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domingo, 20 de novembro de 2016

UFC promete apostar em eventos no Brasil e expandir negócio pela América Latina

Depois de um evento grandioso em Nova York, o UFC desembarca em São Paulo para sua última parada no País neste ano. A luta principal será entre Ryan Bader e Minotouro, mas jovens promessas também querem mostrar serviço no ginásio do Ibirapuera. Segundo Joe Carr, vice-presidente sênior de estratégia internacional do UFC, a expectativa é enorme no Brasil.
"Vai ser uma grande noite, como foi no ano passado. A energia será incrível. Além do Minotouro na luta principal, teremos jovens talentosos como Thominhas Almeida, Claudia Gadelha e Warlley Alves. As ‘lendas’ estão ficando mais velhas, mas existe uma nova geração de bons lutadores", afirmou.
Ele reitera que o Brasil continua sendo um mercado relevante para o UFC. "Depois dos Estados Unidos, o Brasil é o país mais importante para o UFC, em termos de receita, número de fãs e qualidade dos atletas. Vamos continuar investindo aqui, nada mudou em relação a isso. O escritório em São Paulo tem três anos e vamos ampliar as ações para a América Latina, com a base sendo aqui", revelou.
O próximo ano será semelhante a este, com a realização de três eventos no País, sendo um deles bem grande para os fãs. "Quando olho para o mercado brasileiro, vejo São Paulo e Rio como núcleos centrais, onde queremos estar todos os anos, e também queremos rodar o País, indo para o Nordeste, para o Sul. Assim, podemos satisfazer muitos fãs", disse Carr.
O UFC festejou bastante a edição 198, realizada na Arena da Baixada, em Curitiba. Foi a primeira vez em um estádio brasileiro e o evento teve 45.207 pessoas, o terceiro maior público na história do UFC. "Nós ainda estamos trabalhando com os novos donos para ver como eles pretendem atuar na América Latina, mas vamos continuar investindo nessa região".
Quando Carr diz "novos donos", ele se refere à empresa WME-IMG, que comprou recentemente a franquia por US$ 4 bilhões (R$ 13,54 bilhões). "Abrimos um escritório no Brasil e acho que é hora do UFC apostar no restante da América do Sul, como Argentina, Chile e Colômbia. Queremos levar eventos ao vivo para lá também. A quantidade de fãs está aumentando nesses lugares, existem bons lutadores, acho que estamos pronto para levar o UFC para esses novos mercados".

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