A
Justiça Federal em Brasília suspendeu a cobrança de multa para
motoristas que andarem nas rodovias de todo o país com farol desligado. A
sentença é provisória e determina que a punição só pode ser aplicada
quando as estradas tiverem sido sinalizadas. A decisão começa a valer
quando a União for notificada – não existe um prazo exato para que isso
aconteça.
A sentença não altera as multas que já foram aplicadas até o momento. O
Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informou que não tinha sido
notificado da mudança até as 17h de ontem. Um possível recurso só será
analisado quando o órgão tiver acesso à decisão.
A lei federal entrou em vigor em 8 de julho e determina que o farol
baixo seja usado em todas as rodovias, mesmo durante o dia. O
descumprimento é considerado infração média, com 4 pontos na carteira de
habilitação e multa de R$ 85,13. Em novembro, o valor deve subir para para R$ 130,16.
No primeiro mês de validade da regra, entre 8 de julho e 8 de agosto, a
Polícia Rodoviária Federal registrou 124.180 infrações nas rodovias
federais. Nas estradas estaduais de São Paulo, outras 17.165 multas
foram aplicadas. No Distrito Federal, as multassuperaram em 35% o número
de autuações por estacionamento irregular.
Em São Luís o trânsito se transformou num caos em algumas das principais
avenidas, após um impasse entre o Governo do Estado e a Prefeitura de
São Luís. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) havia
retirado agentes de trãnsito de alguns pontos de fiscalização, uma vez
que o Plano Rodoviário do Maranhão estabelecia como rodovias, trechos
das avenidas Jerônimo de Albuquerque, Gujajaras e Holandeses.
O Governo precisou recuar e revogar os pontos do Plano Rodoviário, para
que as avenidas pudessem voltar a ser fiscalizadas por agentes da SMTT.
Lula Fylho, secretário municipal de Governo, informou que a lei que
estabelecia vias da capital como MAs seria revogada para a
municipalização dos trechos.
Rubro-negro contrariou a lógica, venceu a primeira fora contra o melhor da Série D e se garantiu na Terceirona
Rio Branco, AC, 04 (AFI) – O Moto Club-MA é o último promovido do Campeonato Brasileiro da Série D de 2016. Na decisão contra o Atlético-AC,
o Papão venceu a primeira como visitante na competição e, com o placar
de 2 a 1, garantiu-se na Série C de 2017. Isso diante de sete mil
torcedores, público recorde do estádio Florestão, em Rio Branco.
Esta
será a primeira vez que o time maranhense disputa a Série C com o novo
formato com 20 clubes, que teve início em 2009. De quebra, o Moto segue
vivo na briga pelo título e vai enfrentar o Volta Redonda-RJ na
semifinal. As datas e horários devem ser divulgados nesta segunda-feira
pela CBF. Por ter melhor campanha, os fluminenses decidem em casa. Além
de mirar a taça, o torcedor rubro-negro vive a expectativa de
reencontrar o rival Sampaio Corrêa, que é virtual rebaixado na Série B.
O
Galo, por sua vez, se despede da Série D como o time de melhor campanha
até então. Sem concretizar o sonho de subir à Série B, o clube terá o
consolo de estar garantido na Série D de 2017 – a CBF mudou o
regulamento e irá repetir os mesmos times deste ano na próxima edição.
Na edição de 2018, os classificados sairão dos estaduais de 2017. Além
disso, os atleticanos também estão confirmados na Copa Verde e na Copa
do Brasil.
SURPRESA, GALO!Como era esperado,
o Atlético começou a partida tomando mais a iniciativa. Tanto que
chegou com perigo logo aos quatro minutos. Após escanteio na área, o
zagueiro Miller cabeceou com perigo pela linha de fundo. O Moto Club,
contudo, não intimidou-se com a postura do adversário.
Depois de
suportar os primeiros minutos de pressão, o Papão conseguiu soltar-se e
também começou a chegar com mais frequência ao ataque. Até que aos 24
minutos abriu o placar. O goleiro Franco falhou feio e soltou a bola nos
pés do atacante Cris. Ele só teve o trabalho de estufar as redes.
O
Galo teve a oportunidade de conseguir o empate pouco tempo depois. Aos
27 minutos, o atacante Eduardo fez grande jogada individual e foi
derrubado pelo volante Felipe Dias na área. Na cobrança do pênalti, aos
28, o próprio Eduardo bateu e o goleiro Márcio Arantes defendeu.
Depois
da penalidade desperdiçada, o time acreano foi prejudicado pelo
nervosismo de seus jogadores. Os donos da casa até criaram algumas
chances, mas faltou frieza nas conclusões. Como por exemplo, aos 38
minutos, quando o zagueiro Luís Fernando falhou e o atacante Rafael
Barros se atrapalhou e não aproveitou.
DRAMA ATÉ O FIM! Na
segunda etapa, o time rubro-negro voltou com a “faca e o queijo na
mão”. Sem a necessidade de se expor no ataque, a equipe visitante
reforçou a marcação e apenas tentou esfriar o ímpeto dos atleticanos.
Estes, por outro lado, continuaram com muita dificuldade em criar
jogadas de ataque.
Toda que conseguiu construir uma boa jogada, o
Atlético precipitou-se pelo nervosismo de seus jogadores. Aos 23
minutos, nova chance desperdiçada por Rafael Barros. Depois de uma boal
triangulação na entrada da área, o atacante concluiu e mandou na rede
pelo lado de fora.
Não bastasse a falta de eficiência do ataque, a
defesa voltou a “entregar a paçoca” aos 25 minutos. Após uma sucessão
de erros defensivos, a bola sobrou com o meia Diego Valderrama. Ele
chutou dividido com o marcador e ampliou no Florestão.
No final o
jogo ficou dramático. Principalmente depois do gol meia Careca, aos 34
minutos. Depois de escanteio, a bola sobrou para o jogador que não
desperdiçou. O gol incendiou o jogo e os sete mil torcedores
transformaram o estádio em um caldeirão. Apesar da pressão, o empate não
saiu.
Dinheiro está disponível, mas precisa de planos de trabalho para liberação. Verba será aplicada em construção de adutoras e operação carro-pipa.
Seca no Piauí agrava situação de dificuldade pela falta de água (Foto: Gustavo Almeida/G1)
O Ministério da Integração Nacional destinou R$ 26 milhões para
combater os impactos da seca no estado do Piauí. As ações serão
executadas pelo Ministério em parceria com a Companhia de
Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) para
socorro, assistência e restabelecimento de serviços essenciais em
municípios piauienses. Em todo o Brasil, as unidades atingidas pela
estiagem estão recebendo R$ 260 milhões.
A execução nos estados do Piauí e Sergipe ficarão sob responsabilidade
da Codevasf, que vais usar a verba para a construção de adutoras para o
abastecimento de água e ainda implementação da operação carro-pipa.
A seca tem castigado cidades do sul do Piauí e já provoca falta de água
para consumo humano na área urbana e zona rural de algumas cidades.
Segundo a secretaria de Defesa Civil, as regiões mais castigadas pela
estiagem são as de Picos, Paulistana e São Raimundo Nonato. Por conta
dessa situação, o governo do Piauí decretou estado de emergência em 117
municípios.
Apesar de o dinheiro estar disponível, o montante será liberado apenas
mediante a elaboração dos planos de trabalho para a aplicação da verba.
Para isso agilizar esse processo, o Ministério da Integração
disponibilizou técnicos da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa
Civil(Sedec) para apoiar o governo estadual nesse processo.
Ainda de acordo com o ministério, os governos estaduais continuarão a
ser responsáveis pela execução de outros programas de mitigação à seca.
A destituição de Dilma Rousseff da Presidência da República na
última quarta-feira 31 deu fôlego à proposta de eleições diretas em
diversos movimentos sociais e em uma consulta pública do Senado Federal,
a partir da PEC 20/2016, de autoria do senador Walter Pinheiro (sem
partido-BA); pelos votos apurados no início da noite deste sábado 3,
quase 90% dos participantes eram favoráveis a novas eleições
presidenciais antes de 2018 (84.144 votos favoráveis e 10.281 contrários
à antecipação de eleições); além da consulta, pesquisa Ipsos mostra
rejeição de 68% a Michel Temer
Ritmo
do setor cresce 0,1% em julho sobre junho, mas no ano queda ainda é de
8,7%. Analistas adotam cautela e evitam apostar na retomada
Fábricas
de 11 setores têm expansão em julho, enquanto em outros 13 houve
desaceleração (foto: Cristina Horta/EM/D.A Press - 29/3/16)
São
Paulo – A produção industrial brasileira teve sua quinta alta mensal
consecutiva em julho, algo que não acontecia desde 2012, mas ainda assim
a recuperação é tímida, segundo apontam analistas. A produção
industrial subiu 0,1% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal,
segundo informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), que também revisou a produção de junho de 1,1% para 1,3%. Em
relação a julho de 2015, a produção caiu 6,6%, na 28ª queda consecutiva.
No ano, mesmo com os cinco ganhos mensais consecutivos, a queda
acumulada ainda é de 8,7%. Em 12 meses, o recuo é de 9,6%. Segundo o
Banco Fator, a produção do setor está 18,2% abaixo do nível recorde
atingindo em junho de 2013.
Saiba maisSegundo
o instituto, 11 dos 24 ramos pesquisados apontaram taxas positivas, com
destaque para o avanço de 2% registrado nos produtos alimentícios, após
dois meses consecutivos de queda, com uma perda acumulada de 6,4% nesse
período. Outras contribuições positivas de destaque foram o crescimento
da produção de indústrias extrativas (1,6%), de equipamentos de
informática, produtos eletrônicos e ópticos (5,8%), da metalurgia
(1,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,4%) e
de produtos de borracha e de material plástico (1,3%).
Entre os
13 ramos que reduziram a produção no mês, os desempenhos de maior
relevância vieram de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de
higiene pessoal (-2,8%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-7,3%),
veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,7%), artefatos de
couro, artigos para viagem e calçados (-6,0%), produtos do fumo
(-15,1%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-2,4%) e
outros produtos químicos (-3,2%). Todas essas atividades haviam apontado
taxas positivas em junho.
A produção da indústria de bens de
capital caiu 2,7% em julho ante junho. Na comparação com julho de 2015, o
indicador mostra queda de 11,9%. No acumulado de 2016, houve queda de
18,5% na produção de bens de capital. Em 12 meses, o resultado é de
retração de 24,7%. Em relação aos bens de consumo, a pesquisa registrou
queda de 1% na passagem de junho para julho. Na comparação com julho de
2015, houve recuo de 8,3%. No acumulado do ano, a queda é de 6,9%,
enquanto a taxa em 12 meses é de recuo de 8,6%.
Estoques
A economista da CM Capital Markets Jéssica Strasburg aponta que os
setores farmacêutico e de veículos puxaram para baixo a produção
industrial de julho, o que explica a diferença do resultado em relação à
sua projeção, que era de alta de 0,5%. Mesmo assim, ela afirma que a
confiança da indústria continua subindo e que a produção deve seguir
melhorando nos próximos meses. “Para quem vinha de uma sequência tão
ruim de baixa, uma alta de 0,1% pode ser comemorada. A indústria acumula
cinco meses consecutivos de ganhos”, argumenta. A analista indica que,
entre as categorias, apenas bens intermediários subiu na margem (+1,6%),
enquanto bens de consumo recuou 1%, com baixa de 1,9% em não duráveis e
alta de 3,3% em duráveis. Já a produção de bens de capital teve
retração. “Investimento de fato não está acontecendo”, admite.
O
economista-sênior do Haitong, Flávio Serrano, indica que o avanço em
bens intermediários foi puxado por segmentos como metalurgia, derivados
de petróleo, óptico e produtos de borracha e plástico, o que retrata uma
demanda de insumos mais forte da própria indústria. “Em linhas gerais, a
dinâmica industrial do segundo trimestre mostrou recuperação com
recomposição de estoques e julho, mesmo de lado, aponta para possível
uma recuperação (da economia) no terceiro trimestre”, diz.
Com
uma visão menos otimista, o economista-chefe da consultoria Lopes Filho
& Associados, Julio Hegedus Netto, afirma que a recente melhora na
indústria vem mais de um ajuste de estoque do que de um aumento na
capacidade produtiva. “O que chama atenção é que a produção de bens de
capital está recuando muito, com contração de 11,9% na comparação
interanual. Não temos uma verdadeira retomada na indústria, porque por
enquanto está se usando a capacidade instalada já existente”, aponta.
Varejo Após
ter chegado ao fim do poço, o varejo deve iniciar um processo de
retomada até o fim do ano. Pelo menos é o que esperam os empresários do
setor. De acordo com pesquisa realizada em parceria pela Confederação
Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao
Crédito (SPC Brasil), 48% dos varejistas acreditam que o segundo
semestre será melhor em termos de vendas e receitas do que a primeira
metade do ano. O entusiasmo dos empresários é superior em relação ao
início do ano. Em janeiro, 39,5% dos empresários consultados acreditavam
que o primeiro semestre seria melhor que os últimos seis meses de 2015.
São Paulo - A produção total de petróleo
e gás natural no Brasil no mês de julho totalizou 3,255 milhões de
barris de óleo equivalente por dia (boe/d), ultrapassando o recorde
anterior obtido em junho de 2016, quando foram produzidos 3,21 MMboe/d,
informa a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)
Conforme a agência, a produção de petróleo foi de aproximadamente 2,581
milhões de barris por dia (bbl/d), um aumento de 0,9% ante junho e de
4,7% em relação ao mesmo mês em 2015. A ANP destaca que a produção de
petróleo superou o recorde alcançado em junho de 2016, quando foram
produzidos 2,558 MMbbl/d.
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Já produção de gás natural totalizou 107,2 milhões de metros cúbicos por
dia (m3/d) em julho, superando o recorde anterior de 103,5 MMm3/d
obtido em junho de 2016, o que representa um aumento de 3,5% frente a
junho de 2016 e de 12,4% na comparação com julho de 2015.
Pré-sal
A produção do pré-sal, oriunda de 65 poços, foi de aproximadamente 1,060
milhão de barris de petróleo por dia (bbl/d) de petróleo e 40,8 milhões
de metros cúbicos por dia (m3/d) de gás natural, totalizando
aproximadamente 1,317 milhões de barris de óleo equivalente por dia
(boe/d), um aumento de 6,2% em relação ao mês anterior.
A produção de petróleo no pré-sal superou os aproximadamente um milhão
de barris diários obtidos em junho de 2016 e a de gás natural
ultrapassou os 38,1 MMm3 produzidos em junho de 2016. A produção total
também superou o recorde do mês anterior, de 1,240 MMboe/d. A
O aproveitamento de gás natural no mês foi de 95,9%. A queima de gás em
julho foi de 4,4 milhões de metros cúbicos por dia (m3/d), um aumento de
24% se comparada ao mês anterior e de 9,6% em relação ao mesmo mês em
2015.
Campos produtores
Os campos marítimos produziram 94,2% do petróleo e 76,6% do gás natural.
A produção ocorreu em 8.818 poços, sendo 794 marítimos e 8.024
terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 93,4% do
petróleo e gás natural.
O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e
gás natural, produzindo, em média, 558,2 mil bbl/d de petróleo e 24,6
milhões de m3/d de gás natural.
Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores:
1.074. Marlim, na Bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número
de poços produtores: 62.
A FPSO cidade de Mangaratiba, produzindo no campo de Lula, produziu, por
meio de 6 poços a ela interligados, 186,5 mil boe/d e foi a UEP
(Unidade Estacionária de Produção) com maior produção.
As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias
do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram
154,1 mil boe/d, sendo 126,1 mil bbl/d de petróleo e 4,4 milhões de m3/d
de gás natural. Desse total, 149,5 mil barris de óleo equivalente por
dia foram produzidos pela Petrobras e 4,6 mil boe/d por concessões não
operadas pela estatal, sendo 384 boe/d em Alagoas, 1.760 boe/d na Bahia,
58 boe/d no Espírito Santo, 2.386 boe/d no Rio Grande do Norte e 14
boe/d em Sergipe.
Outras informações
Conforme a ANP, em julho de 2016, 296 concessões, operadas por 24
empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 81 são
concessões marítimas e 215 terrestres.
Do total das concessões produtoras, uma encontra-se em atividade
exploratória e produzindo através de Teste de Longa Duração (TLD) e
outras sete são relativas a contratos de áreas contendo acumulações
marginais.
Alegando "rigidez", governo vai exigir CPF
para crianças em extrema pobreza e cruzamento de dados entre Ministério
do Trabalho, FGTS e INSS
por Redação RBApublicado
02/09/2016 13:08,
última modificação
02/09/2016 14:17
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Temer justifica que quer maior controle sobre o pagamento do benefício
São Paulo – O governo Michel Temer anuncia a criação
de uma série de controles e fiscalizações sobre os beneficiários do
programaBolsa Família, cujo resultado maior será a exclusão de parte das atuais 50 milhões de pessoas atendidas pelo programa. Entre as novas regras, será incluída
a exigência de Cadastro de Pessoa Física (CPF) para crianças. Serão
utilizadas seis bases de dados, que vão ser cruzadas para garantir que
as famílias atendidas não obtiveram nenhum valor a mais, mesmo que tenha
sido pela realização de trabalhos informais. As informações são do
jornal O Globo.
Os sistemas utilizados pelo governo para fechar o cerco sobre as
famílias serão a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) – que já é
utilizado –, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a
folha de pagamento do INSS, o Sistema Integrado de Administração de
Recursos Humanos (Siape), o Guia de Recolhimento do FGTS e de
Informações à Previdência Social (Gfip) e o Guia da Previdência Social
(GPS). A justificativa do governo é evitar fraudes.
A implementação de tantos controles burocráticos vai na contramão da
intenção anunciada do governo Temer de desburocratizar a relação entre
trabalhadores e empresários, por meio da reforma da Consolidação das
Leis do Trabalho, e de simplificar o sistema tributário. Além disso,
pode ser por si um fator de exclusão das famílias extremamente pobres do
programa, já que a inconsistência de dados pode levar ao cancelamento
do benefício.
A explicação do governo Temer para inclusão do CPF é evitar que
pessoas sejam cadastradas em duas famílias diferentes. Hoje, o sistema
já realiza uma conferência baseada no nome, na filiação e no Número de
Identificação Social (NIS). Considerando que o programa atende famílias
com renda per capita de R$ 170 mensais, a simples necessidade de pagar a
expedição do CPF (R$ 7 por documento) pode ser um impeditivo à inclusão
no programa.
O uso do Caged, que reúne informações mensais sobre a população
empregada e desempregada, busca fiscalizar o ingresso de beneficiários
do Bolsa Família que possam ter ingressado no mercado de trabalho e não
comunicado a obtenção de nova renda. Já existe regra sobre isso e a
família pode ser desligada do programa se não informar a situação. Ainda
que haja ingresso no mercado de trabalho, pode-se manter o benefício
por dois anos, desde que a nova renda familiar não seja superior a meio
salário mínimo per capita.
Desde sua criação o Bolsa Família teve fiscalização. Somente em 2015,
1,3 milhão de cadastros foram anulados, devido a ações dessa natureza.
Desde maio, quando Temer assumiu interinamente, foram desligadas 916 mil
famílias. Outras 600 mil devem estar fora da folha de pagamento de
setembro.
Temer deve promulgar o decreto com as mudanças nos próximos dias. O
documento também deve prever que as famílias sejam excluídas do programa
após dois problemas de inconsistência dos dados. Atualmente, o
desligamento ocorre após três episódios.
A ponte de vidro mais comprida e alta do mundo, localizada entre as
espetaculares montanhas chinesas de Zhangjiajie, precisou ser fechada
temporariamente, duas semanas após sua abertura ao público, vítima de
seu sucesso.
O número de visitantes diários estava limitado a 8.000 por dia, mas
desde que foi inaugurada mais de 10.000 pessoas se dirigiam diariamente
para percorrer esta ponte de vidro de 430 metros de comprimento,
suspensa a 300 metros do chão, que conecta os picos de duas montanhas
deste parque natural da província central de Hunan.
Diante desta grande afluência, os responsáveis da ponte anunciaram
que deveriam "melhorar o sistema interno", incluindo "os programas e
equipamentos de gestão das visitas", indicou a agência chinesa Xinhua,
que não comunicou uma data de reabertura.
A empresa que administra a ponte apresentou desculpas aos turistas
que já haviam reservado uma visita, mas isso não evitou as críticas na
internet. "Eu estou no trem. Não posso mudar meus planos de viagem nem
obter um reembolso. São uns enganadores", escreveu uma turista.
Após um incidente em 2015 em outra ponte de vidro, em Henan (centro),
onde a estrutura trincou, as autoridades locais organizaram vários
eventos midiáticos para mostrar a resistência da ponte de Zhangjiajie.
Em certa ocasião convidaram um jornalista a golpear o vidro com um
martelo e em outra permitiram a passagem de um veículo, com passageiros,
pela ponte, sem consequências na estrutura.
Trata-se de um evento mais discreto, com muitos menos convidado e sem transmissão ao vivo pela TV.
O
ator e especialista em artes marciais Jackie Chan vai receber em
novembro uma espécie de Oscar de consolação: uma estatueta honorária
pelo chamado conjunto da obra. Chan, astro de 62 anos nascido em Hong
Kong que estrelou filmes de Hollywood como Karatê Kid e a franquia A Hora do Rush,
vai se juntar ao documentarista Frederick Wiseman, à editora de filmes
britânica Anne V. Coates e ao diretor de elenco Lynn Stalmaster no
prêmio Governors Awards de 2016, que será celebrado em Los Angeles, sem
transmissão na TV. Cada um deles receberá uma estatueta.
A oitava edição dos Prêmios dos
Governadores da Academia será realizada em 12 de novembro no salão Ray
Dolby, do centro Hollywood & Highland, o mesmo lugar onde fica o
teatro que é palco da grande festa do Oscar. Trata-se de um evento mais
discreto, com muitos menos convidados do que a grande premiação de
estatuetas cinematográficas que se repete a cada ano em fevereiro ou
março.
Chan estreou nos filmes aos 8 anos de
idade e atuou, e às vezes escreveu e dirigiu, em mais de 30 filmes de
artes marciais em Hong Kong. Ele jamais ganhou um Oscar. Em agosto, foi
avaliado como o segundo ator mais bem pago do mundo pela revista Forbes, com ganhos estimados de 61 milhões de dólares em 2016, só ficando atrás de Dwayne Johnson, de Velozes e Furiosos. (Com agências EFE e Reuters)
Cientistas se basearem em fósseis que datam de 3,7 bilhões de anos. 'Esta descoberta representa um novo ponto de referência', diz pesquisador.
Cientistas
australianos revelam a existência de fósseis que datam de ao menos 3,7
bilhões de anos (Foto: Allen Nutman/University of Wollongong/AP)
A vida na Terra se originou 220 milhões de anos antes do que se pensava
até agora, indicaram nesta quinta-feira (1) cientistas australianos ao
revelar a existência de fósseis que datam de ao menos 3,7 bilhões de
anos.
Estas pequenas estruturas, chamadas de estromatólitos, foram encontradas na Groenlândia e emergiram à superfície após o degelo de uma placa no maciço de Isuea, no sudoeste desta grande ilha.
Estes estromatólitos - estruturas fossilizadas "de origem biológica",
de 1 a 4 centímetros - demonstram que a vida emergiu pouco depois da
formação da Terra (há 4,5 bilhões de anos), destaca o pesquisador Allen
Nutman da Universidade de Wollongong.
Acrescenta que isso permite abrigar a esperança de que uma forma muito
básica de vida pode, em algum momento, existir no Planeta Marte.
"Esta descoberta representa um novo ponto de referência sobre a mais
antiga prova de vida na Terra, afirma o professor Martin Julian Van
Kranendonk, especialista geólogo da Universidade de Nova Gales do Sul e
um dos coautores do estudo, divulgado na revista Nature.
Esta descoberta pode ajudar na busca de vida básica em Marte,
considerado o planeta do sistema solar mais propício para a existência
de formas de vida.
"Há 3,7 bilhões de anos, Marte era provavelmente ainda úmido, inclusive com oceanos", explica à AFP Allen Nutman.
"Se a vida se desenvolveu tão rapidamente na Terra, permitindo a
formação de coisas como estes estromatólitos, seria mais fácil detectar
sinais de vida em Marte".
"Em vez de estudar unicamente a 'assinatura' química do planeta,
poderíamos ver nas imagens de Marte coisas como os estromatólitos",
explica.
Até hoje, a mais antiga prova de vida na Terra foi descoberta por
pesquisadores australianos e canadenses, nas rochas de Strelley Pool
Chert, na região Pilbara na Austrália. Tinha 3,5 bilhões de anos.
Resultado foi registrado na comparação entre junho e julho. Dos 24 ramos observados, 11 ficaram no azul de um mês para o outro
Comunicação Volkswagen do Brasil
Fabricação de bens de consumo duráveis aumentou 3,3% em julho
A produção
industrial cresceu 0,1% na passagem de junho para julho, um desempenho
melhor que o esperado pelo mercado financeiro, que apostava em uma queda
de 0,1%. Esse foi ainda o quinto resultado positivo consecutivo do
indicador.
Os dados
foram divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) e mostram, ainda, que a indústria, no
período, teve influências positivas da produção de bens intermediários e
de bens de consumo duráveis.
A fabricação de bens intermediários, que são itens manufaturados ou
matérias-primas processadas empregadas na produção de outros bens,
registrou crescimento de 1,6%. A segunda alta seguida depois de ter
subido 0,8% em junho.
Já os bens de consumo duráveis, que são os que podem ser usados por
um longo período e por muitas vezes, a exemplo de carros, máquinas de
lavar e geladeiras, apresentaram alta de 3,3% -- terceira resultado
consecutivo no azul. Consumo e crédito
Quando a produção de bens duráveis aumenta, significa que os
empresários estão apostando em uma alta do consumo e da demanda por
crédito, dois elementos essenciais para movimentar a economia e fazer o
País crescer.
Segundo o IBGE, dos 24 ramos observados na pesquisa, 11 registraram
taxas positivas de um mês para o outro. O instituto ainda considerou
importante o avanço de 2,0% apresentado pelo segmento produtos
alimentícios, que interrompeu dois meses consecutivos de queda na
produção.
Outras contribuições positivas, também consideradas como importantes
pelo IBGE, vieram de indústrias extrativas (1,6%), equipamentos de
informática, produtos eletrônicos e ópticos (5,8%), metalurgia (1,6%),
coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,4%) e
produtos de borracha e de material plástico (1,3%). Fonte: Portal Brasil, com informações do IBGE
Desde o início do período de adesões, em 11 de abril último, 11.704
empregados aderiram ao Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário
da Petrobras – PIDV 2016. Em nota, a empresa esclareceu, porém, que
embora as inscrições tenham sido encerradas no último dia 31 de agosto,
ainda serão aceitas e contabilizadas inscrições realizadas em papel e
postadas até a data limite para a adesão.
“O número ainda pode
ser alterado em função de inscrições realizadas em papel e postadas até
31 de agosto”, disse a empresa, acrescentando que “até a data de
homologação da rescisão, os empregados podem desistir da adesão”. A
empresa informou, por outro lado, que o cronograma de desligamentos teve
inicio em 16 de junho e que, até o momento, 2.450 empregados tiveram
seus contratos de trabalho efetivamente encerrados.
A Petrobras,
ao iniciar o PIDV, tinha como meta em sua referência no planejamento de
implementação do programa, que cerca de 12 mil empregados aderisse ao
programa, com um custo para a empresa previsto de R$ 4,4 bilhões e uma
economia esperada de R$ 33 bilhões até 2020.
Considerando a
adesão dos 11.704 empregados que já formalizarão a decisão, a estimativa
da companhia, no momento, para o custo total do programa é de
aproximadamente R$ 4 bilhões – R$ 400 milhões a menos do que o
inicialmente previsto.
A empresa ressaltou, porém, que o valor
final será consolidado apenas após o término do prazo para os
desligamentos. “A Companhia provisionou R$ 1,2 bilhão até 30 de junho de
2016, relativo aos gastos previstos com os 4.087 funcionários que já
haviam aderido ao programa, conforme informado na nota explicativa
anterior relativa as Demonstrações Financeiras do 2º trimestre de 2016”,
diz na nota a Petrobras.
O segurado da Previdência Social que recebe o auxílio-doença pode
solicitar nova avaliação pericial quando não se considerar apto a voltar
ao trabalho. Uma portaria assinada pelo ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, estabelece regras para a prorrogação do benefício.
O segurado terá que solicitar nova perícia nos últimos 15 dias antes da
data limite do benefício. A reavaliação será realizada por outro
perito.
“No formato antigo, a reconsideração era feita pelo mesmo perito e a tendência era manter a decisão
tomada anteriormente. Constatamos que 94% dos pedidos eram negados”,
destacou o secretário executivo do ministério, Alberto Beltrame.
Segundo o secretário, a medida amplia os direitos do segurado e garante
uma análise mais rápida dos casos. Ele assegurou que nenhum direito
será violado.
“Estamos melhorando o sistema de concessão e manutenção de benefícios
da Previdência. Vamos conceder e manter os benefícios que forem
necessários e indeferiremos aqueles que considerarmos indevidos, mas sempre com a possibilidade de recurso por parte do segurado”, garantiu.