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sábado, 9 de abril de 2016

Diretora da CAEMA tem que dar explicações sobre as constantes falta de água na cidade.


A cidade de Açailândia está passando por uma situação de grande desconforto e humilhação com as constantes faltas de água nos Bairros da cidade. A Falta de explicação por parte da direção local da CAEMA dá a impressão que órgão estadual não tem nenhuma representante em Açailândia. A Vila Bom Jardim e o Bairro do Jacu, já faz algum tempo que os moradores reclamam do racionamento de água, ou seja, um dia sim e outro não.

Para comprovar o que aqui estamos relatando, iremos fotografar esses acasos e levar até o conhecimento da CAEMA e vamos divulgar nos outros meios de comunicação da cidade na busca de soluções para essa falta de responsabilidade.

Perguntar não Ofende: Porque a Direção da CAEMA/AÇAILÂNDIA nunca dar explicações para o POVO e para Imprensa Local???
 
fonte: http://folhadecuxa.blogspot.com.br/

Prefeito Juscelino Oliveira recebe visita do Secretário de Segurança do Estado

Segurança
Prefeito cobrou mais segurança para Açailandia
Autoridades do Governo Estadual estiveram visitando o Município de Açailândia nesta quinta-feira (07). O Secretário de Segurança do Estado, Jefferson Portela, na ocasião visitou o CIRETRAN, o quartel da Polícia Militar e a nova Delegacia Regional.
Ensejando o momento, Jefferson Portela reuniu-se com o Prefeito Juscelino Oliveira para discutir sobre vários problemas relacionados à segurança pública do Município de Açailandia.
Estiveram presentes também, o Delegado Regional Murilo Lapenda, o Diretor do Departamento Municipal de Trânsito de Açailandia, Oscar Fernandes, o comandante da 5º Companhia Independente de Policia Militar, Major Sérgio Dutra, a diretora do DETRAN no Maranhão, Sra. Larissa Brito.
O Prefeito Juscelino Oliveira agradeceu a visita do Secretário e aproveitou a oportunidade para pedir um patrulhamento mais ostensivo na zona rural, instalação do Instituto Médico Legal (IML) no município e reforço do policiamento nos dias do AçaíFolia. “Desde que o Governador Flávio Dino assumiu, tem acontecido essa sintonia com o governo municipal e um pronto retorno para as solicitações para a nossa cidade, com essa parceria, a coisa anda em todos os sentidos, e isso tem dado certo porque estamos no mesmo objetivo que é o bem comum da população”, disse Juscelino Oliveira.
O Secretário agradeceu a atenção do prefeito, em virtude da doação do terreno e disse que vai levar todos os pedidos ao Governador Flávio Dino. “Nós aproveitamos a jornada de visitas para tratar de vários assuntos relacionados à segurança, e saímos daqui com muita tranquilidade e firmeza sabendo da intenção do Prefeito em colaborar com o Estado, saneando os problemas vividos pela população de Açailândia”, concluiu Jefferson Portela.
O Coronel Pereira (Comandante Geral da Policia Militar do Estado do Maranhão), salientou que esse também foi o momento para estreitar os laços no combate a violência e unir forças. “Nós viemos entender a realidade de Açailândia, conversar com as autoridades, porque nós temos que trabalhar integrados, os pontos são positivos na nossa visita e conhecendo a realidade, nós iremos ter melhores condições para resolver os problemas agregados”, disse o Coronel.
Da Assessoria/PMA
Acompanhe o Blog do Antonio Marcos. fonte: http://www.amarcosnoticias.com.br/

Romário parabeniza Tite por recusa à CBF, que segundo ele vive momento muito ruim

Trabalhando semanalmente no Senado ligado a assuntos que não se restringem apenas ao futebol, Romário conseguiu um tempo, neste fim de semana, para organizar um amistoso na companhia do amigo Alex Dias. Já se preparando para as festividades do sábado, o ex-jogador deu pitacos sobre a atual condição da Seleção Brasileira.
Conhecido por não poupar opiniões quando perguntado, e pela real oposição ao atual técnico da Seleção, Romário manteve as críticas ao trabalho de Dunga e viu com bons olhos a recusa de Tite para assumir o cargo. Segundo Romário, o treinador corintiano não merece chegar ao posto num momento tão conturbado.
“Parabenizo o Tite por ter dito não. Ele é uma pessoa inteligente e sabe o momento que a CBF vive. O Tite, diferentemente do Dunga, não passaria por essa vergonha de ser cobrado por um ex-presidente da CBF. Desde que o Dunga voltou eu fui contrário, é um treinador que não faz bem ao futebol. A Seleção joga cada vez pior”, disparou em entrevista à ESPN Brasil.
Vale lembrar que o senador Romário está se inteirando das discussões políticas na CBF desde que instaurou a CPI do Futebol em Brasília (DF), no segundo semestre de 2015.
Através de quebras dos sigilos – bancários e telefônicos – de figuras como Marco Polo Del Nero, obtidas com ajuda do Banco Central e da PF, vem tentando desvendar as tramoias que vieram à tona com a força-tarefa da Justiça norte-americana frente à Fifa.
“A CBF vive um momento muito ruim, triste, e é comprovadamente, em estudo feito por alguns órgãos, a entidade mais corrupta do País, não só do futebol brasileiro. Está na hora de uma reestruturação total”, comentou, acreditando que ainda conseguirá ouvir a alta cúpula do futebol brasileiro na CPI.
Romário vê Brasil fragilizado na ausência de Neymar – Ex-jogador do Barcelona, Romário ainda comentou, em tempo, a decisão do clube catalão de liberar Neymar, atual capitão da Seleção Brasileira, apenas para a disputa das Olimpíadas, deixando-o de fora da Copa América.
Por questões de calendário, o clube catalão optou que o brasileiro participe de parte da pré-temporada azul-grená, em meados deste ano, antes de servir a Seleção nos Jogos, em agosto, e já se colocar a postos para o início da temporada europeia.
“O Brasil depende do Neymar, é uma pena que ele não possa participar das duas competições. Temos que entender o Barcelona, que é o clube que paga o seu salário. Na sua ausência o Brasil fica bem mais fragilizado na parte técnica porque ele é o cara decisivo do futebol. Fora o Neymar, o Brasil tem jogadores que podem ajudar, mas estamos longe de ter uma Seleção de alto nível”, comentou.
Da Gazeta Esportiva

Neymar vira nome de operação policial entre EUA-México-Colômbia

Responsável por esquema de lavagem de dinheiro, homem utilizava o nome do craque do Barcelona para despistar as autoridades.

O atacante Neymar virou nome de operação policial em uma parceria entre Estados Unidos, México e Colômbia. Tudo porque um dos homens responsáveis por operar um esquema de lavagem de dinheiro se apresentava com o mesmo nome do craque do Barcelona.

O "Neymar genérico" é ligado a Joaquín “El Chapo” Guzmán, ex-chefe do cartel de Sinaloa (MEX), detido após uma fuga cinematográfica da prisão, em 2015.

A "Operação Neymar" teve como saldo 22 pessoas detidas por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

O jogador brasileiro não tem nenhuma relação com com o homem que utilizou seu nome de forma indevida.

 

Vendas das indústrias de materiais de construção melhoram em março

Houve crescimento de 10,7% no faturamento em comparação a fevereiro.
Mas expectativa para o faturamento em 2016 é de retração de 4,5%.

As indústrias de materiais de base e acabamento também apresentaram crescimento de 11,8% e 9%, respectivamente.
O índice da Associação Brasileira da Indústria dos Materiais de Construção (Abramat) indica que março pode ser o ponto de retomada para as indústrias dos materiais de construção. Segundo a entidade, apesar da queda de 17% em relação a mesmo mês do ano passado e dos resultados negativos nas bases acumuladas, houve crescimento de 10,7% no faturamento das indústrias de materiais de construção em comparação a fevereiro.
O crescimento das vendas em março com relação a fevereiro indica que o segmento pode ter chegado ao limite da retração. Segundo Walter Cover, presidente da Abramat, “é de se esperar que a partir de abril possamos ter um crescimento sobre o mesmo mês do ano anterior, porque as vendas do primeiro trimestre de 2015 ainda estavam em bom nível”. Para o executivo “as notícias positivas sobre a ampliação de crédito para o financiamento de imóveis usados podem auxiliar o setor na retomada”.

A expectativa para o faturamento em 2016 é de retração de 4,5%.

Já o nível de emprego nas indústrias de materiais continua em queda. Março registrou retração de 9,3% em comparação a março de 2015. Em relação a fevereiro, a retração foi de 0,2%.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Presidente do Corinthians diz que CBF não o procurou e que Tite prometeu não sair

O presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, negou que a CBF tenha procurado o clube para falar sobre o convite feito a Tite para ele assumir a seleção brasileira. O dirigente disse também que na única vez que ele e o treinador conversaram sobre o assunto o gaúcho confirmou que não sairia do clube paulistano.
"Não tomei conhecimento disso, não fui procurado por ninguém da CBF. Fiquei sabendo pela imprensa. Não falei com Tite, já tinha conversado antecipadamente e ele disse que não sairia. Não sei se houve ou não [convite]", disse o dirigente corintiano.
"É uma decisão pessoal dele. Todo treinador quer chegar na seleção. Contente eu não ficaria de perder um treinador como ele, mas quem tem de resolver é ele", acrescentou.
Ainda sobre o assunto, Roberto de Andrade disse que o treinador é que tem de decidir, mas que ele não ficaria contente se perdesse o técnico gaúcho.
"Todos nós sairíamos perdendo sem o Tite, não sei dizer o quanto. Poderíamos trazer outro profissional, mas neste momento nem penso nessa hipótese. Está descartada", disse. "Sou mais corintiano do que patriota. Não gostaria de ver o Tite saindo".
A informação de que Tite foi procurado pela CBF e negou o convite para substituir Dunga no comando da equipe foi publicada na última quinta-feira pelo Globoesporte.com. O treinador negou e justificou que o cargo já está ocupado.
A seleção brasileira vive um período bastante complicado. Após empatar com o Uruguai, na Arena Pernambuco, e com o Paraguai, em Assunção, a equipe terminou a sexta rodada da eliminatória para a Copa do Mundo fora da zona de classificação. É a primeira vez na história que isso ocorre. A equipe ocupa a sexta colocação -os quatro primeiros é que obtêm vaga no Mundial da Rússia, em 2018, enquanto o quinto disputa a repescagem.
Em junho, a seleção disputará a Copa América do Centenário, nos Estados Unidos, e em seguida os Jogos Olimpícos, em agosto. As eliminatórias retornam em setembro.
FERNANDO DANTAS/Gazeta Press
O técnico Tite, do Corinthians
O técnico Tite, do Corinthians
CLÁSSICO COM TORCIDA ÚNICA
Além de falar sobre Tite, Roberto de Andrade falou sobre outros temas. Um deles foi a decisão da Secretária de Segurança Pública do Estado de São Paulo de impor clássicos paulistas com presença apenas da torcida do clube mandante para inibir a violência. A medida foi anunciada na última segunda e valerá até o final deste ano.
"Vejo isso com bastante tristeza. Apesar de ser uma determinação e isso a gente não discute, a gente cumpre, mas se fosse a solução do problema, faria supercontente. Mas não será. Não é proibindo as pessoas de irem ao jogo que vai acabar a violência, já que ela é praticada nos arredores [do estádio]. Quem garante que os mesmos torcedores não vão se encontrar em qualquer esquina?", disse o dirigente.
"Precisa ter punição rigorosa com quem comete crime. Enquanto isso não for mudado, não terá solução. É muito paliativo colocar uma torcida única. Não vai resolver".
RENOVAÇÃO COM LUCCA
Com vínculo até 31 de maio deste ano, Lucca ainda não teve a situação resolvida. O Corinthians tenta comprar 50% dos direitos econômicos do jogador (a divisão atual é 35% do Criciúma e 65% do Cruzeiro) para ampliar o vínculo.
O assunto foi tema na coletiva, mas o presidente não adiantou nada.
"Estamos conversando, por isso o contrato não foi assinado. Espero que a gente chegue em um acordo", resumiu Roberto de Andrade sobre o tema.
PATROCÍNIO COM A CAIXA
O Corinthians também está próximo de confirmar o retorno da Caixa Econômica Federal como patrocinador master. Dessa vez a empresa ocupará apenas o espaço centralizado na frente da camisa e pagará o mesmo montante de antes: R$ 30 milhões.
A discussão sobre o valor é que emperrou o acordou. O Corinthians chegou a pedir R$ 40 milhões, mas a Caixa informou que o valor estava acima do teto dela. A manutenção do valor anterior com exposição apenas na parte frontal da camisa foi a forma encontrada pelos dois lados para a negociação ser concretizada.
"Também estamos conversando, negociando, a hora que chegar ao fim, vocês vão tomar ciência disso. Estamos finalizando tudo", disse o presidente.
PATO
No Chelsea desde fevereiro, o atacante Alexandre Pato estreou no último fim de semana e até marcou dois gols. O presidente foi questionado se o clube inglês já o procurou para tratar de uma possível compra do jogador.
"Gostei da estreia. Ele fez gol, jogou bem, mas é tudo achismo. Me baseio em contrato, em valores, eles têm opção de sim ou não. Vamos aguardar para ver que medida o Chelsea vai tomar", disse sobre o atacante, emprestado ao Chelsea até o final de junho.
REFORÇOS NO CORINTHIANS?
Por fim, Roberto de Andrade disse que o Corinthians ainda vai se reforçar para a disputa da próxima fase da Copa Libertadores e para o Brasileiro, que inicia em maio.
"Esse time foi formado em nem três meses, ainda em formação, achando a maneira ideal de jogar. Não está definido. Em relação a reforços, o Corinthians está sempre aberto. A busca é dia e noite para qualificar a equipe", disse o cartola.

Ambulância de Açailandia se envolve em acidente enquanto transferia paciente


Ambulacia 1Uma ambulância da Prefeitura Municipal de Açailandia se envolveu em um acidente na madrugada desta sexta-feira (08) enquanto transferia um paciente para o Hospital Municipal da cidade de Imperatriz. O acidente aconteceu na BR-010, próximo a entrada da cidade de Cidelandia.
Em nota publicada logo nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, a secretária de comunicação do município, Marly Alves explicou o que aconteceu e falou de medidas tomadas pelo prefeito Juscelino Oliveira, para que seus munícipes não sejam penalizados por conta do ocorrido.
Veja a integra da nota: 

Era por volta de 01 hora da manhã, quando um caminhão atingiu a ambulância da Prefeitura de Açailândia. Ambulância que havia sido adquirida com recurso próprio a menos de três meses, ficou totalmente danificada, impossibilitando a continuidade do trabalho.
O caminhão que ocasionou o acidente se evadiu do local sem prestar socorro às vítimas que saíram ilesas, graças a Deus, os danos foram apenas materiais.
A prefeitura informa que o veiculo é assegurado e que ao ser acionado, foi concedido um prazo de 15 dias para a entrega. 
O Prefeito Juscelino Oliveira, que já havia anunciado a aquisição de mais uma ambulância, com recurso próprio, diante desse fato inesperado esta agilizando esse processo e dentro quatro dias o município será contemplado com uma nova ambulância.
Ascom/PMA
Fonte: Blog do Antonio Marcos

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Vale vende participação minoritária em siderúrgica para Thyssenkrupp

Pelo negócio, a Vale deixará de ter responsabilidade pela dívida da CSA.Empresa fala em estratégia de 'simplificação de portfólio de ativos'.

A Vale anunciou nesta segunda-feira (4) que vendeu a sua participação total de 26,87% na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), uma parceria com a alemã Thyssenkrupp.
Segundo a companhia, o negócio faz parte da sua estratégia de "simplificação de seu portfolio de ativos".
Localizada no Distrito Industrial de Santa Cruz, no Rio de Janeiro- RJ, a CSA possui a capacidade de produzir 5 milhões de toneladas de placas de aço por ano.
Pelo negócio, a Vale deixará de ter responsabilidade pela dívida da CSA. A companhia afirma ainda que a transação "não terá impacto significativo no resultado financeiro".
"A participação da Vale está sendo vendida por um preço simbólico, entretanto existe uma cláusula de earn-out válida por um período, que intitula à Vale uma potencial receita caso o controle acionário da CSA seja vendido para um terceiro", informou a Vale.
"Adicionalmente, com a transação, os acordos de acionistas existentes e outros contratos operacionais entre a Vale e a CSA deixarão de existir, com a exceção do contrato de compra e venda de minério de ferro entre ambas as partes. Os direitos minoritários e outros direitos participativos da Vale na CSA não serão mais aplicáveis", completou.
O acordo depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A CSA divulgou que tinha 2,6 bilhões de euros em obrigações totais no fim do ano fiscal de 2015, destaca a Reuters.
A siderúrgica viu os custos de produção dispararem em meio à inflação alta, volatilidade cambial e instabilidade política que colaboraram para levar o Brasil a uma recessão profunda. Nos doze meses até setembro, a CSA perdeu quase 400 milhões de euros, mostraram dados da empresa.
Histórico
A mineradora entrou no projeto após enfrentar pressões políticas para diversificar em atividades de valor agregado, como aço ou fertilizantes, lembra a Reuters.
Em 2009, o partido governista, o PT, pressionou a Vale a ampliar a parcela na CSA a partir dos 10% iniciais, com o projeto sofrendo atrasos e severos gastos.
A siderúrgica, construída por cerca de 10 bilhões de dólares, foi inaugurada com alarde no ano seguinte, em uma cerimônia que contou com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Desde que começou a operar em 2010, a CSA tem sido afetada por um excedente global no mercado de placas de aço que pressiona as suas margens e limita o uso da capacidade.
A CSA começou a apresentar problemas desde a inauguração. O projeto tinha um erro na linha de produção, e uma parte de Santa Cruz ficou coberta de fuligem, resultado da produção de ferro gusa. Houve muitas reclamações dos moradores da região por conta da poluição, duas ações do Ministério Público por crimes ambientais e sete autuações do Inea, com milhões de reais em multas.
O presidente-executivo da companhia, Murilo Ferreira, disse recentemente que a empresa estava considerando a venda de ativos para reduzir a dívida em 10 bilhões de dólares em um período de 18 meses.
A Vale ainda mantém participação na Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), no Ceará – joint venture entre a brasileira e as sul-coreanas Dongkuk e Posco.

Sete Lagoas vira retrato da crise com fechamento de empresas e desemprego, Dos 37 fornos das usinas produtoras de ferro-gusa, 24 foram abafados devido à falta de demanda enfrentada pela indústria siderúrgica

Município que está entre os 10 maiores de Minas sintetiza o impacto de fornos parados e da baixa na produção da indústria, que desemprega e afeta, em cadeia, o comércio e os serviços

Sete Lagoas - Fornos industriais abafados, galpões sem demanda até mesmo para aluguel e restaurantes tradicionais de portas fechadas mudam a rotina de uma das maiores cidades de Minas Gerais, polo da produção fabril do estado e símbolo da diversificação da economia. Sete Lagoas, distante 70 quilômetros de Belo Horizonte, conhecida pela antiga atividade guseira (matéria-prima da fabricação de aço), seu cinturão de fornecedores de peças automotivas e por abrigar modernas linhas de montagem de caminhões e veículos de defesa, retrata, hoje, o agravamento da crise brasileira. A retração tem origem na turbulência mundial de 2008.

Como um grande dominó na cidade, o freio imposto às indústrias, que demitiram 3 mil trabalhadores nos últimos dois anos, afetou toda a cadeia de produção siderúrgica e automotiva, provocando, agora, efeitos no comércio e no setor de prestação de serviços. São segmentos pesados da economia de Minas, que encolheu 4,9% no ano passado, medidos pelo Produto Interno Bruto (PIB, o conjunto da produção de bens e serviços), segundo levantamento da Fundação João Pinheiro. Nono PIB de Minas, Sete Lagoas vive o drama do alto desemprego e da baixa geração de vagas, em meio à busca de negócios que tentam sair do fundo do poço.

A reportagem do Estado de Minas colheu relatos dos moradores do município, depois que a mais tradicional indústria guseira, a Siderúrgica Noroeste, há 58 anos no ramo, paralisou suas atividades. O EM foi até á usina e encontrou os fornos parados e metalúrgicos de braços cruzados. Na data marcante, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) havia desligado a energia por falta de pagamento. Inconformado, o metalúrgico Walter Mariano Guimarães, de 65 anos, se perguntava onde procurar emprego.

“Estamos há cinco meses sem receber. Trabalho aqui há 21 anos e nunca vi algo assim. Antigamente, saíam daqui 15 carretas com ferro-gusa por dia e, atualmente, não tem havido mais nenhuma”, lamentou. O proprietário da empresa, Wagner Soares de Matos, diz que os 200 trabalhadores da siderúrgica estão sem receber porque a empresa não tem receita para efetuar os pagamentos. “A crise brasileira arrebatou toda a indústria do aço, que é a nossa principal cliente”, reclama.

Além da turbulência no segmento que lidera a carteira de pedidos, os setores automotivo e da construção civil também enfrentam queda na produção. “Ao mesmo tempo, o nosso custo aumentou demais. A conta de luz passou de R$ 180 mil para mais de R$ 300 mil”, diz Soares de Matos. A Siderúrgica Noroeste, que produzia 9 mil toneladas de gusa por mês, está parada há mais de 40 dias. “É a usina mais antiga de Minas em produção baseada no carvão vegetal. Estava em negociação com a Cemig. Agora, estou atrás de investimento para retomar o funcionamento”, afirma o proprietário.

Âncora da cadeia de fornecedores de peças automotivas de Sete Lagoas, a fábrica de caminhões e comerciais leves da Iveco, pertencente ao grupo Fiat, que foi inaugurada em 2000, é considerada a mais moderna do país. Com a crise econômica, que afetou o setor automotivo, a unidade, com capacidade para produzir 70 mil unidades por ano, demitiu cerca de 700 funcionários em 2015 e, neste ano, já foram, até o início de março, 220 dispensados, de acordo com levantamento do sindicato local dos metalúrgicos.

O nocaute dado pela crise brasileira e internacional no setor de ferro-gusa acertou Sete Lagoas em cheio. Responsável por 65% da produção do gusa em Minas, o que já a consagrou, em outros tempos, como polo da matéria-prima na América Latina, a cidade vive atualmente o pior momento da sua história, com 60% das usinas paradas. Das 22 siderúrgicas instaladas, apenas nove estão em funcionamento.

CENÁRIO NEBULOSO Nos últimos dois anos, seis empresas do segmento fecharam as portas e, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, aproximadamente 3 mil pessoas perderam o emprego. A tendência, segundo o presidente da entidade, Ernane Geraldo Dias, é de aumento drástico desses números nos próximos meses. Ele observa que as nove empresas em funcionamento produzem “de forma precária”. Dos 37 fornos que a cidade abrigava, há apenas 13 em operação.

“A crise de 2008 (a turbulência financeira mundial irradiada das bolsas de valores) nos prejudicou demais, uma vez que muitos países deixaram de importar o gusa. A cidade foi retomando aos poucos, mas, em 2014 e 2015, a situação que já estava ruim piorou”, diz Ernane Dias, ao definir o momento como o pior da história do setor. “Além da crise brasileira, o nosso produto está competindo com o ferro-gusa da China e da Ucrânia, que chegam ao mercado brasileiro a preços menores que o produto nacional”, compara.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Sete Lagoas, Flávio Fonseca, lembra que a atividade guseira tem sazonalidade própria, mas foi abalada pela crise da economia brasileira e mundial. “O grande problema é que, de um tempo pra cá, o nosso custo interno (de produção no Brasil) está exacerbado”, avalia.

Ele ressalta que são muitos os fatores que impactam nas siderúrgicas, porém, o pior deles é a crise econômica pela qual passa o Brasil. “O preço do ferro-gusa está caindo no mercado internacional, o que prejudica as nossas exportações. Somando-se a isso, os custos internos, como folha de pagamento, o valor do carvão (principal matéria-prima para a produção do gusa) e a conta de energia são gastos que vêm crescendo progressivamente”, ressalta.


Jair Amaral/EM/D.A Press
Dificuldade até para fazer bicos

“Não tenho dinheiro para pagar as contas, nem para comprar o que comer”, reclama o metalúrgico Jair Marques Ferreira, de 61 anos. Morador de Sete Lagoas, Ferreira trabalhava na produção de ferro-gusa desde 1979, e, no ano passado, a empresa Fergubras, da qual era empregado, fechou as portas. Sem conseguir se recolocar no mercado, hoje ele passa dificuldades. Segundo o sindicato local dos Metalúrgicos, em um ano, quase 1 mil trabalhadores das siderúrgicas perderam o emprego. Somente em 2016, cerca de 300 foram demitidos. “Muitos estão na Justiça para conseguir receber, pois saíram das empresas sem os seus direitos quitados”, afirma o presidente do sindicato, Ernane Dias.
Quem está em busca de emprego na cidade lembra que durante muitos anos não faltavam vagas para metalúrgicos. “Geralmente, o perfil dos empregados nas siderúrgicas é de homens entre 40 e 45 anos, com experiência na área. O salário gira em torno de R$ 1,4 mil”, informa Ernane Dias. Com o fechamento de empresas, no entanto, quem foi demitido não consegue se recolocar. “Nem bico estou conseguindo. Para me alimentar, tenho contado com a ajuda do auxílio que meu filho, com problemas neurológicos, recebe. Caso contrário, não teria o que comer”, conta Jair Ferreira.

Em fevereiro, Domingos Fêlix Neto, de 57, também entrou para a estatística do desemprego. Ele conta que trabalhava há três anos na Siderpam e que, nos últimos meses, já não recebia o salário em dia. “Desde dezembro não recebíamos”, diz. Acostumado a arranjar emprego com facilidade nas siderúrgicas da cidade, tendo, inclusive, passado por quatro empresas, Neto afirma que, neste ano, a situação mudou. “Já espalhei currículo, estou tentando de tudo o que aparecer, mas ainda não consegui”, lamenta.

 

Safra de grãos 2015/2016 atingirá 209 milhões de toneladas

Número é 0,6% maior do que obtido na safra 2014/2015, o que representa aumento de 1,3 milhão de toneladas.

A produção brasileira de grãos da safra 2015/16 será de 209 milhões de toneladas. O número representa um aumento de 0,6%, ou seja, de 1,3 milhão de toneladas em relação à safra 2014/15, que foi de 207,7 milhões de toneladas. A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (7) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O destaque é a produção de soja, que deverá atingir 99 milhões de toneladas, 2,9 milhões a mais do que na safra anterior, graças aos ganhos de área de 3,2%. O milho total está estimado em 84,7 milhões de toneladas, semelhante à produção de 2014/15.
A estimativa geral do 7º boletim de safra é 0,6% menor do que a edição divulgada no mês passado, devido a adversidades climáticas nas fases finais das culturas agrícolas.
Crescimento do plantio
A área total de plantio cresceu 0,8% em relação à última safra e deve alcançar 58,5 milhões de hectares. O aumento será de 464,4 mil hectares sobre as 57,9 milhões anteriores. A soja garante mais de 56% da área cultivada do País, com previsão de crescer 3,2%, ou 1 milhão de hectares a mais do que antes.
A pesquisa do 7º levantamento foi realizada entre os dias 13 e 19 de março. As informações de área plantada, produção, produtividade, evolução do desenvolvimento das culturas, pacote tecnológico utilizado pelos produtores e outros fatores foram colhidas nas áreas de produção e junto a órgãos específicos nos Estados.
Outras estimativas
Embora mais moderada, a previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quinta-feira (7) também é positiva. A terceira estimativa de 2016 do órgão para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas (algodão herbáceo, amendoim, arroz, feijão, mamona, milho, soja, aveia, centeio, cevada, girassol, sorgo, trigo e triticale) totalizou 210,0 milhões de toneladas, 0,2% superior à obtida em 2015 (209,5 milhões de toneladas).
A estimativa da área a ser colhida (58,4 milhões de hectares) apresentou acréscimo de 1,1% frente à área colhida em 2015 (57,7 milhões de hectares). Em comparação a estimativa de fevereiro, a produção variou negativamente 0,6% e a área decresceu 18.742 hectares.
O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 93,0% da estimativa da produção e responderam por 86,9% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve acréscimo de 3,1% na área da soja e de 0,4% na área do milho; na área de arroz houve redução de 7,9%. No que se refere à produção, houve aumento de 3,2% para a soja e reduções de 7,8% para o arroz e de 2,2% para o milho. 

Produção de veículos de veículos segue contraída e estoques sobem

Com 482,2 mil unidades, 1º trimestre do ano teve queda de 27,8%

GIOVANNA RIATO, AB

A indústria brasileira fechou o primeiro trimestre de 2016 com queda importante na produção de veículos. Com 482,2 mil unidades entre leves e pesados, houve baixa de 27,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Anfavea na quarta-feira, 6.

-Veja aqui os dados da Anfavea

O resultado frustra as expectativas da entidade, que esperava que o mês de março trouxesse algum nível de recuperação das vendas de veículos com impacto positivo sobre a produção, o que não aconteceu. “Este é o pior resultado para o primeiro trimestre desde 2003”, declarou Luiz Moan em sua última coletiva de imprensa como presidente da Anfavea. Em 25 de abril ele passa o bastão para Antonio Megale, diretor de relações governamentais da Volkswagen Brasil.

Apenas em março foram fabricados 195,2 mil carros no Brasil, volume 23,7% inferior ao registrado em igual mês de 2015. Na comparação com fevereiro o resultado mostra expansão de 42,6%. A alta, no entanto, acontece sobre base de comparação extremamente baixa, já que as montadoras aproveitaram o carnaval para fazer paradas mais longas na produção.

No trimestre novamente o setor de veículos pesados puxou o resultado para baixo. Desta vez a maior contração aconteceu na produção de ônibus, que encolheu 43,5% para apenas 4,3 mil chassis. Com 15,1 mil unidades, o segmento de caminhões diminuiu 35,2%. Já a fabricação de veículos leves diminuiu 27,3% para 403,5 mil automóveis e 59,2 mil comerciais leves

PRODUÇÃO CAI, ESTOQUES SOBEM

Mesmo com a baixa na produção de veículos de janeiro a março, os estoques permanecem elevados. Em março o volume de carros armazenados cresceu 5,1% e chegou a 259 mil unidades. O volume corresponde a 43 dias de vendas. “É um patamar muito difícil e alto para o segmento”, lamenta Moan. Segundo ele, as expectativas da Anfavea indicavam justamente a acomodação dos estoques em nível mais baixo no primeiro trimestre do ano. Como a perspectiva não se concretizou, a indústria vai arrastar o problema para os próximos meses.

Sem melhora da média diária de vendas, será difícil resolver a situação. Moan lembra que, no primeiro trimestre, a utilização da capacidade produtiva segue muito baixa e fica em apenas 18% no setor de veículos pesados. A indústria mantém grande número de trabalhadores com jornada de trabalho reduzida. Segundo a Anfavea, há 30,5 mil pessoas afastadas por meio do Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Outros 8,2 mil colaboradores estão em regime de layoff, a suspensão temporária dos contratos de trabalho.

O quadro de funcionários das fábricas de veículos também encolheu e ficou em 128,4 mil pessoas em março, com diminuição de 8,8% sobre o mesmo mês do ano passado. Os dados indicam que o nível de emprego nas montadoras caiu ao patamar de 2010. “Isso mostra o esforço da indústria para manter os seus trabalhadores. A produção caiu ao nível de 2003, mas mantemos o número de colaboradores em patamar mais atual”, destaca Moan.

Apesar da baixa, o executivo sustenta a projeção de que a indústria fará este ano 2,4 milhões de veículos, com leve crescimento de 0,5% na comparação com o resultado de 2015. “Tivemos apenas um mês fora das nossas expectativas, então ainda é cedo para fazer uma revisão.”

Batman vs Superman estraçalha Harry Potter e se torna o maior filme da Warner no Brasil

A batalha entre os super-heróis registra mais um recorde e ultrapassa "Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2" em ingressos vendidos.

Depois de bater o recorde de maior bilheteria da Warner Bros. no Brasil e registrar a maior abertura de todos os tempos nos cinemas do país, “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” alcança mais um recorde nacional. O longa se tornou o maior filme da Warner em ingressos vendidos no país, ultrapassando “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, que estava no topo dessa lista. Esse feito, totalizando 5.610.000 ingressos até o momento, foi alcançado em apenas 15 dias em cartaz, enquanto o último filme da série Harry Potter registrou o total de 5.577.592 ingressos em toda sua carreira nos cinemas.
Além de todos os recordes listados acima, “Batman vs Superman: A Origem da Justiça“, com apenas duas semanas em cartaz, já é a segunda maior bilheteria de 2016 nos cinemas brasileiros.

Prefeitura de Açailândia via Secretaria de Infraestrutura Realiza Obra de Paisagismo na UPA

A Prefeitura Municipal de Açailândia realizou um belo e importante trabalho de paisagismo na UPA-Unidade de Pronto Atendimento. A Unidade está sendo finalizada, recebendo os últimos detalhes, e acabamentos necessários para a sua inauguração, ficando com disponibilidade total, pois assim que passar a funcionar e iniciarem os procedimentos destinados a sua verdadeira e importante finalidade no segmento da saúde, que é sem duvidas, o atendimento a toda população. Uma equipe com 15 pessoas da Secretaria de Infraestrutura estão empenhadas no sentido de finalizar este procedimento, que dará com certeza, um realce impar nas dependências da UPA, incentivando também para se plantar e cultivar, arborizando mais a nossa cidade.

Segundo informou a Coordenadora da Limpeza, nessa primeira fase estão sendo plantadas gramas e palmeiras. “Estamos trabalhando aqui para entregar o quanto antes, parte do que está sendo plantado vem do próprio viveiro municipal, o paisagismo aqui vai melhorar o visual da UPA”, afirmou Armanda Ferraz. Em breve, o Prefeito Juscelino Oliveira realizará a entrega desta grande, essencial e vital ação para o melhor atendimento, com mais rapidez e qualidade na saúde. 

Quando a obra foi retomada, apenas 40% do que estava no projeto tinha sido construído, agora , a mesma já se encontra com a sua conclusão quase completa e disponivel.Quando estiver em pleno funcionamento, a Unidade de Pronto Atendimento vai funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana, podendo resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame. Com isso, vai ajudar a diminuir em grande quantidade, o fluxo de pessoas na fila no Hospital Municipal, beneficiar nossa cidade e claro, os cidadãos que necessitam.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Para evitar amputação, homem ficará com mão dentro do abdômen em SC

Médico disse: tua mão vai ficar dentro do 'bolso'”, diz paciente em Orleans.
Auxiliar de produção sofreu acidente ao operar máquina durante o trabalho.

Ao chegar ao hospital na noite de terça-feira (29), depois de sofrer um acidente em uma máquina de trabalho em Orleans, no Sul catarinense, o auxiliar de produção Carlos Mariotti, de 42 anos, ouvia de pessoas próximas que perderia a mão esquerda. Ao acordar da cirurgia, porém, soube que não só ainda tinha a mão como ela estava inserida em seu abdômen. “O médico disse: tua mão vai ficar dentro do 'bolso'”, conta Carlos, que é destro.
Nesta sexta (1), ainda hospitalizado, Carlos conseguia sorrir da situação, aliviado depois da dor indescritível que sentiu ao ter a mão puxada por uma máquina de fabricar bobinas. “Fui passar o filme, quando vi a máquina estava puxando minha mão. Gritei duas vezes, ninguém ouviu. Na terceira, eu puxei”, relembra Carlos.
Ele estava sozinho naquele momento, mas logo foi socorrido por colegas. “Uma menina que trabalha lá na frente tinha uma atadura na bolsa, eles amarraram com força, foram os primeiros socorros.” Atendido pelos bombeiros, Carlos foi levado para o hospital.
Paciente ficará seis semanas com a mão dentro do abdomen (Foto: Fundação Hospitalar Santa Otília/Divulgação) 
Paciente ficará seis semanas com a mão no abdômen
(Foto: Fundação Hospitalar Santa Otília/Divulgação)
Cirurgia
“Ele sofreu uma lesão que é chamada de desenluvamento”, explica o médico ortopedista e traumatologista, Bóris Bento Brandão, que fez a cirurgia para colocar a mão de Mariotti no abdômen. O acidente removeu a pele, mas ossos e tensões foram preservados.
“É uma cirurgia clássica, mas pouca gente faz porque é uma situação especial, é um procedimento de salvação para evitar necrose, quando não há mais nada a fazer”, diz Brandão.
Esta é a primeira vez que o procedimento de salvação de mão é feito na Fundação Hospitalar Santa Otília, único hospital de Orleans. A cirurgia, realizada através do Sistema Único de Saúde (Sus), durou duas horas e o paciente recebeu anestesia no braço e no abdômen.
42 dias com a mão no 'bolso'
“No caso da mão, é uma lesão muito grande e delicada. O único lugar que caberia a mão inteira é no abdômen”, conta o médico.
Segundo o especialista, a mão de Mariotti deve ficar por aproximadamente 42 dias “dentro do bolso” para garantir o desenvolvimento de um novo tecido capaz de receber enxerto de pele.
Durante essas seis semanas, Carlos será acompanhado por médicos semanalmente. O paciente já consegue fazer alguns movimentos, que podem ser percebidos por baixo do abdômen. “Isso salva a viabilidade do membro. É como se fosse um bolso. Ele é estimulado a fazer movimentos suaves, para evitar a rigidez da mão”, explica o médico.
“Tenho que cuidar ao máximo para não tirar a mão do ‘bolso’. Se eu quiser puxar, eu puxo, mas ele [médico] colocou na minha cabeça que não posso, e estou cuidando”, diz Carlos, que comemora o fato de conseguir mexer os dedos dentro do corpo. Ele deve receber alta nos próximos dias. Em casa, ficará aos cuidados da mulher.

“Ele vai ter uma mão funcional, vai poder dirigir, comer, mas é uma mão menos sensível”, detalha o médico. “Perdi dois dedos, sei que não vai ficar a mesma coisa, mas vou poder vestir uma camiseta, segurar um talher. Se fosse no passado, teriam amputado. Saber que eu ia perdendo a mão e não vou perder mais...Até agora me emociono”, diz Carlos.

 

Petrobras paga até R$ 706 mil para funcionário aderir a plano de demissão voluntária

Meta da empresa é dispensar até 12 mil pessoas, ou 15% do total de funcionário. A estatal estima gastar R$ 4,4 bilhões com tais dispensas.

A Petrobras pagará indenizações entre R$ 211.989 e R$ 706.633 para cada funcionário que decidir deixar a empresa no Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário, anunciado hoje pela estatal. A expectativa é desligar até 12 mil pessoas, ou cerca de 15% de sua força de trabalho, e, com isso, economizar até R$ 33 bilhões entre 2016 e 2020.
Haverá ainda, segundo o comunicado interno enviado aos trabalhadores nesta manhã, ao qual ÉPOCA teve acesso, um adicional variável de 0,5 salário base, por mês, a partir de dezembro do ano passado, podendo chegar até três salários-base.
O valor será calculado considerando o tempo de casa, a idade do trabalhador e o último salário base.
Diferentemente do PIDV lançado há dois anos, destinado a quem estava prestes a se aposentar, este será aberto a todos os trabalhadores. O processo anterior dispensou mais de 7 mil funcionários, dos quais 6 mil já deixaram a empresa. Hoje restam pouco mais de 78 mil.
As inscrições começam na próxima segunda-feira (4). O prazo mínimo para desligamento é de 60 dias. Cada funcionário que aderir terá de apresentar um "inventário de conhecimento" antes de deixar a empresa.

 

Balança comercial tem melhor resultado para março em 28 anos

A balança comercial brasileira registrou um superávit (exportações menos importações) de US$ 4,43 bilhões em março deste ano, informou nesta sexta-feira (1º) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exteriro (MDIC).
Segundo números oficiais, trata-se do melhor resultado para meses de março desde o início da série histórica, em 1989. Ou seja, é o melhor superávit registrado em março em 28 anos.
Até então, o maior saldo positivo para março havia sido registrado em 2006, quando foi contabilizado um superávit de US$ 3,69 bilhões. Em março do ano passado, houve um saldo positivo de US$ 458 milhões.
De acordo com os dados do governo, a melhora do saldo positivo da balança comercial em março está relacionada, principalmente, com a forte queda das importações (-30%), uma vez que as vendas externas também recuaram no mês passado, mas em menor proporção (-5,8%).
O expressivo recuo das compras do exterior acontece em um ambiente de fraco nível de atividade no país – com a economia brasileira em recessão – e também de alta do dólar, o que encarece os importados e barateia as vendas externas.
"O superávit de março é histórico. É o maior para meses de março. Se dá por conta de uma queda de importações superior a de exportação. O recuo da importação está mais associado à atividade econômica [fraca] e ao patamar de câmbio [dólar alto]. Na exportação, há um aumento de volume [exportado], mas queda dos preços. Isso é bem significativo e importante para a economia", avaliou avaliou o diretor do Departamento de Estatística e Apoio à Exportação do Ministério do Desenvolvimento, Herlon Brandão.
Exportações e importações em março
Segundo o governo, as vendas ao exterior somaram US$ 15,99 bilhões em março e, com isso, tiveram uma queda de 5,8% sobre março de 2015. A média diária de exportações somou US$ 727 milhões, a menor para meses de março desde 2010 (US$ 683 milhões).
Todas as três categorias de produtos, semimanufaturados, manufaturados e básicos, registraram queda nas exportações em março.
Os dados do governo mostram que as importações continuaram recuando fortemente em março deste ano. No mês passado, caíram 30%, na comparação com março de 2015, para US$ 11,55 bilhões. A média diária de importações, que é a principal forma histórica de comparação, somou US$ 525 milhões em março, o valor mais baixo para este mês desde 2009 (US$ 457 milhões).
No mês pasado, recuaram as compras do exterior de combustíveis e lubrificantes (-40,8%), de bens de consumo (-31%), de bens intermediários (-28,3%) e de bens de capital, que são as máquinas para produção – com queda de 26,8% sobre o mesmo mês de 2015.
Primeiro trimestre
Já no acumulado do primeiro trimestre deste ano, informou o governo, a balança comercial registrou um superávit de US$ 8,39 bilhões. Foi o primeiro saldo positivo para este período desde 2012 e o melhor resultado desde 2007 (+US$ 8,72 bilhões), ou seja, em nove anos.
O resultado também é melhor que o verificado no mesmo período do ano passado: déficit de US$ 5,54 bilhões.
Na parcial de 2016, as exportações somaram US$ 40,58 bilhões, com média diária de US$ 665 milhões (queda de 5,1% sobre o mesmo período do ano passado). As importações, por sua vez, somaram US$ 32,18 bilhões, ou US$ 527 milhões por dia útil, uma queda de 33,4% em relação ao mesmo período de 2015.
Resultado de 2015
No ano passado, ainda de acordo com informações do governo, o saldo positivo (superávit) das transações comerciais do Brasil com o resto do mundo somou US$ 19,69 bilhões. Foi o maior valor para um ano fechado desde 2011, quando o superávit comercial somou US$ 29,79 bilhões.
O resultado foi influenciado pelo baixo nível de atividade. Com a economia brasileira em recessão e o dólar alto, as importações desabaram 24,3% em 2015. Dólar alto torna as vendas externas mais baratas e as importações mais caras.
Ainda segundo números oficiais, a melhora da balança comercial em 2015 também foi influenciada pela queda do preço do petróleo. Como o Brasil mais importa do que vende petróleo ao exterior, o recuo do preço favoreceu a melhora do saldo comercial do país.
Estimativas do mercado e do BC para 2016
A expectativa do mercado financeiro para este ano é de melhora do saldo comercial, segundo pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições financeiras na semana passada. O próprio BC também prevê melhora no saldo comercial.
A previsão dos analistas dos bancos é de um superávit de US$ 43,5 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior para 2016. O Ministério do Desenvolvimento estimou um saldo positivo de US$ 35 bilhões neste ano.
Já o Banco Central prevê um superávit da balança comercial de US$ 40 bilhões para 2016, com exportações em US$ 190 bilhões e compras do exterior no valor de US$ 150 bilhões.

Petróleo cai 4% por pressão de oferta global e declaração saudita

Príncipe Saudita teria dito que não congelará produção sem Irã e outros.
Brent teve queda de US$ 1,66, ou 4,12%, a US$ 38,67 por barril.

O petróleo teve queda de cerca de 4% nesta sexta-feira (1), após reportagem afirmando que um príncipe Saudita teria dito que o reino não congelará a produção sem que o Irã e outros grandes produtores façam o mesmo.

Pressionaram também o mercado dados mostrando que o excesso de petróleo global provavelmente crescerá. O Brent teve queda de US$ 1,66, ou 4,12%, a US$ 38,67 por barril. O contrato caiu cerca de 3% na semana.
O petróleo nos EUA encerrou em queda de 1,55 dólar, ou 4%, a US$ 36,79 por barril. O contrato caiu 7% na semana, após ter subido 4% no primeiro trimestre e 14% em março.
Nas últimas seis semanas, o petróleo disparou em uma recuperação após mínimas de 12 anos, depois que grandes produtores de dentro e fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) sugeriram a ideia de um congelamento de produção aos níveis de janeiro.
O príncipe Saudita Mohammed bin Salman disse na quinta-feira que o país, líder da Opep, não se juntará ao programa sem a participação do Irã e outros grandes produtores, noticiou a Bloomberg.
"Então, agora voltamos a ser consistentes com a posição que a Arábia Saudita tomou nos últimos dois anos: eles deixarão o mercado decidir a oferta e a demanda. Para mim, qualquer congelamento é apenas psicológico. Todos concordarão, mas ninguém fará nada", disse o sócio sênior da Energy Management Institute, Dominick Chirichella, em New York.

 

Vendas de veículos caem 28,6% no ano, afirma Fenabrave

As vendas de veículos zero-quilômetro no País tiveram queda de 28,62% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo balanço da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) divulgado ontem. Foram comercializados 481,3 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus em 2016, ante 674,3 mil entre janeiro e março de 2015.
Foi o pior desempenho das concessionárias de veículos no Brasil desde 2006, tanto para o primeiro trimestre quanto exclusivamente para o mês de março, quando foram emplacadas 179,2 mil unidades novas. Na comparação com o terceiro mês de 2015, a diminuição foi de 23,59%.
Anderson Silva 6/1/16 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra
A situação é ainda pior se observados os dados dos anos anteriores. Desde 2014, o setor registra queda nas vendas no primeiro trimestre em relação ao ano anterior. Ou seja, são três anos consecutivos de retração nos três meses iniciais.
O empresário Octavio Leite Vallejo, superintendente do Sincodiv-SP (Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de São Paulo), atribui a desaceleração no segmento ao cenário macroeconômico do País, especialmente ao aumento do desemprego e à redução da renda média da população. Ele cita também a maior restrição na liberação de crédito por parte dos bancos e financeiras, que temem o aumento da inadimplência e, por esse motivo, optam por fechar as torneiras. “Outro fator importante a ser considerado é a queda no nível de confiança do consumidor, que teme entrar em dívida por não ter certeza sobre sua situação nos próximos meses. É a questão política contaminando a economia. Enquanto isso não for solucionado, não haverá mudança”, acrescenta Vallejo.
A última previsão da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), divulgada em fevereiro, é de que o ano encerre com queda de 7,5% nas vendas de novas unidades na comparação com 2015. Entretanto, a entidade projeta alta de 0,5% na produção total de veículos em 2016. O próximo prognóstico será publicado na semana que vem.
MODELOS - O Ônix, da Chevrolet, fechou o mês de março se mantendo na primeira posição entre os automóveis mais vendidos do País. Foram 12,2 mil unidades comercializadas. Em seguida estão o Hyundai HB20 (10,5 mil), o Ford Ka (7.224), o Honda HR-V (6.059) e o Toyota Corolla (5.984).
Já entre os comerciais leves, a liderança é ocupada pela Fiat Strada, que somou 5.357 vendas no mês passado. A montadora também ocupa o terceiro lugar do ranking com a picape Toro (3.080). A segunda posição é da Toyota, com a Hilux (3.442). Na classificação das marcas, a Chevrolet ficou em primeiro lugar em março, com 24,7 mil unidades licenciadas, seguida por Volkswagen (18,4 mil) e Hyundai (16,8 mil).

Fãs pedem 'demissão' de diretor de Batman vs Superman

Embora o filme Batman vs Superman: A Origem da Justiça esteja batendo diversos recordes de bilheteria ao redor do mundo, muitos fãs dos super-heróis ficaram insatisfeitos com o resultado do longa-metragem.

Prova disso é que algumas pessoas criaram um abaixo-assinado para pedir a demissão do diretor Zack Snyder, responsável pelo filme da Warner Bros. e DC Comics.

O documento, criado no site Change.org – plataforma para petições online – quer recolher pelo menos 15 mil assinaturas de fãs insatisfeitos com o cineasta.

"Zack Snyder não é a pessoa certa para levar a Liga da Justiça para a tela grande. Ele teve duas chances até agora de adaptar os personagens da DC [para o cinema] e produziu resultados medíocres", declara o fã Bryan Cruz, autor da petição. . Snyder já havia dirigido o filme O Homem de Aço, que antecede o filme Batman vs. Superman, e também não teve recepção positiva pela crítica especializada. O diretor está escalado para dirigir as películas Liga da Justiça e Liga da Justiça – Parte 2, com previsões de estreia para 2017 e 2019, respectivamente.

Ele também está envolvido como produtor em outros quatro filmes que fazem parte do Universo Cinematográfico da DC Comics, a serem lançados nos próximos meses e anos. São eles: Esquadrão Suicida, Mulher Maravilha, Flash e Aquaman.