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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Bragantino Nova Força do Futebol Paulista na Serie A 2020 faz nova proposta por Cleiton, goleiro do Atlético
Clube paulista aguarda resposta positiva para negociar com estafe do jogador
O Bragantino voltou à carga pelo goleiro Cleiton, do Atlético. O clube paulista fez uma nova oferta pelo jogador e aguarda uma resposta positiva da diretoria do Galo para negociar as bases salariais com o estafe do atleta. Caso aceite a proposta, o alvinegro ficará com 20% dos direitos econômicos do camisa 40, que encerrou a temporada como titular da equipe.
A informação da proposta foi divulgada pelo jornalista Héverton Guimarães, da TV Band, e confirmada pelo Superesportes. A diretoria alvinegra não quis comentar sobre o assunto.
É a segunda vez que o Bragantino tenta a contratação por Cleiton. Em outubro, o clube paulista, que conta com forte investimento da Red Bull, enviou uma oferta ao Atlético. A diretoria alvinegra não gostou dos valores e rejeitou a proposta. O Leão aumentou os valores e espera uma resposta positiva do Galo.
Dias depois da notícia da primeira proposta por Cleiton, o presidente do Atlético, Sérgio Sette Câmara, colocou ‘preço’ no goleiro. “A chance é o Bragantino vir aqui e pagar o que a gente vai pedir para eles. E é bem caro. Ou seja: difícil. Mas nenhum jogador do Atlético é inegociável, nenhum. Se vier aqui e pagar. Vamos pedir quanto, hein, Rui? Uns 25, né? Uns 25 milhões de euros. Se depositar aqui, leva. Beleza. Isso aí é uma das fontes de renda que o clube tem. Se depositar, está bom”, brincou.
Cleiton está valorizado no Atlético. Ele se tornou titular do Atlético nesta temporada depois da lesão do experiente Victor, ídolo da torcida. Cria das divisões de base do Galo, o goleiro, de 22 anos, terminou o ano com 38 jogos e 37 gols sofridos.
Convocado diversas vezes para a Seleção Brasileira Olímpica, Cleiton também foi convocado pelo técnico André Jardine para disputar o pré-olímpico, em janeiro.
Renovação
O Superesportes apurou que a negociação para a renovação do contrato de Cleiton está avançada. O clube e o estafe do jogador chegaram aos valores que interessam os dois lados. A principal mudança no vínculo é o reajuste salarial do goleiro.
A renovação, no entanto, só será assinada caso Cleiton não seja vendido pelo Atlético nesta janela de transferência. Caso o clube não aceite a negociação com o Bragantino, o goleiro assinará o novo contrato.
China, Rússia e Irã anunciam exercícios navais conjuntos
China, Irã e Rússia realizarão exercícios navais conjuntos no Oceano Índico e no Mar de Omã a partir de sexta-feira (27), anunciou o Ministério da Defesa chinês nesta quinta (26), em meio às tensões crescentes entre o Irã e os Estados Unidos na região.
A China enviará o Xining, um contratorpedeiro de mísseis teleguiados, para as manobras, que durarão até a segunda-feira (30) e objetivam aprofundar a cooperação entre as Marinhas dos três países, disse o porta-voz do ministério, Wu Qian, em um briefing mensal.
O exercício é "uma interação militar normal" entres as três Forças Armadas e está alinhado com a lei e as práticas internacionais, disse Wu.
"Ele não está necessariamente conectado com a situação regional", afirmou Wu, sem entrar em detalhes.
O Mar de Omã é uma rota marítima particularmente sensível por ser uma ligação com o Estreito de Ormuz –através do qual cerca de um quinto do petróleo mundial circula–, que por sua vez é uma ligação com o Golfo Pérsico.
Os exercícios também coincidem com o exacerbamento das tensões entre os EUA e o Irã.
O atrito aumentou desde o ano passado, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, retirou os EUA do acordo nuclear firmado entre Teerã e seis nações em 2015 e reativou sanções contra o regime, prejudicando sua economia.
Minério de ferro pode ter nova virada na reta final de 2019
Contratos futuros em Cingapura aceleraram a desvalorização e chegaram a ser negociados em cerca de US$ 80 a tonelada, a caminho da segunda perda semanal
O ano dramático do mercado de minério de ferro pode registrar outra virada na reta final de 2019 com a queda dos preços diante das expectativas de que a maior oferta transportada por via marítima gradualmente colocará um fim à escassez global.
Os contratos futuros em Cingapura aceleraram a desvalorização e chegaram a ser negociados em cerca de US$ 80 a tonelada, a caminho da segunda perda semanal.
O mercado global de minério de ferro foi afetado este ano por cortes de oferta, o que provocou um forte rali no primeiro semestre. Depois disso, uma onda vendedora marcou a retomada da produção, que foi seguida por um surpreendente avanço neste fim de ano.
Os principais bancos e analistas esperam desvalorização dos preços em 2020 com a volta do superávit mundial. O governo da Austrália prevê uma queda para uma média de US$ 63 a tonelada.
Na China, os estoques nos portos aumentaram 1,3% na semana passada, a maior alta desde outubro, em meio a restrições ambientais às siderúrgicas que limitam a produção e menor demanda sazonal. Em 2020, o consumo de aço pode se estabilizar devido ao crescimento econômico mais lento.
Os contratos futuros de minério de ferro mais negociados em Cingapura, que chegaram a US$ 120 em julho, ainda acumulam valorização de 26% este ano.
Lançamentos de 04 Picapes em 2020 entre elas a Nova FIAT STRADA
4 PICAPES QUE SERÃO LANÇADAS EM 2020
Há opções de todos os tamanhos, das pequenas até as enormes
por JULIO CABRAL
26/12/2019 08h51 - atualizado às 08h51 em 26/12/2019

O ano de 2020 reserva lançamentos de picapes de todos os tipos: compactas, médias e grandes. Entre elas, a mais vendida do Brasil: a nova geração da Fiat Strada. Confira a nossa compilação.
Fiat Strada
A Strada prestou bons serviços para a Fiat e consumidores por mais de 20 anos. O novo modelo promete manter a boa fama de veículo para trabalho e ficar mais versátil para o lazer. A segunda geração chegará às lojas em abril, mas será lançada no mês anterior, conforme Autoesporte revelou com exclusividade.
Também antecipada por apuração, a cabine simples será meio estendida. Há um bom espaço atrás dos bancos e um vidro para dar a sensação de prolongamento. As portas dianteiras, contudo, são do mesmo tamanho das usadas pela versão cabine dupla. Por sua vez, a configuração terá capacidade de levar cinco passageiros e quatro portas.

São duas as opções de motorização: as básicas terão o 1.4 Fire de 88/85 cv e 12,5/12,4 kgfm de torque, tudo para baixar o máximo possível o preço. O propulsor não esbanja para o modelo, mas deve ser retrabalhado para render mais e consumir menos.
A cabine dupla virá sempre com o também conhecido 1.3 Firefly de 109/101 cv e 14,2/13,7 kgfm de torque. Os novos motores turbo 1.0 12V e 1.3 16V não vão equipar o projeto. Uma pena.
Em relação ao tamanho, a Strada fica próxima do porte da Renault Oroch, que tem 4,69 metros de comprimento e 2,82 m de entre-eixos.
A plataforma inclui elementos dianteiros do Argo e do Uno/Mobi, enquanto a porção traseira se vale de parte do projeto da antiga Strada, com direito ao tradicional eixo rígido do tipo omega (mais robusto).
RAM 1500
Além da 2500, a RAM terá a 1500 como opção ligeiramente menor. A picape, digamos, média-grande será porta de entrada para a marca de utilitários do grupo FCA. O lançamento, porém, ainda não tem data definida. Esperamos que aconteça no segundo semestre do ano.

Nos Estados Unidos, a capacidade de carga é de 750 kg, chamado popularmente de 3/4 de tonelada. Talvez isso favoreça a homologação da versão com motor 5.7 Hemi a gasolina de 395 cv.
Para os fãs dos motores diesel, o novo 3.0 V6 de 264 também será uma opção por aqui. Mas essa configuração terá que levar 1 tonelada para atender aos requisitos da legislação para veículos diesel do Brasil.
A tração, claro, será 4X4. E a carteira de motorista exigida pode ser a B (de carros de passeio) e não a C, exigida pela RAM 2500 e por outros veículos com peso bruto total (PBT) ultrapasse 3,5 toneladas.
Mitsubishi L200 Triton
Lançada em 2015, a quinta geração da L200 Triton passou por um profundo facelift no exterior. Mas as mudanças introduzidas em 2018 vão demorar mais um pouco para chegar ao Brasil. Previsto para o final de 2020, o facelift vai mudar bem as feições do modelo, cujo estilo foi considerado contigo à época do lançamento.

A principal mudança é a adoção de faróis divididos, cuja parte superior também incorpora os LEDs de rodagem diurna. As lanternas também ganharam iluminação do mesmo tipo e passaram a ter elementos blocados.
A mecânica manteve o conhecido motor 2.4 turbodiesel (190 cv e 43,9 kgfm), no entanto, o câmbio automático deixou de ser o de cinco velocidades e passou a ter seis marchas.
Outra novidade é a adoção de gerenciamento eletrônico da tração integral temporária (em situações normais, somente a traseira é usada). Há cinco modos de funcionamento: cascalho, lama/neve, areia e rocha.

A segurança também foi reforçada para aproximar a Mitsubishi das rivais mais tecnológicas, em especial a Ford Ranger e Chevrolet S10. Entre as tecnologias, há frenagem automática e também alerta de ponto cego.
Jeep Gladiator
Registrada pela Fiat Chrysler Automobiles (FCA) no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, a Jeep Gladiator deve estrear no Brasil em 2020. Segundo a marca, a picape do Wrangler está ainda em estudos para definir algumas pendências. A primeira é o valor, a cotação do dólar não ajuda. Além disso, também há a questão da demanda nos Estados Unidos, onde o utilitário é produzido.

O visual e porte são de impor respeito entre as médias. São 5,54 metros de comprimento e 3,48 m de entre-eixos. A caçamba leva mil litros, volume equivalente ao oferecido por outras picapes do mesmo porte.
A Gladiator tem ainda uma capacidade off-road difícil de ser batida no segmento. São 43,6 graus de ângulo de entrada, 26 graus de saída e 28,2 centímetros de altura do solo. Números que dão orgulho até para o Wrangler. Além disso, há barra antirrolagem desconectável eletronicamente para conseguir a maior articulação possível de suspensão no fora de estrada.

A gama de motores dispensa o 2.0 turbo a gasolina do Wrangler e parte direto para o antigo V6 3.6 Pentastar de 290 cv. A opção mais provável é o V6 3.0 diesel de 263 cv, uma vez que ele já será homologado para a RAM 1500.
sábado, 21 de dezembro de 2019
Gastos com saúde privada no Brasil somam R$ 231 bilhões de 2010 a 2017
Os serviços da saúde privada foram os principais gastos das famílias brasileiras com o setor. É o que mostra a pesquisa Conta Satélite de Saúde, divulgada hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento compara dados de 2010 a 2017.
Despesas com médicos e com planos de saúde lideram o ranking. No total, os gastos somaram R$ 231 bilhões, correspondentes a 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no país. Na despesa de consumo final do governo, o destaque foi a saúde pública, com R$ 201,6 bilhões, ou seja, 3,1% do PIB.
De acordo com o órgão, os gastos no consumo de bens e serviços de saúde no Brasil alcançaram, em 2017, o equivalente a 9,2% do PIB. Isso representou o total de R$ 608,3 bilhões. A maior parte, R$ 354,6 bilhões, o correspondente a 5,4% do PIB, foi com despesas de famílias e instituições sem fins de lucro a serviço das famílias. As despesas de consumo do governo atingiram R$ 253,7 bilhões, ou seja, 3,9% do PIB.
Despesa per capita
De acordo com o órgão, ainda em 2017, a despesa per capita com o consumo de bens e serviços de saúde ficou em R$ 1.714,6 para famílias e instituições sem fins lucrativos a serviço das famílias. Para o governo somaram R$ 1.226,8.
Valor adicionado bruto
A participação das atividades de saúde no Valor Adicionado Bruto (VAB), que indica a renda criada em cada atividade econômica em determinado período, subiu de R$ 202,3 bilhões (6,1%), em 2010, para R$ 429,2 bilhões (7,6%), em 2017. O maior aumento de participação ocorreu na saúde privada. Segundo o IBGE, esse item atingiu 3,0% do VAB total da economia, em 2017, enquanto em 2010, era de 2,1%.
Entre 2010 e 2017, a participação do consumo desses bens e serviços na economia subiu de 8,0% para 9,2%. O aumento foi mais evidente no final do período, indicando que em momentos de retração ou de baixo crescimento econômico o consumo de bens e serviços de saúde tende a cair menos que o de outros produtos e serviços.
Entre 2010 e 2015, o consumo de bens e serviços de saúde registrou crescimento, mas em 2016 houve queda em volume de 1,5%. Apesar disso, em valores correntes, as despesas aumentaram 6,8%. Conforme a pesquisa, em 2017, a alta em volume ficou em 0,6%, mas em valores correntes chegou a 4,3%.
Governo
Os serviços de saúde e medicamentos custeados pelo governo, em 2017, correspondiam a19,2% do total de bens e serviços fornecidos à população. Aí estão incluídos os serviços de saúde, educação e a administração pública.
O principal item na despesa de consumo do governo com saúde foi a saúde pública. Foram R$ 201,6 bilhões do total das suas despesas nesta área, o que representou 79,5%. Já a despesa com saúde privada, que são os serviços adquiridos de estabelecimentos privados, foi equivalente a 17,2%, ou R$ 43,6 bilhões. Com medicamentos foram R$ 8,4 bilhões, 3,3% do total dessas despesas.
“No SUS tem uma parte privada que o governo paga para as famílias. É quando a família vai para um atendimento privado que é pago pelo governo. Pelo sistema de Contas Nacionais a gente considera consumo do governo as despesas mercantis e não mercantis que ele vai disponibilizar para as famílias”, disse a pesquisadora do IBGE Thassia Gazé Holguin, em entrevista à Agência Brasil.
No período de 2010 a 2017, uma mudança no cenário chamou atenção: o aumento das despesas com a prestação de serviços de saúde pública como proporção do PIB. O percentual saiu de 2,7% do PIB em 2010 para 3,1% em 2017. Em relação aos medicamentos, o percentual passou de 0,2% para 0,1%. A pesquisa mostra que a variação em volume do consumo de bens e serviços de saúde do governo só não superou a de produtos não saúde nos anos de 2012 e 2016. Em 2017, enquanto o consumo de serviços de saúde cresceu 2,3% em volume, o consumo não saúde caiu 1,3%.
“Como saúde é um bem inelástico, em momento de crise a gente não sente de imediato os efeitos no setor. A explicação pode ser por conta de a saúde ser um bem essencial ou a própria questão de financiamento de saúde do governo. Tem mais regras percentuais a serem aplicadas. Os estados, municípios informam os gastos, a União também. Tem um controle”, observou.
Famílias
De acordo com o IBGE, em 2017, o principal gasto das famílias com saúde, foi com serviços de saúde privada. Nesse ano, alcançaram 66,8% do total das despesas de saúde, somando R$ 231,0 bilhões. Os medicamentos alcançaram R$ 103,5 bilhões, ou 29,9% do total dessas despesas. Para a pesquisadora do IBGE em momento de aperto financeiro, as famílias procuram, primeiro cortar em outras áreas, para se necessário, por fim, chegar aos gastos com saúde.
“Minha renda diminuiu, vou diminuir os gastos com carro, com restaurante, mas os gastos com plano de saúde e medicamentos, em geral, mantenho a curto prazo, mesmo com a crise. Então, é esperado esse movimento. Em períodos de recessão da economia, a saúde sofre menos, mas a longo prazo pode sofrer”, disse, acrescentando, que os indicadores de gastos das famílias levam em conta além de planos de saúde, os medicamentos exames e serviços hospitalares.
Em relação ao PIB, a despesa das famílias com medicamentos se manteve estável entre 2010 e 2017, representando cerca de 1,5%, enquanto o consumo de serviços de saúde privados avançou de 2,5% para 3,5% do PIB.
Em 2017, enquanto o consumo de serviços de saúde pelas famílias caiu 0,7% em volume, o consumo de serviços não-saúde (despesas não relacinadas com saúde) cresceu 2,3%. De 2014 a 2016, a variação em volume do consumo de serviços de saúde pelas famílias superou a variação em volume dos bens e serviços não-saúde.
Embora a Conta Satélite de Saúde 2010-2017, não faça avaliação sobre o valor do plano de saúde, Thassia afirmou que é possível supor que mesmo com a redução de planos de saúde pelas famílias que se registrou no período de crise, que o nível de gastos se manteve por causa do aumento de valor dos planos. “A gente acredita que os planos devem ter aumentado o preço, mas como estou falando de um dado agregado de saúde privada, não dá para fazer afirmação profunda. Se tivesse desagregado, talvez fosse mais fácil fazer esta análise. Possivelmente dentro dessa questão da saúde privada, que incluindo de saúde serviço hospitalar e exame com prorpio desembolso direto das famílias, tem o efeito do preço do plano de saúde”, observou.
Remuneração
Entre 2010 e 2017, as atividades relacionadas à saúde registraram aumento nos postos de trabalho. Saíram de 5,3% para 7,1% do total das ocupações. Sobre as remunerações do setor, estão acima da média da economia, com um rendimento médio anual de R$ 43,8 mil em 2017 contra R$ 33,4 mil das atividades não-saúde. Em 2017, as remunerações desse setor representavam 9,6% do total das remunerações da economia.
A pesquisadora disse que neste setor não se pode confundir ocupação com postos de trabalho. “Uma pessoa pode ter mais de uma ocupação, por exemplo, uma enfermeira pode trabalhar em dois hospitais e uma clínica. Não se pode confundir o conceito com número de empregados. São postos de trabalho ou ocupações. Na área de saúde é muito comum mais de uma ocupação”, completou.
Países
Segundo a pesquisadora, na despesa com saúde proporcional ao PIB, em países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, o Brasil tem nível semelhante ao Chile, Reino Unido e Grécia, mas na despesa do governo também relacionada ao PIB, está um pouco abaixo da média.
Pesquisa
O IBGE informou que a publicação Conta Satélite de Saúde 2010-2017 “sistematiza informações sobre consumo e comércio exterior de bens e serviços de saúde e sobre valor adicionado e postos de trabalho em atividades de saúde”.
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