira surgiu o ciclo produtivo de ferro gusa, com a chegada das empresas siderúrgicas no fim da década 80, se destacamos nacionalmente devido a grande produção de ferro gusa. Açailândia obteve-se um crescimento nos setores de educação através da qualificação profissional no setor econômico. A partir de 2008, mesmo com toda crise econômica e fechamento de algumas siderúrgicas, investimentos foram feitos no setor siderúrgicos, visto que se obteve considerável  baixa de sua produtividade, pois obteve uma queda aproximadamente em 50% da produção de ferro gusa e uma baixa de 70% no número de vagas de trabalho.

Atualmente as empresas vêm buscando fatores que supram suas necessidades, ou seja, a busca pela sua eficiência, atrativos fiscais e sua localização, destaca-se, como os principais fatores, proximidade com os mercados consumidores, logística, qualidade de vida e serviços, materiais e fornecedores, serviços públicos e facilidades na isenção de taxas e impostos. Pode-se notar que Açailândia possui fatores os quais contribuem para o crescimento industrial, consequência disto deve-se aos novos investimentos realizados dentro do setor siderúrgico, agropecuário e agrícola fortalecendo também toda região.

Entre 2008 e 2018 só no setor siderúrgico Açailândia perdeu mais de 4 mil vagas de empregos e centenas de postos de trabalho, o poder publico estará buscando parcerias com a área privada em relação a qualificação de mão de obra, estabilizar tributariamente os setores produtivos e prestadores de serviços, oferecer estrutura para escoação de produção em áreas rurais e promover benefícios, incentivos fiscais para ampliar e atrair industrias e empresas para o município, buscando sempre aumentar a nossa empregabilidade num processo continuo de geração de emprego e renda para todos nós.

Por: Vereador Jarlis Adelino