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sábado, 15 de junho de 2019

Vereador Jarlis Adelino Apresenta Carta Aberta de Intenções Socioeconômico ao Governo do Estado do Maranhão

O Vereador Jarlis Adelino esteve na capital maranhense para participar de reunião com o Secretario de Indústria, Comercio e Energia o Senhor Simplício Araújo, na condição de presidente da comissão permanente de indústria e comercio da Câmara Municipal de Vereadores de Açailândia.

Na oportunidade o vereador Jarlis Adelino apresentou ao Secretario Simplício uma Carta Aberta assinada em conjunto com 03 grandes sindicatos Patronal e Profissional, apresentando o cenário socioeconômico da região Sul do Maranhão principalmente das indústrias de madeiras para carvão vegetal e celulose que estão ligas na cadeia produtiva do setor siderúrgico no Maranhão.

O intuito da carta é promover flexibilidade e agilidade para destravamento das normativas já existentes no código florestal do Estado conforme fotos do documento a baixo.

Precisamos urgentemente atualizar o código florestal do estado do Maranhão para que acompanhe as normativas do código florestal brasileiro, para que o setor produtivo de carvão possa se recuperar e impulsionar o setor siderúrgico uma vez que o carvão é uma das principais matéria prima na cadeia produtiva do Aço, na mesma mão podemos impulsionar a economia do estado e principalmente de Açailândia, afirma o Vereador Jarlis Adelino.

Já na próxima semana estaremos promovendo uma grande atividade no município de Açailândia com o tema "QUEREMOS O NOSSOS EMPREGOS DE VOLTA" será sem duvida um marco na retomada da empregabilidade em Açailândia, com participação de toda sociedade, empresários, sindicatos, movimentos sociais e a população de forma em geral afirmou o Vereador Jarlis Adelino em São Luis durante a reunião com o secretario Simplício Araújo.

O Secretario Simplício Araújo recebeu em mãos a documentação, e confirmou que vai viabilizar uma agenda de reunião entre o parlamentar, os representantes sindicais e o governador nos próximos dias para que o teor da carta seja discutida com o Governador Flávio Dino.
      
Está previsto para iniciar os trabalhos do movimento "QUEREMOS O NOSSOS EMPREGOS DE VOLTA" já na próxima semana dia 18 de junho no pequia. O Vereador Jarlis Adelino já iniciou reuniões com empresários e sindicatos no município, agora vamos partir para a sociedade de forma geral, precisamos contar com a participação de todos, afirmou o Vereador Jarlis Adelino.

Simplicio Araújo e Jarlis Adelino




Ancelmo Lendro, Simplicio Araújo e Jarlis Adelino

Fonte: Assessoria do Vereador Jarlis Adelino 

sexta-feira, 14 de junho de 2019

O Vereador Jarlis Adelino Concede Entrevista a Radio Sorriso FM 104,7 em Açailândia e Fala Sobre o Arquivamento da criação da CPI no Caso IPSEMA

Bolsonaro afirma que demitirá presidente dos Correios por agir como 'sindicalista'

Presidente ainda não definiu substituto do general Juarez Cunha à frente da estatal. Cunha já se manifestou a favor de manter os Correios como empresa pública.

O presidente Jair Bolsonaroinformou nesta sexta-feira (14) que decidiu demitir o presidente dos Correios, general Juarez Cunha. Segundo Bolsonaro, o militar se comportou como "sindicalista" e se manifestou contrário à privatização da estatal, avalizada pelo presidente da República.
A informação sobre a demissão foi dada por Bolsonaro ao final de um café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto. O presidente disse que avalia nomes para o comando dos Correios.
Bolsonaro afirmou que uma possibilidade seria colocar o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz à frente dos Correios. Santos Cruz foi demitido nesta quinta-feira da Secretaria de Governo e substituído pelo general Luiz Eduardo Ramos.
Porém, o agora ex-ministro não deve assumir no momento nenhuma função no governo.

Privatização dos Correios

O general Juarez Cunha assumiu a presidência dos Correios em novembro do ano passado, durante o governo do ex-presidente Michel Temer. Foi mantido no cargo após a posse de Bolsonaro. Cunha defende a manutenção dos Correios como empresa pública.
Durante o feriado de Páscoa, Juarez Cunha escreveu em uma rede social que tinha "argumentos para demonstrar porque é importante para o país manter a empresa pública [os Correios], inclusive apresentando casos malsucedidos de privatização de correios pelo mundo".
Ele disse que a decisão do Supremo Tribunal Federal que permitiu a criminalização da homofobia foi "completamente equivocada". De acordo com Bolsonaro, a decisão do Supremo prejudica as pessoas que são homossexuais.
Ele argumentou que um empregador pensará "duas vezes" antes de contratar um homossexual.
"Tipificar a homofobia como se racismo fosse é o STF entrando na seara penal, estão legislando. Isso prejudica o próprio homossexual nesta decisão", disse.
  • Celular sem proteção
Bolsonaro disse que não segue recomendação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de utilizar um celular protegido com um programa de criptografia para se comunicar. Ele disse ainda não ter "nada a esconder".
Segundo Bolsonaro, mesmo tendo recebido um celular com programa de criptografia, que protege as mensagens de maneira mais eficiente, ele optou por não utilizá-lo.
  • MP das aéreas
Ele afirmou que avalia sancionar a medida provisória aprovada pelo Congresso Nacional que proíbe a cobrança por bagagens de até 23 quilos em voos domésticos.
Ele disse que, ao sancionar o texto, editaria uma nova medida provisória para permitir a cobrança da taxa apenas para empresas aéreas de baixo custo, conhecidas como "low cost".
  • Reforma da Previdência
Segundo o presidente, a "bola está com o Legislativo" e, portanto, o governo não irá "forçar a barra" na negociação com o Congresso para evitar o risco de "não aprovar nada".
"O natural é ceder para aprovar o que é possível, mas no limite curto do previsto na economia", afirmou presidente.
Disse ainda que, aprovada a reforma da Previdência, as próximas prioridades do governo são a reforma tributária e o pacote anticorrupção.

O sedã em fim de ciclo com vendas absurdas


Em sua forma atual, o Corolla está com os dias contados. Isso não fez suas vendas pararem de “bombar”. Tanto que, a um dia do encerramento da primeira quinzena de junho, o modelo da Toyota conquistou o posto de sedã mais vendido do Brasil. Ao menos provisoriamente.


A nova geração do Corolla está confirmada para o segundo semestre (prevista para fim de setembro). Como a atual, será feita em Indaiatuba, no interior de São Paulo. Além disso, deverá ter versão híbrida.
Sobre a liderança, ela surpreende. Primeiramente estamos falando de um carro com preço inicial de R$ 80 mil, e cuja versão mais vendida, XEi, custa R$ 105.990.
Para comparação, aquele que é o sedã mais vendido no acumulado do ano, Prisma, parte de R$ 49.990 (versão Joy).
Na lista dos 20 carros mais vendidos divulgada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o Corolla é o único sedã médio a aparecer. Os demais são compactos, rivais do Prisma.
No acumulado do mês de junho, o Toyota somou 2.451 emplacamentos para ser o três-volumes mais vendido. O Prisma registrou 2.299 enquanto o terceiro mais vendido, o Ka Sedan, acumulou 1.555 exemplares.

Razões das altas vendas do Corolla

São duas as principais razões para o sucesso do Corolla mesmo com o ciclo da nova geração se aproximando do fim. O primeiro é a fidelidade do consumidor. No início deste ano conversei com uma fonte da montadora.
Essa fonte contou que, no caso do sedã médio, o cliente dificilmente deixa de comprar à espera da nova geração. É um consumidor mais preocupado com os atributos do carro com que o fator novidade.
Além disso, a montadora tem de desovar estoques antes da chegada do novo. Por isso, a versão XEi está com bom desconto. Com cores metálicas ou perolizadas, que elevam a tabela a R$ 107.490, o modelo pode ser adquirido por R$ 99.990 (abatimento de R$ 7.500).
O Corolla XEi também está sendo vendido por taxa zero. Já o GLI couro, tabelado em R$ 90.990, não tem bônus de fábrica. Ainda assim, há concessionárias que o vendem por R$ 86 mil (já com as cores que elevam o preço sugerido para R$ 92.490.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Divórcio? Fusão? Aliança Renault-Nissan discute acerto de contas sob tensão

Renault e Nissan se preparam para um acerto de contas. Depois de duas décadas, a aliança entre as montadoras se encontra abalada 

Selada em 1999, quando a Renault comprou uma participação na montadora japonesa em dificuldades, a aliança - que agora inclui a Mitsubishi Motors - sempre foi marcada por um relacionamento desigual. Enquanto a Nissan é a maior parceira em termos de produção de veículos, a Renault exerce mais controle sobre a montadora japonesa.

Ghosn, que foi acusado de crimes financeiros e será julgado no ano que vem, há muito tempo procurava unir as empresas para ultrapassar a Toyota e a Volkswagen. A Renault estava pronta para reforçar sua posição semanas antes de receber a proposta de fusão da Fiat. Mas a relutância da Nissan em apoiar as negociações frustrou o negócio.

Agora, o presidente da Nissan, Hiroto Saikawa, tenta acalmar os ânimos depois de o presidente do conselho da Renault na reunião de acionistas da Nissan agendada para 25 de junho. A carta também poderia se tornar moeda de barganha para a Nissan conseguir concessões da Renault. "Estão de volta ao ponto de partida", disse Koji Endo, analista da SBI Securities. A partir de agora, há dois cenários possíveis para as montadoras:

Reequilíbrio Nissan-Renault A Nissan pode interpretar a carta de Senard como uma interferência em sua governança, abrindo caminho para reequilibrar sua relação com a antiga parceira. Se a Renault se abster de votar sobre a nova estrutura de governança da Nissan, isso poderia impedir a aprovação da proposta, porque a empresa francesa possui uma fatia de 43% na montadora japonesa, o que dificultaria a adoção de qualquer medida.

Sob o contrato atualizado que rege a aliança, a Nissan tem direito de aumentar sua participação na Renault para mais de 25%, caso a Renault interfira na governança da Nissan. Assim, de acordo com a legislação societária japonesa, os direitos de voto da Renault poderiam ser cancelados. A montadora japonesa atualmente detém 15% da Renault, sem direito a voto.

Possível fusão O enorme desafio de se adaptar a um setor que incorpora veículos elétricos e autônomos também aumenta a pressão para uma fusão entre Nissan e Renault. Embora as montadoras colaborem, precisam gastar bilhões de dólares para competir com a Toyota e a Volkswagen, que estão cada vez mais dispostas a adotar novas tecnologias.

A aliança emprega mais de 350 mil pessoas em todo o mundo. Embora as montadoras não estejam totalmente integradas, compartilham plataformas de automóveis e linhas de montagem de fábricas para produzir mais de 10 milhões de veículos por ano. Senard fez uma proposta informal de fusão ao CEO da Nissan em abril. Há um documento de discussão delineando os possíveis termos, e a Renault sinalizou que está pronta para intensificar as discussões assim que a Nissan estiver pronta.

A proposta exige uma estrutura de holding que assegure uma participação igualitária e a representação da Renault e da Nissan no conselho. Esta nova entidade não teria sede no Japão ou na França, disseram pessoas com conhecimento do assunto. "A Nissan representa quase 100% do valor corporativo da Renault, então, obviamente, a Renault não vai perdê-la", disse Kota Mineshima, analista do Morgan Stanley MUFG. "A Renault quer ter uma fusão completa.".

Grande parceria Embora improvável, a Fiat também poderia reabrir as negociações de fusão negociando diretamente com a Nissan, além da Renault. Ao sugerir uma grande aliança para enfrentar rivais maiores, a Fiat pode atrair a montadora japonesa propondo mais poder em uma montadora global Fiat-Renault-Nissan-Mitsubishi.

Casas Bahia é vendida e retorna à família de fundadores

O Grupo Pão de Açúcar aprovou nesta quarta-feira (12) a venda da Via Varejo, empresa que tem o controle de marcas como Ponto Frio e Casas Bahia. As redes varejistas, agora, retornarão ao controle de Michael Klein, filho de Samuel Klein, que fundou o negócio, por meio de uma compra de ações com valor mínimo de R$ 4,75 cada uma.
A aquisição será feita em um leilão na B3 e traz de volta as marcas que foram vendidas ao GPA em 2009. A oferta de Klein, que será feita junto com fundos de investimentos, deve ter um valor total de cerca de R$ 2,23 bilhões. Os detalhes sobre o negócio, entretanto, não foram confirmados.
A confirmação do negócio vem depois de o Grupo Pão de Açúcar receber uma carta de Klein, afirmando que estaria disposto, juntamente com outros acionistas, a pagar no máximo R$ 4,75 por ação da Via Varejo. Após negociação, esse foi fechado como o valor mínimo, devolvendo, então, o controle da Casas Bahia e do Ponto Frio a seus administradores originais, que venderam a empresa em 2009.
O movimento também vem como uma tentativa de recuperação das marcas, que no primeiro trimestre deste ano teve prejuízo de R$ 49 milhões e já perdeu mais de 22% de seu valor de mercado ao longo dos últimos 12 meses. Elas fecharam o pregão desta quarta-feira (12), o último antes do anúncio do negócio, em leve baixa e valendo R$ 4,85 cada.
De acordo com especialistas ouvidos pela imprensa nacional, o principal motivo para essa baixa é a dificuldade do Grupo Pão de Açúcar em fazer investimentos, o que levou a Via Varejo e suas marcas a ficarem para trás, principalmente no varejo eletrônico. A chegada de um conselho de administração com novas ideias e, principalmente, independente e focado nas marcas da empresa foi vista como uma ótima notícia, que deve aumentar o nível de governança corporativa e, também, o fluxo de aportes financeiros.
A vontade de Klein de ampliar sua presença no conselho da empresa também era antiga. Antes do negócio, ele detinha 25,43% da Via Varejo. Outros acionistas minoritários possuíam parcela de 38,27%, mas, no começo do ano, para o fundador, aumentar sua carteira de papéis da companhia não estava no radar, segundo declarações do próprio à imprensa na época.
Hoje, Michael Klein é um dos responsáveis pelo grupo CB, que administra imóveis, aviação executiva e também investimentos em outras companhias. Ele não falou publicamente sobre o retorno à velha casa, que o traz de volta à empresa fundada pelo pai, um empresário polonês falecido em 2014. Com a primeira loja aberta em 1952, a Casas Bahia acabaria se tornando uma das principais empresas do varejo brasileiro, com liderança, principalmente, nos setores de móveis e eletrodomésticos.

Mortes por dengue chegam a quase 300 no Brasil, o triplo do mesmo período de 2018



    O número de mortes por dengue no Brasil é quase três vezes maior neste ano em relação ao mesmo momento de 2018. De acordo com o boletim do Ministério da Saúde datado de 5 de junho, as mortes por dengue confirmadas até 27 de maio eram 295. No mesmo momento do ano passado, o país havia registrado 99 mortes pela doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
    São Paulo e Minas Gerais são os estados mais afetados: juntos, somam 68,3% dos casos prováveis da doença no país, ou seja, casos ainda não confirmados em laboratório.
    De acordo com o boletim da semana epidemiológica 21, o estado de São Paulo teve mais de 320 mil casos prováveis de dengue até o fim de maio de 2019 - enquanto neste momento do ano passado eram pouco menos de 9 mil.
    Já Minas Gerais registrou mais de 322 mil casos no mesmo período deste ano, ante 20,2 mil até o fim de maio de 2018.
    Em todo o Brasil, o número de casos prováveis de dengue é cinco vezes maior do que no mesmo período do ano anterior, num total de 965,04 mil.
    Proporcionalmente, outros estados viram a doença se expandir de forma significativa. O Paraná registrou um salto de quase 4.000% nos casos prováveis, para 37 mil. Também em Tocantins, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Roraima e no Distrito Federal o número de casos prováveis aumentou mais de 1.000%.
    Os gráficos das estimativas do ministério, entretanto, indicam que a incidência das doenças causadas pelo Aedes aegypti deve começar a cair ao longo deste ano.

    Chikungunya e zika

    O mesmo boletim do Ministério da Saúde contabiliza os casos de chikungunya e zika no Brasil.
    Para a chikungunya, são 12 mortes registradas até o momento (1 na Bahia, 10 no Rio de Janeiro e 1 no Distrito Federal). Porém, há 42 mortes ainda em investigação no estado de Pernambuco. Já são mais de 53 mil casos prováveis da doença, abaixo dos 57 mil registrados no mesmo período do ano passado. O Rio de Janeiro é o estado com maior número de casos: quase 36 mil.
    Quanto à zika, não há mortes confirmadas até o fim de maio de 2019, mas são 6,1 mil casos prováveis em todo o país. No mesmo período de 2018, foram registrados 4,88 mil casos prováveis.

    Vendas do comércio caem 0,6% e setor tem pior resultado para abril desde 2015

    Vendas do comércio caem 0,6% e setor tem pior resultado para abril desde 2015

    As vendas do comércio varejista caíram 0,6% em abril, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do pior resultado para meses de abril desde 2015 (-1%) e também a primeira contração para o mês em quatro anos.
    A queda acontece após uma alta de 0,1% em março e queda de 0,1% em fevereiro, na comparação com o mês imediatamente anterior, reforçando a leitura de perda de ritmo do setor e de estagnação da economia brasileira em 2019.
    Na comparação com abril de 2018, houve alta de 1,7%. Dessa forma, o setor acumulou avanço de 0,6% no ano e de 1,4% nos últimos 12 meses.
    O resultado veio pior do que o esperado pelo mercado. A mediana das estimativas de 27 analistas de consultorias e instituições financeiras ouvidos pelo Valor Data era de queda de 0,2% do indicador frente a março, quando houve ligeira alta de 0,1% (dado revisado) Perda de ritmo
    O IBGE revisou os resultados dos últimos meses. Em março, ao invés de uma alta de 0,3% como inicialmente divulgado, as vendas do setor avançaram apenas 0,1%. Em fevereiro, houve queda de -0,1% ante leitura anterior de estabilidade. Já em janeiro, a alta foi maior que a inicialmente divulgada, de 0,6%, e não de 0,5%.
    A gerente da pesquisa, Isabella Nunes, destacou que a queda em abril ocorre após dois meses consecutivos de relativa estabilidade. "Só essa observação já nos mostra uma perda de ritmo no ano de 2019", disse.
    Em 12 meses, as vendas do varejo ficaram praticamente estáveis, acumulando alta de 1,4%, ante 1,3% em março.
    Ela lembrou que no ano passado, no mesmo mês, o setor acumulava avanço de 3,4%.
    "Ainda tem um longo caminho a ser percorrido para que o comércio varejista volte a registrar taxas semelhantes às de 2014 [quando o setor bateu seu recorde de vendas]", afirmou.

    Hipermercados e vestuário puxam queda

    Das 8 atividades pesquisadas, 5 registraram queda no volume de vendas em abril, na comparação com março. Segundo o IBGE, a retração no varejo foi puxada pelo segmento de hipermercados (-1,8%), que caiu pela terceira vez seguida, e vestuário (-5,5%), que teve o segundo mês negativo.
    Os números do IBGE também mostram que houve queda nas vendas em 20 das 27 unidades da Federação, com destaque para: Paraíba (-3,5%) e Rio de Janeiro (-2,8%) e Pará (-2,6%).
    Segundo Nunes, desde a greve dos caminhoneiros no ano passado "os alimentos mostram uma evolução de preços". Ela destacou que, em abril do ano passado, a inflação acumulada em 12 meses para os alimentos estava em -4,78%. Já em abril deste ano, o indicador registrou alta de 9,10%.
    Conjunturalmente, enfatizou, o país tem um grande contingente de desempregados e um mercado de trabalho que segue estagnado. "Essa situação dificulta o crescimento da massa de rendimentos, que é o que impulsiona o consumo", afirmou a pesquisadora do IBGE.
    O indicador de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, ficou estável em abril, na comparação com o mês anterior.
    Por sua vez, a receita nominal do varejo caiu 0,3% na passagem de março para abril. No confronto a março de 2018, a receita do setor teve alta de 7,1%.
    Veja o desempenho de cada segmento em abril:
    • Combustíveis e lubrificantes: 0,3%
    • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: -1,8%
    • Tecidos, vestuário e calçados: -5,5%
    • Móveis e eletrodomésticos: 1,7%
    • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: -0,7%
    • Livros, jornais, revistas e papelaria: 4,3%
    • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -8%
    • Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -0,4%
    • Veículos, motos, partes e peças: 0,2%
    • Material de construção: 1,4%
    “Todas as atividades estão em trajetória descendente [em 12 meses], à exceção de outros artigos pessoal e de uso doméstico, a única que mostra crescimento, mas que tem pouca participação na receita total do setor”, destacou a gerente da pesquisa, explicando que grande deste último segmento é representada pelas lojas de departamento, virtuais e físicas, que vendem uma gama variada de produtos.

    Incertezas e perspectivas

    Os primeiros indicadores de maio mostram que a atividade econômica segue em ritmo lento, com um nível de consumo ainda bem abaixo do período pré-recessão, em meio à incertezas sobre o ritmo de tramitação de reformas no Congresso e elevado desemprego.
    A produção industrial cresceu 0,3%, em abril, na comparação com o mês imediatamente anterior, mas o avanço foi insuficiente para recuperar a perda de 1,4% de março. Nos 4 primeiros meses de 2019, o setor industrial passou a acumular uma queda de 2,7% frente ao mesmo período de 2018.
    O 1º trimestre foi marcado por uma perda de força da economia, reforçando a leitura de uma atividade econômica estagnada. O PIB (Produto Interno Bruto) recuou 0,2% nos 3 primeiros meses do ano, na comparação com o 4º trimestre, a primeira retração da economia desde 2016.
    O índice que mede a confiança do comércio voltou a cair em maio, retornando ao mesmo nível de setembro de 2018, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV).
    De acordo com a última pesquisa Focus do Banco Central, o mercado reduziu a projeção de alta do PIB em 2019 para 1%. Foi a 15ª queda consecutiva do indicador. E parte dos analistas já fala em PIB abaixo de 1%, abaixo do resultado registro em 2017 e 2018, quando a economia cresceu 1,1% em cada um dos anos.

    segunda-feira, 3 de junho de 2019

    Vereador Jarlis Adelino Participa de Agendas Importantes na Luta Pela Empregabilidade em Brasília-DF

    Brasília-DF - O Vereador Jarlis Adelino apresentou junto ao Ministério de Infraestrutura um pacote de investimentos para Açailândia.

    O nosso município não pode mais esperar, precisamos avançar, o pacote foi pleiteado junto ao Ministério de Infraestrutura e foi entregue ao presidente da Comissão dos Deputados Federais do Maranhão Juscelino Filho
    O pacote de investimentos solicita:
    Duplicação da BR 010 no Trecho Itinga a Estreito-MA; Continuação da Ferrovia Norte Sul Trecho Açailândia a Vila do Conde no Pará; Projeto de Retirada da BR 222 do Trecho Urbano do Município de Açailândia, melhorando consideravelmente a mobilidade urbana; Construção de Um Porto Seco em Açailândia e Construção de um Aeroporto de Cargas na região de Açailândia. 
    Estou fazendo tudo o que posso na condição de vereador para que o nosso município volte a ser o eixo do progresso no Maranhão.

    Ainda em Brasília-DF o Vereador Jarlis Adelino participou de uma Reunião Oficial Representando os Trabalhadores e o parlamento municipal, no ministério de meio ambiente com o Presidente do Ibama Eduardo Fortunato Bim, na Luta para liberação de L.Os Licenças operacionais no estado do Maranhão, para aquisição de resíduos Bio-massa (lenha) em áreas já autorizadas pelo Estado do Maranhão via secretaria de meio ambiente estadual, essa destinação da lenha se faz necessário para geração de novos investimentos e principalmente na recuperação da empregabilidade em Açailândia.
    O setor siderúrgico será um dos setores mais beneficiados no Maranhão.
    O Vereador  Jarlis luta pela revitalização do polo siderúrgico de Açailândia.
    Participaram da Reunião com o Presidente do Ibama:
    Vereador Jarlis Adelino,
    Presidente do SICAM Cláudio Queirós,
    Dr. Vicente Gomes da Silva, coordenador da Comissão do Instituto Agropecuário IPA/FPA,
    Entre outras autoridades do Estado do Maranhão e Marcelo Boeno Representante do Aprosoja.

    A reunião aconteceu as 14h na sede do Ibama no Distrito Federal.

    Após Reunião com o Presidente Nacional Ibama, A esquerda: Marcelo Bueno Representante do Aprosoja, Vereador Jarlis Adelino, Presidente Nacional do Ibama Eduardo Fortunato Bim e Cláudio Queirós Presidente do SICAM, o Ibama ficou de tomar as medidas cabíveis para que o setor siderúrgico tenha condições de revitalizar sua produçãos.
    Será realizado uma frente tarefa entre os governos Federal e Estadual, caso as medidas apontadas pelo setor agropecuário e siderúrgico defendido pelo Vereador Jarlis Adelino sejam cumpridas pelos governos a região sul do Maranhão em especial Açailândia terá total condições de revitalizar o seu polo industrial gerando centenas de empregos na região.

    Fonte: Assessoria Vereador Jarlis Adelino