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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Basa prevê investimentos de R$ 385 milhões para o Maranhão

Entre os projetos para o estado estão os cultivos da mandioca e do arroz e a avicultura caipira, que atenderão mais de 50 municípios
Mandiocultura será um dos projetos que receberá investimentos este ano
Mandiocultura será um dos projetos que receberá investimentos este ano (Foto: Reprodução)
Para 2017, o Banco da Amazônia tem previsto para o estado do Maranhão investimentos na ordem de R$ 385 milhões, sendo R$ 251,89 milhões de recursos de fomento e R$ 133,11 milhões da carteira de crédito comercial, valores esses que atenderão empreendimentos de todas as regiões do estado.
Entre os projetos sustentáveis prioritários para o Maranhão estão os cultivos da mandioca e do arroz e a avicultura caipira, que juntos atenderão mais de 50 municípios, entre eles: São Mateus, Santana do Maranhão e Cinturão Verde. O objetivo é implantar a agroindústria, tecnificar a produção de plantações no município e capacitar técnicos e produtores rurais no sistema balde cheio da Embrapa.
De acordo com o superintendente do Basa no Maranhão, Misael Moreno, o estado possui importantes potencialidades. “O Banco pretende investir no fomento da produção de hortícolas e frutas, grãos, pecuária, na implantação de agroindústrias e tecnificação da produção de abacaxi, além de outras ações definidas no Plano de Aplicação de Recursos para a localidade”, informou.
Recursos
O valor de R$ 7,9 bilhões é a disponibilidade de recursos do Banco da Amazônia para toda a Região Amazônica em 2017. Desse total, R$ 4,6 bilhões são originários do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). As demais são do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Orçamento Geral da União (OGU). O restante, R$ 2,9 bilhões, pertence à carteira de crédito comercial da Instituição.
Esse volume de recursos e suas prioridades econômicas estão elencados no Plano de Aplicação de Recursos Financeiros para o Maranhão em 2017, disponível no site do Banco. De acordo com o gerente de Gestão de Programas Governamentais, Oduval Lobato, dos R$ 4,6 bilhões do FNO, operado com exclusividade pelo Banco, mais de 70% serão aplicados em municípios com comprovada carência econômica e social, conforme previsto na Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), do Governo Federal.
“A PNDR tem por objetivo reduzir as desigualdades entre as regiões brasileiras e promover um maior equilíbrio no acesso a oportunidades de desenvolvimento, levando em consideração fatores como inclusão social, produtividade, sustentabilidade ambiental e competitividade econômica”, informou.
Segundo o presidente do Banco, Marivaldo Melo, neste momento de retração da economia, a Instituição oferece o crédito necessário com taxas reduzidas para empreendedores da Região Amazônica dos mais diversos portes para fomentar a economia e gerar renda para a população. “O Banco está disponível para investidores interessados em realizar seus projetos na região. Estamos trabalhando de forma aderente com as regras de transparência e governança de mercado, buscando dar agilidade e resposta aos clientes e acionistas com eficiência e qualidade, oferecemos as melhores taxas do mercado e temos o compromisso de contribuir para o crescimento da economia”, finaliza.

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